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Ter opinião sobre as coisas ajuda ou atrapalha? | Papo das 9 #955

Minutos de sabedoria
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Indicação de leitura
A arte de seguir em frente. Autor: André Trigueiro

Sugestão de reflexão
Informe-se e construa a sua opinião sobre o que está motivando as sanções de Trump contra o Brasil.

Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)

Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Para pa. Tá começando mais uma edição ao vivaço, direto do meu cafo em Laranjeiras. Hoje tenho muita coisa aqui para compartilhar em favor da nossa lucidez, da nossa presença nesse mundo, refletindo junto com vocês. É um exercício filosófico fundamental pra gente não ser, eu diria, cobaia de outras inteligências ou forças que interferem malignamente. Eu posso dizer nesses termos. No nosso livre arbítrio, no nosso modo de pensar e no nosso modo de sentir, construir a própria autonomia no exercício da sua função espiritual mais nobre, que é realizar escolhas soberanamente, de preferência a partir de uma apuração que você mesmo faça.

Então nós precisamos construir essa autonomia no dia a dia, discernimento, lucidez, como eu disse, e em favor da nossa saúde psíquica e emocional. Olha, viver é um trabalho. Dá trabalho a gente ter saúde. A saúde precisa ser construída todo santo dia, quando você acorda, quando você passa o dia, quando você vai dormir. Autogestão. O que eu penso? o que eu sinto, o que eu falo, o que eu escrevo, o que eu como, o que eu bebo, qual é a melhor forma da gente se nutrir materialmente e espiritualmente? Tudo isso é determinante da tua energia, da tua qualidade de vida, do teu bem-estar, da tua autoestima, da tua longevidade e da tua saúde. Então, que a gente tem essa lembrança o tempo todo.

Como realizar escolhas no dia a dia é uma tarefa intransferível, inegociável e que a gente precisa se dar conta do quanto isso é determinante para você se sentir melhor ou pior. Para isso, vamosos com Carlos Torres Pastorino cabrão. Toda manhã ele traz aqui e a gente pede ajuda aos nossos amigos invisíveis que nos inspirem, que nos ajudem, que façam com que o dedinho escorregue pelo livro na direção que importa para nossa meditação nesta manhã de sexta-feira. que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para essa demonstração, porque o que eu tô fazendo aqui, você pode fazer aí em outro horário com outro livrinho do teu jeito, mas isso é importante.

É a gente no tempo de agora, agora fecha para balanço agora, porque a vida acontece agora e a gente tá reservando um minutinho agora para pensar nessa vida que vai passando rápido e de forma por vezes ataalhoada, turbulenta, caótica. Para, para. Respira, sintoniza com as coisas mais essenciais do universo e vamos junto. Para onde vamos? Não sei. Para onde o dedinho vai escorregar, não sei. Foi. Ih, foi. Foi na no última página que não tem nenhuma mensagem. Eita, senhor. Oi. 54. Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der ódios e indiferença, há de recebê-los de volta. Mas se dera atenção e carinho, há de ver-se cercado de afeto e amor.

Ninguém se aproxima do espinheiro por causa dos espinhos, nem do lodo, porque suja, mas todos apreciam permanecer perto das flores que espalham beleza e perfume. Cada um recebe de acordo com o que dá. Quando a gente fala da lei do amor, cara, isso a primeira coisa que me vê a cabeça, a grande mensagem do cristianismo, mas não apenas. As principais tradições filosóficas e religiosas preconizam como valor universal o amor. E esse amor é exatamente essa capacidade da gente perceber o que vai à volta, o outro, o mundo, as situações do lugar onde a gente está e um espírito aberto, cristalino, dadivoso, pronto para se doar. em favor de quem não está numa situação positiva de equilíbrio, de saciedade do ponto de vista das coisas mais fundamentais e elementares, como comida, alimentação, para citar apenas um exemplo, tá desprovido de saúde ou não está vivendo com dignidade.

E se a gente se depara com essa situação, surge o ensejo de fazer algo, ainda que não seja possível resolver todos os problemas do outro, mas se disponibilizar, se aproximar, se envolver de alguma forma, né? Então, é impressionante quando a gente fala, cada um recebe de acordo com o que dá, ama o próximo como a ti mesmo, que é a máxima de Jesus. Quer dizer, como é que a gente ainda não pratica aquilo que muitos de nós já racionalmente entendeu? Mas no dia a dia é como se a gente fosse muito discrente da efetividade da lei de causa efeito, que é uma lei da física, o efeito bumerangue, né?

Então, eh, o que tá colocado pra gente como desafio, se a gente entende o sentido de e percebe no dia a dia por que que algumas pessoas parecem ser mais, como é que eu vou dizer, em atraentes do ponto de vista do desejo que a gente tem de estar mais perto delas, de conversar mais com elas, de conhecê-las melhor. Elas irradiam algo que nos atrai. E você vai investigar o que exatamente me atrai nessa pessoa, o que que ela traz para mim que me chama atenção de uma maneira magnética.

