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Live especial do aniversário de 6 anos do Papo das 9!!!

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a todos e todas onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, do jeito que vocês estiverem. Ótimo dia, de especial. Domingo, 22 de março, dia do aniversário do Papo das Novas. Estamos celebrando hoje 6 anos de existência. 22 de março de 2020 foi transmitida a primeira live durante a pandemia do Papo das 9.

Foi algo realmente muito importante para mim como comunicador. E o Papo das ve sendo um exercício de comunicação em favor da promoção da saúde psíquica e emocional. A pandemia passou, mas as demandas múltiplas num mundo tão turbulento, agitado, confuso, belicoso, tantos desafios, achei por bem dar prosseguimento, não mais diariamente, mas três vezes por semana, quartas, sextas e domingos, nesse exercício de comunicação. E comunicação é a palavra-chave do papo de hoje. Eu já vou aqui então direcionar a nossa conversa na direção da importância estratégica fundamental, viseral da comunicação para a nossa saúde física, mental, psíquica, emocional, espiritual.

A comunicação nos define, porque nós somos seres sociais e precisamos da comunicação para existir. Mesmo quando há algum impedimento de ordem física, uma pessoa que não consegue mais enxergar, não consegue mais ouvir, ou mais de um sentido fica comprometido, ou mesmo quando se trata de um caso muito grave de paralisia cerebral, a pessoa parece estar em estado vegetativo. Verdade, para nós espiritualistas, de uma forma geral, mas espíritas em particular, há ali um espírito na plenitude das suas faculdades espirituais em circunstâncias, nesse caso, de uma paralisia cerebral extrema, muito hostis de comunicação, mas ali há um ser inteligente com toda a sua capacidade de se comunicar. eh sofrendo um impedimento grave ou severo. Nós somos seres sociais, precisamos uns dos outros e a forma como a gente existe demanda a comunicação.

Isso em diferentes níveis, em diferentes momentos, o tempo inteiro nós estamos nos comunicando uns com os outros. Então, a melhor forma de eu celebrar 6 anos de existência no Papo das 9, outro dia nós comemoramos 1000 edições do Papo das 9, mas hoje quis o destino que coincidisse com o dia de exibição do Papo domingo, coincidindo com o Dia Mundial da Água. Eu acho isso fantástico, porque lá atrás eu não premeditei, ah, vou começar o papo das 9 do dia da água. No auge da pandemia, mortalidade em alta, sem vacina, isolamento social, não dava para pensar muito em dia da água. A gente tava muito, eu diria, atormentado com aquelas circunstâncias.

Mas essa coincidência é curiosa, porque água é fonte de vida. Água é o a substância, vamos chamar assim, fundamental para a vida em abundância. E a comunicação e a água tem isso em comum. A comunicação e a água são vitais, são estratégicas, são a base para você ter a vida, né? A vida.

Então, eh, voltando paraa questão da comunicação, quando você pensa assim, a nossa existência, então você nem vou falar de reencarnação, vamos pensar o início da nossa existência atual a partir da fecundação, né? espermatozó, óvulo, um corpúsculo que vai ganhando forma ao longo de uma gravidez que dura em média 9 meses. Esse corpúsculo que tem ali um ser vivo que vai se aprimorando num corpo cada vez mais complexo, ele se comunica com a mãe. Esse intercâmbio entre feto e mãe é uma das coisas mais espetaculares da nossa biologia e não foi ainda totalmente revelada, penso eu, as singularidades dessa conexão. É uma comunicação constante de ordem psíquica e emocional.

Os fetos registram as emoções das mães. Os fetos registram as vozes que vem de fora de outras pessoas, do pai ou de outras pessoas. Quem estuda regressão de memória ou TVP, terapia de vidas passadas, haverá de descobrir que existem relatos espontâneos, porque a forma que eu acho menos arriscada de fazer essa essa terapia, ela precisa estar muito bem justificada, não é para qualquer um, nem de qualquer jeito, mil cuidados, mas a regressão de memória, por vezes, estaciona no momento do parto ou em algum momento da gestação, que significou algo muito forte para este que fez a regressão e estava no ventre da mãe. É muito interessante a comunicação. A gente precisa atentar para isso, né?

Quando a gente fala que há uma falha na comunicação, olha o que que eu vou dizer e vê se você não concorda, porque para mim tá muito bem fundamentado isso, não é uma questão de fé. Quando há falhas na comunicação, você tem a ruína da política, porque a política é a arte do diálogo, da troca e do respeito a quem pensa diferente. Os bons políticos são aqueles que não deixam de falar com quem pensa diferente, buscando o quê? Os acordos possíveis. Estamos no ano eleitoral.

Veja como eu tenho uma boa inveja dos países aonde em campanha política você não se assemelha a um lutador de valitude que parte para cima do outro querendo despedaçar. Não, pensamos diferentes, mas isso não nos faz inimigos. Nós somos opositores. Um, um tem uma ideia, outro tem outra. a gente pode até ter um debate acalorado em torno das ideias, mas isso isso não justifica a beligerância extrema, eu diria, uma aversão absoluta ao outro, que haja a educação e a civilidade de pontuar suas ideias sem querer destruir o outro.