Assim, muito provavelmente a gente vai perceber que o que essa pessoa tá exalando é um perfume, eu diria metaforicamente, ela irradia o magnetismo que vem exatamente desse espírito dadivoso, gentil, generoso, empático, fraterno, compassivo, né? Essa energia, ela é percebida. Ela é percebida. E essa pessoa que construiu ao seu redor um campo eletromagnético, que é esse de uma consciência tranquila, em que você tá atento generosamente aquilo que está ao seu alcance fazer para reduzir o estoque de dor e sofrimento nos outros que toca o seu coração. Não é um mercado, vou fazer o bem para receber o bem de volta. É um exercício amoroso, constante, e isso te faz bem.

Todos os voluntários que eu conheço que abraçam causas sociais, ambientais, o que seja, mas se doam em favor disso, reporta um bem-estar, é uma, eu encontrei um caminho, eu tô encaixado na vida, eu tô percebendo que isso me faz bem, eu tô percebendo que as mazelas do mundo, que eu não vou consertá-las, eu não vou corrigi-las, é muita areia pro meu caminhão. Mas naquilo que me compete fazer algo, eu tô fazendo e me faz bem, mas todos apreciam permanecer perto das flores que espalham beleza e perfume. É isso. É isso. Eh, a gente a lição sabemos de cor, só nos resta fazer, né, Beto Guedes, né? É isso. Sol de primavera. [Música] Então, o que me ocorre é falar sobre isso.

As pessoas boas, elas são atraentes, elas são magneticamente interessantes. As pessoas, desculpa, na falta de uma palavra menor, pior, melhor, melhor. E as pessoas que nos parecem repugnantes, né? Pessoas assim que não não inspiram confiança e não nos dão vontade de permanecer perto. Uma das razões, eu não vou generalizar para que isso aconteça, cada caso é um caso, pode ser exatamente o quê? Essa pessoa, ela tem uma rotina de desprezo, indiferença em relação aos outros. prioriza sempre os próprios interesses.

E esse egoísmo ele traz, ele contamina, ele de alguma forma determina uma psicosfera que os olhos físicos não enxergam, mas os sensores espirituais da gente detectam que não é prazerosa, não é algo que dê vontade de estar perto e de curtir. Então eu acho que a gente precisa estar atento. Às vezes a gente reclama, ninguém lembra de mim, ninguém fala comigo, ninguém quer tá eu por perto, ninguém isso, ninguém aquilo. A gente vai delegando ao outro a culpa por estarmos nos sentindo tão ruins, solitários, isolados, sem atenção, sem ninguém dar ajuda. E é bom a gente fazer esse autoexame e ver em que medida eu tenho contribuído para esse isolamento em que eu estou, né?

É possível que a gente esteja contribuindo para esse isolamento. É um toque. Vamos dar um toque aqui, meus amigos. Raramente eu faço isso, mas hoje eu vou fazer porque eu tenho uma boa notícia. Que que raramente eu faço aqui? Tá no momento de sugerir livro, né? Raramente você que acompanha, você que acompanha o papo das quase 6 anos atrás, mais de 5 anos, você sabe que indicação de livro é o livro dos outros. Eu não vou ficar usando esse espaço para ficar falando dos meus livros. raras vezes fiz isso. Hoje peço licença para fazer por uma boa causa.

O último livro que vocês já sabem qual é a arte de seguir em frente, que tem 100%, eu eu gosto, eu peço pros editores coloquem isso em letras garrafás, porque eu quero que as pessoas saibam que eu não tô levando um centavo dessas obras. Eu tenho um prazer danado de poder, com pouco, que são os direitos autorais, ajudar obras que eu acredito como CVV, Fraternidade Sem Fronteiras, Escola Espírita Joana de Ângeles em Japeri, Baixada Fluminense. Pois bem, por que que eu tô falando o livro de novo? Meu editor Ricardo Pinfield trouxe a bela notícia de que o livro que foi lançado no mês passado, primeira tiragem, 5000 exemplares, vapo virou fumaça.

Já estamos na segunda tiragem de mais 5.000 exemplares, viu? César Saí, diretor da Escola Espírita Joana de Angeles, em Japeri, para onde vão os direitos autorais. para mais de 200 alunos terem ensino em tempo integral, gratuito, com comida, com uniforme, com professores, com carteira assinada, direitos trabalhistas em dia, salários em dia, infraestrutura de limpeza, pagar luz, pagar água, pagar tudo, tem que ter dinheiro, fazer caridade no mundo material, quer dizer, fazer obra social no mundo da matéria requer recursos. materiais. Livrinho Arte de Seguir em frente. Primeira edição, lançado no mês passado, julho. Vapo, 5.000 exemplares já foram. Segunda tiragem, saindo do forno mais 5.000.

E aí eu preciso dizer que se você quiser, não tem ainda o livrinho, vou te dar uma dica. Quer dar de presente? Vou te dar uma dica. O preço de capa dele é R$ 35, né? Só que se você for lá na boanova.net, que é a editora boanovatudojunto.net, vai pela internet lá, tá 28 pila, gente. R$ 28. Dependendo do lugar que você está, verá lá o cálculo do frete, tá? Mas R$ 28 tá lá. Eu tô fico muito feliz porque eu acho que o livro tem em certa medida cumprido a função para a qual ele foi designado, que é as mensagens curtas inspiradas sempre no exemplo do The Best, do número um, que é o pastorino, como mensagens, textos curtinhos em livros de bolso se prestam a determinar estímulos pra conexão. são rápidos.