Então, problemas na comunicação, o ruído na comunicação, o esgaro da capacidade de comunicar abre caminho para uma ruptura que tem sequelas invariavelmente graves na ordem social. Vamos colocar nesses termos. Você pode colocar isso no plano pessoal, aonde a comunicação não flui. Ah, deixa eu falar ainda, a gente tá vivendo guerras inacreditavelmente evitáveis, né? Guerras evitáveis.

Eh, a guerra, o fracasso absoluto da comunicação, do diálogo. A guerra é resultado da ruína da diplomacia. Então, aonde a comunicação não acontece, aonde há uma ruptura na capacidade de você se comunicar, você colapsa algo, colapsa um projeto, colapsa um processo, todos perdem. Isso vale, isso explica as guerras, que é o fracasso absoluto da capacidade de se comunicar e se fazer entender e buscar um acordo. Isso vale paraa política de uma forma geral, em diferentes instâncias.

o fracasso, a ruína da capacidade que a gente precisa ter de se comunicar minimamente bem. Eh, isso explica eventualmente o fracasso de uma relação a dois. Pode ser um namorado, noivo, casado, o que seja, você não se comunicou adequadamente, há ali uma um iato, né, um vazio, algo que não ficou bem explicado, não ficou bem transparente. E isso é terrível, isso é detestável, né? Quando você fala, por exemplo, eh, da importância do exercício da comunicação em família, ensinar desde cedo a criança a como se expressar, como se comunicar, ela tá prestando atenção nas mensagens que vêm dos pais ou responsáveis e de todos ao redor.

Ela se comunica o tempo todo. Ela ainda não tem o dom da palavra, ela não tá ainda madura intelectualmente, mas ela é uma esponja ambulante. A comunicação vai definindo o que ela entende que seja o mundo, aquilo que significa ser o certo, aquilo que significa ser o errado. Ela vai decodificando as mensagens. É a comunicação que vem do que está à volta.

Depois vem a escola, os professores transmitem o conhecimento. Os professores realizam a nobre tarefa da instrução através da comunicação. A comunicação é o óleo lubrificante do conhecimento e da sabedoria que vem por aí. é a comunicação primeiro na escola, depois na universidade. É essa maneira com que a gente vai se apercebendo do que é o mundo, do que é o universo, das leis que regem a vida, da história desse planeta, da nossa história no orb.

Tudo através da comunicação. Os grandes guias, mensageiros espirituais, mestres ascensionados, avatares, se dá um um monte de nome por aí para aqueles que foram reconhecidamente importantes instrutores espirituais. Nós aqui num país de maioria absoluta de cristãos, Jesus foi um rabi que na época a palavra rabi significava mestre dos mestres. Portanto, as parábolas de Jesus até hoje na área da pedagogia são considerados ou consideradas as parábolas exercícios extremamente sofisticados de comunicação na tentativa de explicar algo que aquele público alvo, os alunos do Rabi não estavam ainda aptos a perceber e reconhecer, entender. Então, a metáfora, ela, as histórias das parábolas, elas trazem elementos didáticos e pedagógicos muito interessantes que através dessas histórias reuniam lições de ordem ética e moral que mais tarde ficou evidenciado no estudo dos Evangelhos.

O evangelho é um exercício de comunicação, a boa nova, o legado de Jesus, ele comunicar aos discípulos, através de palavras e atos a diretiva da lei do amor. A diretiva da lei do amor. Tudo isso é um exercício de comunicação o tempo todo. Vejam sobre o que estamos falando aqui. Hoje é aniversário do Papo das 9, 6 anos.

Esse é um exercício de comunicação e e isso nós somos a Quantas vezes eu usei essa expressão aqui no papo, nós somos a comunidade dos diferentes, mas isso não nos faz inimigos uns dos outros. A comunicação, portanto, permeia as relações interpessoais e determina a saúde ou a decrepitude dessas relações. Você pode comunicar para o bem, você pode fazer uma comunicação útil, inspiradora, edificante, mas você pode comunicar para o mal. são os desafios do nosso tempo nas redes sociais tóxicas, ainda não suficientemente eh vigiadas ou enquadradas pelos governos, né? Quer dizer, nós temos um problema na ampla veiculação de conteúdos tóxicos que remetem a inúmeras violências e cometimento de crimes, que não é porque está situado no universo virtual que deixa de ser um crime tipificado no Código Penal.

Então, nós temos também aí uma, é o momento agora, não é toda comunicação que nos interessa, existem comunicações que nos ameaçam. Feito esse preâmbulo, eu vou aqui discorrer a partir de trechos, de capítulos de dois livros meus livros também são exercícios de comunicação. Esse que vos fala é um comunicador profissional. Eu sou jornalista, quer dizer, eu fiz a faculdade de jornalismo, fiz uma pós-graduação em gestão ambiental na COP. Então, minha comunicação, ela se, meu exercício de comunicação se desdobra em diferentes frentes, no jornalismo profissional, nas redes sociais, como professor há 22 anos na Pontifícia Universidade Católica do Rio como jornalista no curso de jornalismo ambiental, nas palestras que eu faço presencialmente ou virtualmente e como escritor.