Eu preciso melhorar minha sintonia, melhorar minha vibração. Eu quero fazer uma conexão rápida. Lembrando que livrinhos assim, eu sempre gosto de falar o que me parece ser a expressão da verdade sobre esse assunto. Livros com esse perfil não substitui o conhecimento pleno de um determinado assunto. Aí a gente tem que fazer a imersão. A leitura de livros de maior porte é indispensável. Agora, os livros que têm esse essa característica cumprem, como dizia, uma função importante de consumo imediato. Consumo para agora. Eu preciso agora fazer uma boa conexão, elevar minha sintonia, ajustar minha frequência. Vou abrir aonde? Abrind numa página. Eu, por exemplo, abri agora na página 49. diz assim: "Não somos fantoches do destino.

Cabe a nós, por meio do livre arbítrio, realizar no Teatro da Vida as escolhas que nos pareçam as mais acertadas. Somos os protagonistas das nossas próprias histórias. E ter consciência desse processo nos ajuda a perceber o quanto a vida é preciosa. Seja um bom roteirista da sua história. Essa é a mensagem 49. Você viu como essa mensagem que eu abriu a caso aqui tem conexão com a abertura do papo das 9 de hoje, quando eu falava exatamente da importância da gente ter lucidez, da gente ter autonomia. Foi a palavra que eu usei, autonomia pra gente não ser teleguiado. Qual foi a expressão que eu usei? Não ser cobaia. Não ser cobaia. Olha que conexão fortuita, né? Eu acho isso um barato, cara.

O acaso não existe, viu? acaso não existe. Um beijo para todo mundo dessa numerosa egrégora que nos acompanha aqui, nos acompanha em outros meios e que fez esgotar em menos de um mês a primeira tiragem de 5.000. Tá saindo a segunda de 5.000 agora em setembro. Eu cheguei agora a pouco com Ricardo por telefone. R$ 28 no site boanova.net. 100% dos direitos autorais pra escola espírita Joana de Ângeles em Japeri, Baixada Fluminense. Amém. Sugestão hoje de reflexão. Eh, e tá conectada a sugestão de reflexão com a pergunta que a gente deixou ontem no story sobre se ter opinião é algo que ajuda ou atrapalha, tá? Eu não vou me omitir porque eu fiquei muito indignado.

Tem muitos motivos paraa gente tá indignado com lideranças políticas arrogantes, autoritárias, egóicas, beligerantes. E Donald Trump, na minha opinião, expressa isso num nível top de excelência, tem ironia. Que que ele disse ontem? Só para você entender o que que eu quero passar para vocês aqui. Independentemente da sua posição política, ideológica, presta atenção. Ele foi eleito legitimamente presidente dos Estados Unidos. Portanto, se ele quiser tarifar o Brasil em 30, 40, 50, 100, 200%, pela forma que for, que nos pareça mais injusta, mas ele tendo poder para isso, é assunto dele.

A gente sofre as consequências, mas a gente vai dizer, ele é o presidente e se ele entendeu que deve fazer isso, ele foi eleito e tem esse mandato. Agora, ontem o Sr. Trump mentiu descaradamente numa declaração que revelou a ignorância ou uma fé dele ao tentar justificar o tarifaço de 50%, dizendo que o Brasil é um péssimo parceiro comercial em termos de tarifas. Aí ele diz: "Como você sabe? Eles nos cobram tarifas enormes, a gente muito, muito maiores do que a que nós cobramos. E basicamente nós nem estávamos cobrando nada. Eu eu fiquei tão indignado porque veja, não é verdade. Então vamos lá, dados. Chequem os dados, porque esses dados são mensuráveis e aferíveis.

O Brasil tem déficit na relação comercial com os Estados Unidos desde o ano de 2009. No ano passado, considerando as transações comerciais, o que sai daqui e vai para lá, o que vem de lá e chega aqui. O défic do Brasil que tá operando no vermelho desde 2009, apenas no ano passado puxando o estrato, foi 28 bilhões de dólares. Aí ele aplica 50% de tarifa dizendo, estamos numa situação de desvantagem, temos que punir o Brasil com tarifaço de 50%. Assim, eu fico chocado porque vai mentir assim lá onde a vaca tosse, pelo amor de Deus, já disse, quer tarifar pela razão que for, faça. Você é presidente eleito democraticamente.

Tem a legitimidade de tomar as decisões, por mais infelizes que sejam pro próprio país. que é notícia de hoje que esse tarifaço, não apenas aplicado ao Brasil, mas outros países, inclusive aliados, vários, já está honerando os preços dos Estados Unidos. Essa majoração do custo para o consumo nos Estados Unidos já chegou no atacado. Daqui algum tempo, algumas semanas, vai chegar no varejo. E aí a coisa começa a apertar para ele, porque é uma relação direta. Quem diz isso não sou eu, são os analistas do comércio internacional de lá, de lá. isso me deixou indignado, você usar da mentira deslavada na sua condição de chefe de estado de um país que resolveu aplicar essa tarifa de 50%, é sanção, na verdade comercial pela razão falsa que ele alegou, tá?