Então, tem dois livros aqui, sabedoria no dia a dia, que é a celebração, ó, do Papo das Noves. [risadas] Esse livro é Filhote do Papo das Nove. E aí tem, eu peguei aqui dois capítulos que eu acho bem bem interessante, eh, e que trazem assim, penso eu, ingredientes saborosos pra gente refletir sobre isso. Vocês sabem, o sabedoria no dia a dia foi inspirado no seguinte princípio. Eu escolhi do livro Minutos de Sabedoria, que esteve presente esses 6 anos até aqui de Carlos Torres Pastorino, abrindo ao acaso e fazendo reflexões.

Eu escolhi algumas mensagens daqui. Eu escolhi aí, não é abrir o caso, não, eu escolhi. E a partir dessas mensagens eu fiz uma reflexão. Então, logo no capítulo 3 que eu intitulei o poder da palavra é a mensagem 38. Vou ler agora a mensagem 38 do livrinho que eu escolhi para aparecer no livrão.

Policie suas palavras. Evite termos impróprios e anedotas pesadas. Lembre-se de que tudo o que dizemos permanece em nossa atmosfera mental, atraindo aqueles que pensam da mesma forma e que passarão a formar o círculo comum em redor de nós. Não ofenda, com palavras baixas os anjos de Deus que se afastarão de você horrorizados. A boa educação se manifesta também através das palavras que partem de nós.

Muita informação num trecho curtinho. E eu fiz aqui a minha digressão, não vou ler o o para o o texto todo, mas aonde eu queria compartilhar com vocês nesse dia de celebração dos 6 anos do papo. Se tivéssemos plena consciência do poder das palavras, seríamos certamente muito mais cautelosos e prudentes no emprego dos vocábulos nas mais diversas circunstâncias da vida. Quantas existências foram transformadas a partir da palavra certa dita no momento certo ou arruinadas as existências pela palavra gatilho que implode a esperança e a autoestima. As palavras que abençoam vibram numa frequência bem diferente daquelas que amaldiçoam.

Palavras que fazem rir ou chorar, aproximam ou afastam, acolhem ou desprezam, relaxam ou tensionam, são ditas todos os dias o tempo todo. Aí eu pego um trecho do livro Fonte Viva de Emmanuel pela psicografia. de Francisco Cândido Xavier, que diz: "Não nos esqueçamos de que nossos pensamentos, palavras, atitudes e ações constituem moldes mentais para aqueles que nos acompanham". Viu o que que é comunicação? Emanuel tá falando aqui.

Nossos pensamentos, nossas palavras, nossas atitudes, nossas ações constituem moldes mentais para aqueles que nos acompanham. Nós interagimos uns com os outros o tempo todo, mesmo quando você não lembra disso. Eu vou dar um exemplo que eu adoro esse exemplo porque eu já sensorialmente percebi isso em mais de uma oportunidade. Você tá andando na rua e tem um resíduo no chão, pedaço de embalagem plástica de qualquer coisa. Tá passando um monte de gente pela rua, ninguém para para pegar aquilo no chão e colocar na lixeira.

Você decide interromper a sua caminhada, seu deslocamento, pega aquele resíduo, dá três ou quatro passos e coloca na lixeira. Você não fez isso para se exibir para ninguém. Você não fez isso imaginando que alguém pudesse estar ali pronto para dar um retorno. Não, você fez porque você sabe ser o certo. Ao fazê-lo muito claramente para mim é um gesto que causa alguma reação, ainda que silenciosa e discreta naqueles que não pegam o resíduo no chão.

Você leva a pelo seu gesto as outras pessoas a uma reflexão. Isso pode acontecer também na praia ou na praça que estão sujos e você vai lá e pega o resíduo dos outros e joga na lixeira. você causa, isso causa um efeito. Não é possível as pessoas ficarem completamente indiferentes a isso. É uma informação que tá sendo levada, produzida a partir do gesto e é uma informação muito poderosa porque ela vem da atitude.

É a pedagogia do exemplo. Isso é comunicação. Você se comunica sem abrir a boca. Você se comunica pelas suas atitudes. Aliás, essa comunicação é poderosa.

Eu já falei aqui a minha percepção do legado de Jesus. Se Jesus ficasse eternizado na história do evangelho, apenas pelo que disse, eh, suas parábolas, suas preleções, né, o sermão do monte, se fosse um bom orador ou contador de histórias, penso eu, ele não teria esse legado que fez por merecer a partir não apenas dos ensinamentos vioral que ele não escreveu nada, mas principalmente, penso eu, pelo exemplo da atitude. Ele praticou o que ensinou. Então, continuando aqui na reflexão que fizemos no capítulo 3 do sabedoria no dia a dia, toda palavra encerra uma ideia cujo efeito é imediato naquele que a ouve para o bem ou para o mal. Não é exagero dizer que as palavras podem determinar fatores de cura.

ou adoecimento. Quanto maior o repertório de palavras positivas e inspiradoras de alguém, maior o número de pessoas desejosas de permanecer por perto para degustar desse banquete. Muda-se a psicosfera de um lugar, o campo eletromagnético de um lugar, em que as palavras expressas com amor reverberam o hálito de Deus. Eu adoro essa expressão muito forte. Nós estamos imersos aqui, né, nesse fluido cósmico universal.