A outra coisa que eu não vou reproduzir aqui porque entra numa seara política que eu não gosto no papo das vear o que o lado A ou lado B eh entendem que seja o certo ou errado, cada um aqui com a sua convicção política. Mas eu acho um absurdo. Aí eu vou emitir outra opinião. E veja, há apoiadores do ex-presidente da República Bolsonaro, que não avalizam esse tarifaço e muito menos a atuação do filho do ex-presidente, que é deputado federal por São Paulo, que já estourou o limite de faltas na Câmara dos Deputados, mas continua ganhando o salário apenas e exclusivamente para fomentar retaliações dos Estados Unidos. ao que ele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, considera uma injustiça contra papai, papai dele.

E aí temos um país pagando a conta e os principais apoiadores do ex-presidente estão muito constrangidos de ratificar de público as ações de um deputado federal que pelo regimento da Câmara não deveria estar no exercício da função. André, por que que você tá falando disso? Porque eu sou brasileiro, eu pago impostos, os meus impostos ajudam a manter o parlamento. Quem paga salário, quem paga gegalias, quem paga os serviços extras, a previdência dos apos dos dos eh deputados e senadores, quem paga o carro oficial de deputados e senadores, quem paga o auxílio palitó de deputados e senadores, sou eu e vocês. Para quê? para eles estarem no Brasil servindo aos interesses dos seus eleitores e o estado para o qual ele foi eleito, que no caso do cidadão que eu citei, é São Paulo, ele ainda é deputado.

Então ele está lá circulando com brochinho de deputado, cartão de deputado, dizendo: "Eu sou o deputado federal pelo Brasil". Gente, eu não tô entendendo o que que falta para você simplesmente caçar o mandato porque ele não frequenta as sessões, ele não está exercendo e pelo regimento estourou o limite de faltas. É isso. Veja, eu tô aqui apenas procurando ter a razoabilidade de uma análise, sem me aprofundar, que eu não vou fazer isso aqui, não é o propósito do papo das vees mais de foro político e ideológico. Mas eu quero falar das regras, dos regimentos e da da verdade que um presidente, no caso dos Estados Unidos, a verdade dos fatos, dos números, dos dados.

O Brasil não é um péssimo parceiro comercial que está em relação de vantagem com os Estados Unidos. Muito pelo contrário. Muito pelo contrário. Só pra gente deixar claro aqui uma opinião. E falando em opinião, eu perguntei para vocês via eh stories do Instagram. Ai, quando é que o inglês deixará de ser uma língua referencial no mundo? Porque é é o que dá a gente ser refém tecnológico de outro país. O Vale do Silício, as BigTechs, aí eles lançam os produtos, cada produto tem a sua nomenclatura em inglês. Óbvio, eu não vou culpar eh a meta que administra o Instagram por ter inventado o Instagram e dentro do Instagram o stories, entende?

Quer dizer, cada um no mundo que é lança uma patente, lança um produto, lança um serviço, você vai ter no seu idioma o privilégio de escolher que nome o mundo dará para o que eu inventei. Então fica a dica, o Brasil não pode ficar para trás dessa forma em ciência e tecnologia. A gente não dá valor a isso, mas isso define muita coisa, né? Muita coisa em vários aspectos. Então vamos lá, Mr. Anderson. Mr. Anderson, para quem não sabe, Anderson Costa é nosso anjo da guarda virtual lá em Campina Grande. Dá todo o apoio logístico aqui para o papo das ve, as perguntas que vocês enviam. A seleção é feita por ele. Ele faz a publicação depois do Staries do Instagram do Resumo do Papo das. cuida da formatação no canal do YouTube.

É nosso braço direito e esquerdo aqui. Beijo também para Ariane. E aí temos, eu chamo de Mr. Anderson porque você se lembra? Ai, gente, qual? Olha como é que tá minha cabeça. Como é que é o nome daquele filme com Ken Reeves? Olha que falha nossa aqui. Eh, que aparece Mr. Anderson. K no que que é reves. Eh, Mister Anderson. Pessoal já. Matrix, obrigado. Vocês foram mais rápido que a minha, o meu neurônio. Eu tô numa semaninha meio batido, meio cansado, mas vamos lá. Quando eu fico cansado assim, a memória faia. E aí tem um personagem do filme que é o o representante das máquinas, né, que ele olha pro personagem do Ken Rees e fala: "Hum, Mr. Anderson doido para trcidar o Mr.

Anderson no filme, né? Então Mr. Anderson é o nosso parceirão. Ele fez aqui a seleção das perguntas. A pergunta foi: Ter opinião sobre as coisas ajuda ou atrapalha? Olha a pergunta filosófica. Você aí ter uma opinião, isso ajuda ou atrapalha você? O simples fato de ter opinião? Claro que essa pergunta traz provocações, estímulos pra gente refletir sobre esse tema. Luiz Eustiel diz assim: "André, o problema não seria tratar a opinião própria como verdade absoluta? Essa é uma postura arrogante e muito apartada de uma realidade filosófica, porque a filosofia apregou que a verdade não existe. Existem as leituras distintas de cada um sobre o que seja a verdade. Isso no campo filosófico.

No campo religioso, haverá sempre a ideia de que a crença numa força superior estabelece, portanto, que exista uma verdade universal, soberana, mas que cada um de nós, ao beber da fonte registre uma interpretação, uma faceta dessa verdade. Uma frase atribuída a São Francisco, atribuída, diz que a beleza do jardim de Deus está na diversidade das flores. O espiritismo, a doutrina espírita não se atribui o único caminho que leva à salvação. Eu acho isso muito simpático. Portanto, a espiritualidade seria uma coisa só, um mesmo Deus e uma mesma realidade espiritual. Mas cada religião tem a sua maneira de interpretar, explicar o que seria essa verdade espiritual. OK, Luiz Eustac?

Então é isso, essa você apresentar sua opinião como uma verdade absoluta, você vai ser o chato da galera, né? Você vai ser o tiozão do churrasco que ninguém aguenta mais, né? Você vai ser aquele que pensou, ih, esse aí quando abre a boca não quer, ele não ouve ninguém, ele só fala o que ele quer e grita e e veementemente defende apenas o seu ponto de vista. Todos nós, em maior ou menor grau, estamos sujeitos a cair nessa armadilha. Por isso que o vigiar e orar se aplica muito a nós, particularmente nesse momento em que a gente não tem a humildade de ao expressar uma opinião dizer: "Olha, é apenas a minha opinião.

Você aí tem a sua, então tá tudo bem, a gente não vai brigar por isso." Ana Bigaton, se não tivermos opinião, como expressaremos o sentido da nossa existência? Olha, essa pergunta da Ana Bigaton, ela vai fundo numa questão que é a seguinte: olha só, a gente quando e eu comecei o papo das 9 hoje falando da importância da gente construir a nossa autonomia, da gente ter discernimento para realizar as melhores escolhas. Isso significa, né, Ana, que a gente vai ter opinião. Isso eu vou fazer por causa disso. Isso eu não vou fazer por causa daquilo. Vou para cá, não vou para lá. Quero fazer isso, não quero fazer aquilo.

Então veja, se a vida é feita de escolhas, significa que as escolhas estão baseadas em posicionamentos, que a gente pode, grosso modo, chamar de opinião ou convicção. Aí é semântica a questão, né? Então ela diz: "Se não tivermos opinião, existência?" Então, sim, o sentido da nossa existência é realizar escolhas, de preferências melhores ao nosso alcance, em favor de princípios e valores que sejam os mais elevados. Agora, ter opinião sobre tudo pode ser algo arrogante também. Então, a gente precisa entender que em uma existência, no nível evolutivo em que transitamos, mais não sabemos do que sabemos, mais temos dúvidas do que certezas. E isso não é um problema.

Isso, na verdade, é uma virtude. Você tá primeiro, você tá sendo realista, você tá não tá driblando os fatos. Nós somos o que somos e não somos pessoas dotadas de um de uma suprema sapiência. A gente mais sabe do que sabe. Na doutrina espírita, por exemplo, eu me posiciono com muita lucidez apenas como um aprendiz. Eu sou um aprendiz da A doutrina é muito ampla, muito vasta. Então, cada um se posiciona no tabuleiro da forma que julgue ser a mais eh sensata, né? Agora entende, Ana Bigaton, a gente é importante a gente construir a autonomia da gente e isso é baseado nas no aprendizado que vai determinar pontos de vista ou opiniões. Até aí estamos concordando perfeitamente.

Agora, não dá para ter opinião sobre tudo porque a gente mais sabe do que sabe. Eu não acho deshonroso você dizer não sei. Eu, aliás, eu admiro muito quando tem uma sabatina, né? Você faz uma palestra e as pessoas fazem perguntas depois da palestra. ou o cidadão tá sendo entrevistado, um monte de jornalista ali, ou um só, não importa, ele tá sendo entrevistado. Aí faz uma pergunta e o camarada ou a moça diz assim: "Isso que você perguntou, eu não tenho resposta. Eu não sei, não sei qual é a resposta. Eu acho isso fantástico." Por quê? Porque a pessoa tá sendo absolutamente sincera, honesta. Ela ela não tá dissimulando, ela não tá tentando parecer o que ela não é. O que eu sei, eu sei.

O que eu não sei, eu não sei. E a vida segue. Não é um problema a gente não saber um monte de coisas, não é mesmo? Helen Gonçalves. André, como saber o limite sobre dar uma opinião? Eu diria que é o limite do bom senso, da razoabilidade. Existirão lugares ou circunstâncias em que você dá a sua opinião. Não seria algo sensato, porque você poderá ficar exposta a uma situação ruim, desnecessariamente desgastante. Agora, haverá desgastes que são inevitáveis e são parte do nosso roteirinho nessa vida.

Às vezes dar opinião num lugar que você não será compreendido, será estigmatizado, será alvo de eventualmente injúria, xingamento, mas dar essa opinião por vezes, cada caso é um caso, será uma afirmação importante, um testemunho. Então, esse discernimento, quando darei minha opinião e quando isso não faz a menor diferença ou não vale a pena aqui nesse contexto, nessa circunstância, eu dar a minha opinião sobre este ou aquele assunto, eu acho que a gente precisa sempre ter essa posição de equilíbrio, serenidade, lucidez, identificando quando falar, quando calar. quando eu dou minha opinião e quando a minha opinião não precisa ser dada, porque não vai fazer diferença. Isso é sabedoria, né?