E as palavras expressas com amor reverberam o hálito de Deus. Acho isso interessante. Numa das mais preciosas lições do Evangelho, Jesus nos aconselha o vigiai e orai, para que nos livremos das situações desnecessariamente embaraçosas, desgastantes ou mesmo dolorosas. Isso vale especialmente para quem fala sem medir as consequências do que diz. Num tão turbulento e confuso, onde a maioria das pessoas que gostam de falar não estão minimamente interessadas em ouvir as palavras dos outros, que possamos caprichar nas palavras que aproximam sem descuidar da escuta paciente, igualmente acolhedora.

Isso é sabedoria no dia a dia. Que eu vou agora pegar a carona, já que eu falei do da importância da escuta, no outro livro, a força do um, fizemos uma reflexão, porque a escuta faz parte do exercício da comunicação. Não existe comunicação quando só tem um lado, táelando. A comunicação requer o emissor e o receptor. Isso eu estudei no primeiro período da faculdade de jornalismo.

Tem o emissor, o receptor da mensagem. A comunicação no sentido teórico mais básico é isso. É preciso haver um emissor, é preciso haver um receptor da mensagem. E aí no outro livro, A força do um, a gente faz a reflexão exatamente sobre a conversa. E tem outra, são duas, cara.

Quem ama escuta. É o capítulo 16. Vou começar por ele. Tudo comunicação, gente. Papo das 9 celebrando 6 anos de existência de comunicação.

Então vamos lá. Quem ama escuta. Capítulo 16 da força do um. Um dos produtos mais raros no mercado é uma escuta atenciosa. Para ouvir basta a audição.

Para escutar é preciso ouvir com atenção, mostrar interesse. Não vou ler o capítulo todo, vou pegar o trechinho que me chama mais atenção aqui. A aversão à escuta explica em parte muitos casos de solidão e até alguns distúrbios e transtornos que acometem ou se agravam em pessoas que permanecem encapsuladas em si mesmas, sem oportunidade de falarem sobre si, sobre seus problemas, de desabafar abertamente, sem constrangimento ou pudor. A maior prova de que isso, do meu ponto de vista, é verdade, é o trabalho do Centro de Valorização da Vida, CVV, que promove a formação gratuita de voluntários desde 1962, para exercitarem a escuta atenciosa e amorosa de toda e qualquer pessoa que tenha a necessidade de falar, de compartilhar, de desabafar. E é interessante o meu contato com os voluntários do CV.

Eu aprendi nesse contato que parte das pessoas que faz a ligação pro CVV se comunica pela internet, pelo chat. Não é para falar de problemas, não é só para desabafar em relação a um problema que tá castigando ali e a pessoa não tem com quem conversar, não tem como desabafar. Imagina essa aflição. Você liga lá pro CV e o CVV tá preparado para te escutar. Isso é reconhecido pelo Ministério da Saúde do Brasil já há muitos anos, não é agora não, como um serviço de utilidade pública.

Isso descomprime a alma da pessoa e isso não raro pode significar a redução de um tormento que pode agravar uma psicopatologia. É disso que a gente tá falando. Mas quem liga pro CVV também pode estar querendo compartilhar um momento muito feliz, só que sofre porque não tem com quem compartilhar esse momento muito feliz. Ah, o meu filho passou no Enem. Só que você não tem com quem falar isso.

Ou porque você não quer falar sobre esse assunto com certas pessoas, ou porque você já sabe que as pessoas com quem você eventualmente gostaria de falar isso não vão valorizar como você essa informação. Então você se acautela e diz: "Não vou perder o meu tempo". Pessoa liga pro CVV para contar notícia boa também, porque nós somos seres sociais, nós precisamos nos comunicar uns com os outros. E isso explica, como disse, em boa parte o sofrimento atrz que algumas pessoas, e não são poucas, t por não terem a oportunidade dessa troca ou desse exercício de comunicação. Então, a gente fala do CVV e eu encerro o capítulo dizendo: "Escutar é verbo auxiliar de amar.

Se você ama alguém, aprenda a escutá-lo. O aprendizado é difícil, é duro, mas absolutamente necessário. Nenhum de nós, a começar por mim é um bom ouvinte. Esse precisa ser um exercício diário. Eu já disse para vocês aqui 1 vezes, eu vou dizer de novo.

Eu já perdi a conta de quantas vezes eu falei para vocês. Tem gente que me super me coloca numa prateleheira onde eu não estou. Ah, você é evoluído, é um ser de luz. Você isso, não sou. Eu já falei, vou repetir.

Eu não sou. Eu sou um aprendiz do espiritismo cristão. O papo das não é um exercício de comunicação paraa promoção do espiritismo. O papo das ve é apresentado por um espírita. É diferente, não é a mesma coisa.

Então, há momentos em que eu me reservo o direito de compartilhar aquilo que me parece sensato, fazendo a ressalva. Você não precisa acreditar nisso, você não precisa ir nessa direção. Eu sou uma pessoa que precisa dominar a própria impaciência e, por vezes, a dificuldade de escutar com toda a atenção do mundo, inclusive algumas pessoas próximas, dependendo do momento. Eu sou uma pessoa muito inquieta, muito agitada, muito impaciente no dia a dia. É, eu sou, como é que é que chama?

Bicho carpinteiro, né? Bicho carpinteiro, que minha, acho que minha, era assim que minha avó falava, bicho carpinteiro. Então, a gente precisa falar a verdade. É um exercício espiritual falar a verdade. Eu sou absolutamente imperfeito.

Eu tô aqui para aprender a ser gente e usar os recursos ao meu alcance, aquilo que Jesus chamava, que todos temos na parábola dos talentos, né? Todos nós servimos para alguma coisa. Você tem alguma aptidão? Se nessa vida, ao que me parece, eu vim com o recurso da comunicação, que eu faça bom uso dessa ferramenta, que ela seja útil para todos os que estabelecerem contato comigo e que eu melhore enquanto ser humano no exercício da comunicação. Então, no último parágrafo aqui, eu vou repetir, a gente diz: "E escutar é verbo auxiliar de amar".

absolutamente necessário. Tá aí o mérito do CV ensinando os voluntários a escutarem sem fazerem juízo de valor. Já fizemos há relativamente pouco tempo, esse ano, uma reflexão aqui no Papo das Novas sobre a nossa facilidade, isso é cultural, de rotularmos as pessoas. Você mal conhece, você nem a pessoa nem abriu a boca, mas você já fez um juízo de valor pelo jeito dela, pela aparência dela, pela cor de pele dela, pelo que ela tá vestindo, por ela dizer que veio de tal ou qual lugar do Brasil ou na tua cidade, por ela dizer que mora nesse ou naquele bairro, aí você já vai rotulando. Isso não é comunicação, isso é preconceito.

Então, a gente se surpreende. Eu não sei vocês, quantas vezes vocês já se surpreenderam. Eu já me surpreendi quando eu tive a oportunidade de conhecer melhor pessoas que num primeiro momento, sabe aquela coisa, primeira impressão. Tem o ditado que diz: "A primeira impressão é a que fica". Então, quando você rotula e diz assim: "Opa, essa pessoa é assim, essa pessoa é arrogante, essa pessoa é mau caráter, essa pessoa não presta, essa pessoa não é confiável.

Nós precisamos nos livrar urgentemente, urgentemente desse condicionamento. A parábola do bom samaritano no Evangelho, já aquela época, eu tô falando de 2000 anos atrás, Jesus ele já havia essa inclinação de você estigmatizar pessoas por vezes pelo seu lugar de origem. Pelo seu lugar de origem. Isso tá acontecendo hoje em 2026. As guerras em curso no mundo, elas trazem esse componente do estigma.

Se você não é daqui, se você não segue a minha corrente cultural ou religiosa, se você não é dos meus, você é meu inimigo e você, ó, vai embora. Segue o caminho da violência, do preconceito e da intolerância. pobre daquele. A gente tá no ano eleitoral que faz política sem apresentar propostas, apenas estigmatizando o outro. Você perde tempo na campanha eleitoral ou nos debates sem ter a condição, talvez por incompetência, de não ter uma proposta clara, mas você surfa na onda do eu vou me esmerar em destruir a credibilidade, o prestígio, a reputação do outro.

E aí, Babal? É o fracasso do político, né? Então, esse é um capítulo aqui do da força do um, que eu já vou emendar com outro, que tem outro capítulo aqui que eu peguei que eu acho que se presta no aniversário do Papo das 9, a gente tá falando da do poder da comunicação e como a gente precisa ter a clareza de como no dia a dia a boa comunicação é um projeto espiritual. Penso que não é possível evoluir espiritualmente sem a gente se dar conta do poder que cada um de nós tem. Cada um mesmo, cada um no dia a dia, na maneira como essa comunicação se desdobra em diferentes frentes, mesmo quando você não se dá conta disso.

Então, tem um outro capítulo da do livro A força do um, conversando, é que a gente se entende, é o capítulo seis e ele começa assim: "Boa parte das crises de relacionamento em diferentes setores da vida e da sociedade tem origem exatamente no fracasso do diálogo, na indisponibilidade para uma conversa, na intolerância e na impaciência que prejudicam a nossa comunicação. Aí a gente fala das crises políticas, a gente fala do perfil de quem tem o poder e usa o poder de uma forma a se apresentar como alguém que não é ungido por Deus para comandar. é alguém que temporariamente estará no exercício de uma função de liderança e que para ser um bom líder precisa escutar os liderados, precisa entender o que que os liderados querem, se comunicar bem com eles. E aí vem no livro aqui, a cultura do diálogo que lubrifica as engrenagens da democracia oxigena as relações interpessoais, especialmente no casamento. A intimidade de um casal é construída a partir da confiança que vem da troca, do compartilhamento, do fluxo de informações que permeiam uma história de amor.