A gente ter essa capacidade de identificar os momentos e as circunstâncias em que uma coisa precisa ter lugar ou não deve ter lugar, tá? Marisa Raiel pergunta: "Opinião é livre arbítrio?" Eu não diria que é sinônimo, não, mas são primos próximos, né? Porque quando você decide, por exemplo, tá, hipoteticamente, vou dar uma situação real que eu já me enrolei para burro com isso. Aquele aplicativo Waz, né? Você tá numa estrada, um lugar que você nunca foi, tá seguindo o W, de repente o Waz não sinalizou com clareza. ou você perdeu o sinal, eu vou para cá ou vou para lá, eu vou paraa direita ou vou paraa esquerda. Isso é opinião.

Você vai ter que tomar uma decisão, Nem sempre as decisões que a gente toma deveriam ser confundidas com opinião, acho eu. Muitas das decisões que a gente toma na vida, elas são tomadas diante de circunstâncias em que, por vezes, a gente não conseguiu nem elaborar por tempo suficiente maturar uma decisão, Mas a decisão precisa ser tomada, né? As coisas não são cartesianamente claras na vida. A vida não é um roteiro eh binário, sim ou não, direita, esquerda, para cima ou para baixo, né? A gente tem camadas de análise assim. E aí quando a gente fala livre arbítrio é opinião, eu acho que a gente tá talvez reduzindo o alcance das palavras no seu sentido mais pleno, tá?

Livre arbítrio pode ser opinião, mas pode também ter outras variáveis embutidas na necessidade de você realizar uma escolha. Tá. Fjorn_line advog. André, como fazer para não se sentir mal com o julgamento das pessoas sobre a nossa opinião? Olha, essa é uma pergunta muito boa, porque isso, do meu ponto de vista, é um aprendizado. Eu não conheço ninguém a começar por mim que, ao dar opinião não tenha se exposto a uma situação de desgaste numa determinada relação ou familiar, ou no círculo de amizades, ou no ambiente de trabalho ou diante de um estranho, uma pessoa que você não conhece. E e de repente ao dar a sua opinião, você eh causou um sentimento ruim involuntariamente.

Portanto, você pode até ter causado algum ressentimento que alguém pode construir por outros caminhos a mágoa, né? Eu não sei se a gente consegue, acho que não, evitar em todas as situações que você diga não, que alguém mais ou menos próximo de você, eh, nas suas palavras possa se sentir mal, porque a gente não deveria ter como meta agradar a todo mundo, nem Jesus Cristo conseguiu agradar. todo mundo, quem somos nós para fazê-lo? Então, a gente, na verdade, deveria ser fiel àquilo que dentro de nós, de maneira serena, tranquila, lúcida, expressa visão da verdade, uma forma de interpretar a verdade.

Se diz assim: "Eu realmente construí essa convicção e agora para falar sobre isso, se surge o ensejo, se eu vou expressar uma opinião que vai magoar, que vai causar ressentimento, que vai deixar alguém triste, vai deixar alguém mal, o problema não é meu. Nós somos a comunidade dos diferentes. A gente precisa ter a noção de que o objetivo da vida não é construir consensos o tempo todo. Nem sempre é possível construir um consenso. A questão da vida, que eu acho das mais importantes, é diante da impossibilidade de termos sempre consensos, essa não é a regra. Como lidar com o dissenso sem fomentar inimizade. Não é porque eu penso diferente de você que eu sou seu inimigo.

Não é porque eu tenho outra opinião que eu sou seu adversário. E se você tá muito incomodado com a opinião do outro, pela razão que for, mas você gosta do outro, você tem uma relação construída de anos, amigo de infância ou é o meu filho, como é que eu faço esse assunto sempre que vem à tona, a gente se belisca, a gente se atrita, sai faísca. A minha sugestão é, evite esse assunto. Se esse assunto vier à tona, você vamos mudar o rumo da prosa, porque a gente já tá ciente de que não temos a mesma opinião e que quando a gente conversa sobre isso, vem um baixo astral. Vamos valorizar aquilo que nos une e vamos deixar de lado aquilo que nos afasta. Eu acho que é por aí, sinceramente.

Não jogar gasolina na fogueira. Sônia Fajardo. André, como deixar de ser? Ela bota, entre aspas, cabeça dura e aprender a escutar e aceitar opiniões contrárias às nossas. Esse foi o tema do papo das novas especial do último domingo em que a gente fez. Sônia, acessa no YouTube, tá? Tá lá. Nós fizemos exatamente uma digressão sobre esse tema. Como é que a gente lida com as opiniões divergentes ou num cenário de indisponibilidade da escuta? Ouvir é um sentido humano. Escutar demanda atenção e respeito. Ouvir e escutar não são sinônimos. E a gente fez uma digressão sobre isso com citações de textos de pensadores, exemplificando em que circunstâncias a escuta faz toda a diferença.