Quando um casal perde o hábito de conversar ou manifesta desinteresse crescente em saber eh como vai a vida do outro, a saúde da relação está ameaçada. Igualmente, o fracasso do diálogo entre pais e filhos, tudo é comunicação. Tudo é comunicação. O fracasso do diálogo entre pais e filhos tem justificado boa parte dos problemas enfrentados por meninos e meninas que se ressentem dessa ausência de atenção, de afeto, carinho, disponibilidade. E aí o que que acontece?

Depressão, automutilação, uso de drogas são comumente associados à sensação de abandono ou descaso dos filhos em relação aos pais ou responsáveis. Quer dizer, não basta estar fisicamente junto, é preciso demonstrar interesse, vontade, disponibilidade. É, não é simples. Não, não, não, assim, não pode ser superficial, não pode ser um jogo de cena. É importante promover ambientes nos quais a solidariedade, a parceria e a cumlicidade sejam determinantes para a qualidade de vida do grupo.

Que isso seja prazeroso, que seja saudável e determine o bem-estar das pessoas. Isso não é apenas possível, isso é absolutamente necessário. Eu vou pegar o último capítulo que eu separei para nossa reflexão, voltando ao livro Sabedoria no Dia, que é o falar com Deus. E falar com Deus também é um exercício de comunicação. Falar com o ser superior, você se comunicar com o plano espiritual é um exercício de comunicação.

A mediunidade é um exercício de comunicação. mediunidade, quando a gente fala eh saindo do campo espiritual, mas eu já falei aqui de um novo problema de saúde causado pela distância nossa do meio natural, da natureza. Então tem um transtorno de déficit de natureza. E esse transtorno de déficit de natureza também é um problema de comunicação. A gente quando a gente não se aproxima e não troca, eu tô falando energeticamente com o ambiente natural que nos provê de fluidos revigorantes.

A paisagem te fortalece, uma paisagem deslumbrante te nutre. Quando você anda descalço na praia ou num numa estrada de terra batida, quando você entra numa floresta, quando você põe a sua mão na água do mar, ou mesmo na na no córrego que você coloca a mão para ver a temperatura da água e passa a água no rosto, quando você interage, quando você troca com meio natural, é uma nutrição absurda. Aliás, isso está presente no livro Espiritismo ecologia, nas citações que faço de uma obra de André Luiz ditada ao médium Francisco Cândido Xavier, quando fala que nós o tempo inteiro somos bombardeados de diferentes energias que emanam das profundezas do solo, dos minerais que t o seu magnetismo. Isso nos alcança, salvo se você tiver de tênis ou sapato consolado de borracha, porque é isolante e corta a capacidade de interação. Se você tá descalço, [risadas] ai vai ter bicho do pé, a vou machucar o seu lado do pé.

[risadas] Tudo bem. Bota o pé no chão, cara. Bota o pé no chão. Recebe essa força telúrica. Nutra-se dela, que isso faz toda a diferença.

Os abraçadores de árvores. Você já abraçou alguma vez uma árvore? Ai, não. Eu tenho medo de as pessoas acharem que eu tô enlouquecendo, de ser um ridículo, de ser um idiota. Pelo amor de Deus, passe por essa experiência uma vez na vida.

abraça uma árvore e depois me diz como é, como foi. Quando a gente vai pra praia, às vezes a água tá muito fria. Aí eu faço maior lobby assim para Cláudia. Vai lá, Cláudia, molha a cabeça. Ela não tá gelada a água, mas é rapidinho, dá um tibum.

Porque essa imersão na água é interessante, né? Ah, o a cerimônia do batismo, né, São João Batista, quando batizou Jesus, mergulhando Jesus nas águas do Jordão. E isso é uma prática que alguns segmentos, principalmente evangélicos, né, reproduzem assim da da imersão na água. Cada um haverá de ter a sua explicação para isso, do sentido simbólico disso. Para mim é o simbólico e o sensorial, essa imersão, sabe que é o é o banho e revitalizante que dá um a água é o elemento mais neutro do universo e ela permite um refazimento ou simbolicamente um renascimento.

Berti Demétrico tá dizendo aqui que nunca abraçou uma árvore porque tem medo de passar para ela alguma coisa que não seja boa. A árvore vai tirar de letra. Vai tirar de letra. Ela tá muito mais protegida dos maus fluidos do que a gente. Vai por mim.

A árvore tem a sua, ih, eu não vou nem entrar muito nesse médico, que eu tô me lembrando aqui de textos, não só de André Luiz, mas do próprio pastorino falando dos elementais da natureza e dessas forças. Mas vamos lá. Falar com Deus. Isso é a mensagem 29 do minuto de sabedoria, que no livro Sabedoria no Dia. Eu reproduzo a mensagem e faço a minha digressão.

Falar com Deus. Que que disse? Pastorino? Eleve seu coração em prece, mas evite recitar fórmulas lindas ou decoradas que de seu coração partam as palavras espontâneas, como você faz quando conversa com amigo querido. Prece não é obrigação que alguém desempenhe para se ver livre de um peso.

ore fervorosamente, mas sentindo as palavras que profere, para que a ligação com as entidades angélicas seja efetiva e real. Faça da oração um hábito indispensável à saúde espiritual. Gente, eu nunca falei isso que eu vou falar agora, mas é um insite que eu tive aqui. Pastorino escreveu esse livro na década em 1960. 1960.

Portanto, antes do Concílio Vaticano II, que revolucionou mesmo as práticas religiosas dentro de uma igreja católica, porque até então a missa era em latim, com o padre de costas pro público, pros fiéis. Era uma coisa onde a comunicação, no entendimento da própria igreja não fluía bem, dependendo do lugar do mundo e das circunstâncias. O conselho Vaticano II determinou uma revisão de procedimentos. Então, sim, podemos falar a missa, recitá-la no idioma de cada lugar do mundo, e sim de frente pro público, interagindo com o público. É um diálogo, é uma evocação, é uma inspiração que precisa ser uma experiência espiritual plena.

E não será uma experiência espiritual plena se a comunicação igualmente não for plena. Então, Pastorino escreveu isso. Pastorino foi padre, gente, e ele abdicou do sacerdócio quando se converteu espiritismo. Isso daqui escrito em 1960, ele falar para evitar fórmulas lidas ou decoradas, isso era algo frontalmente contra a prática dominante da Igreja Católica no Brasil, que representava uma fatia bem maior do que hoje, de opção religiosa. É o mérito dele.

Aí que que eu fiz aqui? A digressão, né? Em todas as religiões ocorrentes espiritualistas, a prece é exaltada como o exercício sublime de contato com Deus ou com forças superiores que nos assistem e nos protegem. Mas para que essa comunicação seja bem-sucedida, é preciso elevar a frequência do pensamento, ajustar a sintonia e qualificar o meio pelo qual podemos ou pedir, ou louvar, ou agradecer. Pedir, louvar, agradecer.

Do contrário, é forçoso dizer que a prece constitui pura perda de tempo e energia. É doloroso dizer isso. Muita gente, é uma opinião minha, você pode não concordar, passa por vezes muitos minutos, talvez horas, talvez horas em prece, sendo que essa prece é absolutamente inóqua. Ela não traz nenhuma experiência concreta de contato com o plano espiritual. É doloroso isso, porque eu eu creio que isso acontece numa escala preocupante.

Pessoas que seguem receitas, recitam fórmulas e acham, sabe aquela série Harry Potter, eh, da magia? Você recita aí uma palavra aí, aí alacava. Aí, pronto, aconteceu. Por quê? É porque eu falei lacabacaabum, como se fosse automático assim, não, você falou, tá, tá falado.

Não, não, não funciona assim com a prece na visão de muitas correntes espiritualistas, inclusive o espiritismo. E pastorino diz isso com todas as letras. Não é para ser uma prece recitada, como se fosse assim, você lê para alguém uma receita de bolo, a comunicação falha. Hoje, aniversário de 6 anos do papo das falando de comunicação, porque esse aqui é um exercício de comunicação. A comunicação para fluir, ela tem que estabelecer como ponto de partida a sua integridade.

Você tá inteiro ali, você tá pleno ali, ali você tá se expressando na sua verdade. Então, Gilberto Gil, né? Se eu quiser falar com Deus, tenho que ficar a sós, tenho que apagar a luz, tenho que calar a voz. A letra é linda, Gil, que na pandemia a gente fez entrevista com Gil durante a pandemia, tá lá nos arquivos do Papo das Novas. Nós precisamos nos dar conta, então, que a prece é um exercício de sinceridade absoluta.

Pode ser uma prece rápida. O importante é que seja com a sua verdade, com as suas palavras. Ah, pode ter gíria. Se você fala com gíria, se a gíria é uma palavra forte no teu vocabulário, se você se expressa muito usando gira, por exemplo, pessoa evoca a presença de Deus na vida dela, dizendo: "Deus, me ajuda?" Qual é, Deus? Qual é?

Qual é? Alguém mais erudito vai dizer: "Que conversa mais grosseira com todo poderoso?" Não, não é grosseira se você vibra naquela frequência por inteiro, se essas palavras estão repletas de significado e sentido, porque são vocábulos que você usa no dia a dia, se comunica assim e fala assim. É isso que interessa, a tecnologia da prece. Eu vi isso uma vez assim, achei o máximo. A tecnologia da prece, cara, que a prece é uma tecnologia, uma técnica, é uma forma de comunicação e que ela não se resolve por palavras.

Ponto. São sentimentos genuínos que estão ali adensados e canalizados no momento da prece. Jesus é taxativo quando recomenda que antes de elevarmos o pensamento a Deus, reconciliemo-nos com quem tenha algo contra nós. Quem pede perdão a Deus e não perdoa ou não pede perdão ao próximo. E quem reividica ajuda do alto, mas permanece insensível ao irmão, mais necessitado, terá problemas de conexão.