E a gente não sabe escutar. E quando a gente não sabe escutar, a gente precipita o embate, precipita o desgaste, a entropia das relações, elas começam a definhar e isso não é desejável, né? Não é desejável, não é o que a gente quer para nós. Eh, seguindo em frente, perguntas que não foram respondidas no último papo das 9. Marcos Santos pergunta: "Poderia falar da experiência que você teve na materialização de espíritos?" Eu já comentei isso aqui algumas vezes. Foi anos atrás, o o Lar de Frei Luiz no Rio de Janeiro tinha um médium de materialização que já não está entre nós, já desencarnou, Gilberto.

E eu fui convidado para acompanhar uma sessão de materialização de um médico que atendia pessoas invariavelmente pacientes terminais. Havia todo um preparo do ambiente, 1 hora meia, 2 horas no escuro, porque a luz prejudica o ectoplasma que sai do médium e que reveste o desencarnado, uma luz mais forte é nefasta para essa substância que todos nós temos. Mas você, essa luminescência é muito nítida, que sai do médium e que é eh vira a matéria-prima da materialização.

E o médico realizando esse procedimento junto a um grupo de aproximadamente 20 ou 25, talvez 30, pessoas que foram em grupos de cinco ou de seis para um tablado aonde haviam as macas e esse médico com um instrumento que também foi materializado e esse instrumento na mão dele mudava de cor à medida que ele passava o instrumento por diferentes partes. do corpo físico desses pacientes, né? Eu é é difícil até de explicar. Eu eu já eu não preciso, graças a Deus, do fenômeno para acreditar na vida após a morte, mas o fenômeno ele é muito contundente na materialidade do que se vê. é um desencarnado, ele já morreu.

Como a morte não existe, para estar presente no plano físico e realizar uma intervenção, eh, digamos, na área da saúde, ele não precisa se materializar, tá? Mas ali nós temos outras questões embutidas, como o desejo do desencarnado sinalizar pra plateia que a morte não existe e que o tratamento também pode se desdobrar dessa maneira. Basicamente, eu acho que para não me repetir muito, que eu já falei disso aqui e é por aí. Cláudio Rinco de BH, bom dia, André. Estamos vivendo um momento similar ao a pré-segunda guerra mundial. O que que houve no pré- Segunda Guerra Mundial? Isso é interessante, né?

A ascensão de Hitler ao poder encontrou a Alemanha recuperada economicamente da Primeira Guerra Mundial, com a exaltação do nacionalismo, com um discurso fascista, beligerante em relação a quem não é pertencente à raçaana. a supremacia da raça ariana e militarmente potente. E aí você vai ter o início de uma guerra mundial com um discurso, como disse, que via o direito dos alemães em primeiro lugar, os alemães como uma raça superior, raça ariana. O America's first coloca os Estados Unidos numa posição absolutamente assimétrica em relação a outros países. É uma potência política e econômica.

O discurso de Trump já foi confundido desde o primeiro mandato como algo que vai na direção da supremacia branca dos Estados Unidos. Leiam sobre isso. Não, não, não se fi no que eu tô falando. Leiam vários discursos ou posicionamentos de Trump que soaram como música aos grupos que abertamente entendem que quando você fala supremacia branca não é um delírio, que a cor de pele define e a estigmatização de quem não é americano. perseguição bárbara, violenta, imposta aos imigrantes. Então, temos assim, vamos dizer, nesse sentido, cada um no seu quadrado. Eu não vou comparar Lé com CRÉ do ponto de vista da pessoa física de Hitler com Trump, tá?

Mas os contextos assim em que se deu ou que se deram os contextos em que se deram a ascensão dos dois, o discurso, o método, a maneira de intimidar, de oprimir, de ameaçar invadir, o o Trump já ameaçou invadir a Groenlândia, transformar o Canadá num estado americano. né? Já deixou claro que as forças armadas Americanas se julgam no direito de atacar grupos narcotraficantes de outros países sem avisar os governos dos outros países, o que pela lei internacional significa uma invasão. Sem a permissão do governante do outro país, você não pode entrar o Trump e não reconhece isso. É, camarada. Não, não é pouca coisa, tá? Você perguntou, eu respondi de bate pronto aqui.

Mas eu não acho que a gente esteja vivendo uma situação semelhante ao período pré-segunda guerra, porque é outro mundo, outras circunstâncias. o pensamento totalitário extremista remete ao que houve naquele período histórico, né? o desrespeito flagrante aos direitos de existirem outras nações soberanas e tentar deixar as outras nações de joelhos. America's first. que mais? Mr. Anderson. Mr. Anderson. Tenemos Mr. Anderson. Mr. Anderson. Vamos lá. Jubaladelli. Juubaladelli. Seguir explorando petróleo em vez de investir na transição energética vale a pena? Eu não vou dar uma opinião. Eu vou reportar o que dizem os relatórios do painel da ONU sobre mudança climática e o acordo de Paris.

Quem lê o acordo de Paris ou quem acessa os relatórios do CREM de la CREM da ciência climática expressos no IPCC, painel intergovernamental de mudança climática da ONU, diz o seguinte: "Eu vou tentar resumir aqui. Não é possível desacelerar a crise climática, abrindo novas jazidas de petróleo. Ponto um, a transição tem que se dar explorando as jazidas já conhecidas, retirando subsídios e incentivos à exploração de novas razidas e determinando o repasse desses recursos que, segundo o Fundo Monetário Internacional, no ano de 2022 somaram 7 trilhões de dólares em subsídios para carvão, mineral, petróleo e gás. Tudo combustível fóssil, queima, vira CO2, que aquece o planeta.