Olha como é que Jesus, ele sabia muito das coisas. A pessoa pode até se recolher em prece com muita sinceridade, mas se ela para com Deus, pede clemência, pede perdão, e esta pessoa que pede isso, não exercita isso para com o próximo, é Jesus quem diz: "Olha, vai lá primeiro e te reconcilia". Por quê? Porque senão a tua vibração, a tua sintonia não vai funcionar bem, você não vai conseguir alcançar esse nível de comunicação. Eu me lembro numa das biografias de Chico Xavier, ele tava Chico Xavier trabalhava para ganhar o ganhava pouco como servidor público, né?

ganhava pouco na na função dele e tinha as atribuições no centro espírita também dele lá em Pedro Leopoldo ainda, salvo engano, tava nemaba. E aí o que que aconteceu uma vez? Isso aí é um dos relatos dos biógrafos do Chico. Ele tava atrasado pro compromisso no centro espírita, saindo do trabalho que teve lá, um serão, coisa e tal, picou a mula caminhando, correndo quase e alguém interpelou o Chico na rua. Chico, preciso falar com você.

O Chico, agora não dá, agora não dá. [risadas] Andou uns 10 m, aparece semana, falou meia volta. vai falar com ele. Aí o Chico, eu não tô entendendo. Eu tô fazendo lá no centro um trabalho espiritual.

Você me aumentou. Você sabe qual é a importância do trabalho? Eu já vou chegar atrasado. Eu já vou chegar atrasado. E você tá pedindo para eu voltar.

Aí, Emanuel, explica. A pessoa que queria falar com você não entendeu a tua pressa e as tuas razões e agora a desilusão dessa pessoa te alcança. Isso não te favorece porque você é um médium extremamente sensível. Vai lá falar com ela. Você precisa primeiro falar com ela para depois seguir o teu caminho.

Ah, eu queria ser tanto igual ao Chico. Eu pelo menos ter um Emmanuel. Quer dizer, eu não queria ter o Emmanuel do jeito que ele é, não. Eu ia sofrer para burro, porque Emanuel era duro na queda. Mas era é sempre bom ter alguém que apareça assim, diz assim: "Meia volta fala de novo." Porque às vezes a gente não consegue realmente prestar atenção nesses detalhes, dar a devida atenção a alguém que eventualmente para você vem num momento que não é o ideal.

Você tá indo resolver uma questão que é grave, é severa, você já tá impregnado de uma energia sintonizada com a demanda que está por vir. E aí você é interpelado por alguém. Esse alguém pode guardar uma péssima impressão de você e vai estar na razão dela. Ninguém é obrigado a saber o que você tá pensando, sentindo, qual é o seu momento. Esse é o fato.

Então a gente Tudo isso é comunicação. Tudo isso é comunicação. Meus amigos, eu quero agradecer aqui ao grupo de WhatsApp do Papo das Nove que me deu de presente a camiseta estilizada, gente. Força, coragem. fé que tem sido mantra do nosso papo já, nossa, tanto tempo que o Força Coragem e Fé virou de fato, já tinha ganhado aqui uma caneca do mesmo grupo que virou porta caneta e lápis e paninho para limpar lente aqui.

Tudo a lente das máquinas aqui. Eh, hoje chegamos a 6 anos nesse contato e eu não tenho palavras para agradecer o sentido que vocês dão a essa conversa que me obriga a estudar e me qualificar e me preparar para levar aquilo que seja uma boa informação, uma boa mensagem, uma boa reflexão. De fato, eu tenho uma enorme gratidão para com vocês desde a época da pandemia. As pessoas que me procuram falam: "Ah, André, a pandemia, você isso, você aquilo". Eu falo: "Não, nós trocamos quantas vezes durante a pandemia, principalmente, eu fui às lágrimas, assim, eu tava, como todos vocês naquele período, muito sensibilizado pelas circunstâncias hostis que este vírus trouxe para as nossas vidas, né?

e exaltamos a vacina, demos a volta por cima, mas o mundo continua sendo um lugar que requer atenção, requer foco, requer uma boa sintonia, razão pela qual decidi, como vocês sabem, tocar o papo das três vezes por semana. Até quando? Não sei. Assim como o Papo das Novas chegou meio de sopetão, pode chegar um momento que eu digo: "Olha, eu acho que deu. Eu acho que a coisa aconteceu no tempo que deveria e do jeito possível.

Mas enquanto eu tiver saúde, disposição, força, coragem e fé, aqui estarei. Gratidão enorme. Esse papo das 9 ficará guardado como sempre. no meu canal do YouTube que tem o povo que diz assim: "André, deixa aqui hoje". Coisa e tal, vamos deixar no YouTube lá tá protegido, lá tá bonitinho lá quem quiser confere.

e no Instagram há 6 anos no YouTube mais recentemente. Muito obrigado por tudo. Cuidem-se bem. Até quarta-feira, se Deus quiser. Sigamos em frente.

Valeu,

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