O setor de energia é o maior vilão do aquecimento global. Então temos um impasse, falar de transição energética justa, que é esse comercial do governo federal com a Petrobras, toda hora a gente tá vendo a televisão. Eu acho lindo transição energética justa. Sem metas claras de transição e prazos, do meu ponto de vista, é papo para boi dormir. A gente precisa fazer a conta de chegada. Não dá para ficar abrindo novas jazidas de petróleo.

Por exemplo, margem equatorial na Amazônia, você vai levar quando derem o OK para explorar 4, 5 anos para montar no litoral lá do Amapá a indústria do petróleo e há aproximadamente 30, 40 anos de exploração do que tiver lá embaixo da terra, do leito marinho, né? Eh, o mundo não não aguenta. A gente tem, vocês estão vendo o que é que tá acontecendo na Europa? Deixa eu abrir o par entender o senso de urgência. Já é a crise climática. Tem vários países enfrentando incêndios violentíssimos. Portugal, Espanha, por exemplo, Grécia, por exemplo, nesse momento.

E essa semana, eu dei isso na quarta-feira ao vivo na Globo News, um relatório da Organização Mundial da Saúde divulgado quarta-feira mostrou o seguinte cenário: saúde dos europeus, porque eles estão tendo verões cada vez mais turbinados de calor. A mortalidade na Europa por calor excessivo aumentou 30% nas últimas duas décadas. O registro de doenças infecciosas que são potencializadas pelo calor. Por exemplo, doença transmitida pelo mosquito. O mosquitinho começou a chegar na Europa quando como não chegava antes, porque aumentou a temperatura. Mosquito gosta de calor e humidade. #cheguei.

Começou a ter caso de dengue assim na Europa, 368% de aumento dos registros de doenças infecciosas, principalmente transmitidas por mosquito na Europa nos últimos 2 anos, 2023, 2024. Aumento das emergências médicas ligadas a questões cardíacas, renais e pulmonares, o calor como elemento detonador do desconforto e até certas patologias de ordem mental pelo distúrbio no sono. Boa parte da Europa não tem, como no Brasil, em alguns lugares do Brasil, ar condicionado. Eles não têm, não é um país tropical. A Europa não é tropical. O calor lá é eventual, era, passou a ser um calor excessivo.

Eles não têm infraestrutura para enfrentar o calor como nós temos em alguns lugares aonde há recursos para equilibrar e o sono fica prejudicado. E o sono desestabiliza as pessoas. Se você não dorme bem, você tá precisando de ajuda. Se você não recupera no sono, e um sono com calor é é um sono não restaurador. Então, veja, meus amigos, e a intercorrência de medicação de uso contínuo de certas patologias de ordem mental que não reagem bem ao calor excessivo. Eu memorizei tudo isso porque isso vai ser assuntado no programa de amanhã. A gente tá falando um pouco disso amanhã.

Aliás, se soluções de amanhã, 9:30 da noite na Globo News, inédito, vai falar sobre viadutos sustentáveis que aproveitam a área embaixo no Brasil inteiro, cara. Rio, São Paulo, Recife, tem um monte de lugar que você vai ter a farra do uso inteligente das áreas de baixo de viadulto. É um barato o programa, barato. Uso inteligente do Amanhã 9:30 da noite na Globo News. Então veja, a gente precisa fazer a nossa parte cobrando resultados, cobrando comprometimento das autoridades e das empresas, reduzindo emissões. É isso, é disso que se trata. Por isso que estarei em Belém em novembro acompanhando de perto a COP 30. Tá acabando o papo das nueve. Gratidão. Tudo de bom.

Um beijo aqui, ó, pra família do meu querido amigo Alfredo Cirquis, que já fez a passagem ontem. Houve uma homenagem a esse grande ambientalista brasileiro que foi um amigo, convivi com ele muitos anos e ontem, nessa homenagem que o deputado Carlos Mick concedeu em memorian a medalha Tiradentes, a mais honrosa medalha da Assembleia Legislativa a ele estiveram presentes, olha que lindo, Gilberto Gil, Fernando Gabeira, Lucélia Santos, Fábio Fel de Manchico Alencar, cara, uma turma, sabe que bota a mão na massa e faz a diferença. Guido Gel, Samira Crespo, ambientalistas históricos. Eu eu eu fiquei impressionado com a plateia.

Eu falei, gente, parte importante do ambientalismo brasileiro tá aqui nessa homenagem ao grande Alfredo Cirquis. Gente, tudo de bom, fiquem com Deus. Domingo eu estarei em Juiz de Fora. Eu vou tentar deixar gravado no YouTube, viu, Mr. Anderson? Tentarei deixar gravado até amanhã um papo das 9 especial e inédito no YouTube. Espero que dê tempo. Se não der tempo, a gente avisa. Olha, hoje estou em missão. Fora do Rio. Não meu. Tá bom. Ótima sexta-feira. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Até a próxima.

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