Papo das 9 #910 A morte não existe!

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No Papo das 9 especial de Páscoa, compartilhamos várias informações que confirmam a inexistência da morte, a imortalidade do Espírito! Confira!

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Feliz Páscoa para todas e todos. Cristo É um dia muito especial no calendário cristão, na visão de muitos pesquisadores, cristãos ou não, mas que conhecem o evangelho e atribuem valor a essa história, senão valor espiritual, valor histórico mesmo, cultural. O dia de hoje marca o ápice do calendário cristão. É disso que estamos falando. O Natal é importante.

O Natal é importante. Marca a vinda do Messias na crença dos cristãos. é o início de uma jornada, né, do Rabi, o mestre dos mestres, que trouxe ensinamentos referenciais na história da afirmando-se como o Messias. A Páscoa, entretanto, marca o encerramento dessa jornada pela Terra. desse espírito de luz para nós espíritas, um espírito perfeito, um perfeito que trouxe a partir da boa nova, que seria a tradução do Evangelho, Evangelho Nova, a lição do amor, do amor, do perdão, da compaixão, da misericórdia.

e trouxe a informação do reino dos céus ou do reino de meu pai. É interessante essa, eu diria, forma da gente resumir ou sintetizar o que seria o ideário né? Existe um Deus, um Deus único de todos, não apenas dos judeus. Jesus se dizia judeu, mas conflitou com os doutores da lei em vários aspectos, entre os quais como se deveria praticar essa fé, né? Eh, a morte não existe.

Então, Jesus falava que após a morte física haveríamos de encontrar um e nos preparou através dos seus ensinamentos para alcançar o reino dos céus, o reino de meu pai. E o carimbo do passaporte pra gente alcançar esse reino do meu pai ou reino de Deus, o reino dos céus, vem a ser justamente a percepção de que as nossas imperfeições elas atrapalham a nossa a inclinação para o mal, a invigilância em relação a práticas que remetem ao egoísmo, ao orgulho, a vaidade, a cobiça e a ganância, o materialismo, apego às questões desse plano, como se toda a nossa existência se baseasse apenas e tão somente em saciar os sentidos do corpo físico, né? Então, Jesus trouxe essa mensagem vigorosa da importância do amor como um exercício libertador. Amar é libertar-se. Amar é se sentir leve.

é estar em sintonia com as mais vibrações, com uma sensação de leveza, bem-estar, que fundamentam ou legitimam esse caminho. É, então hoje o papo das 9, eu quero dizer que eu tive problemas com o outro aparelhinho celular para fazer a transmissão hoje, dia de Páscoa, ao vivo, no canal do YouTube. Razão pela qual essa transmissão ao vivo só está ocorrendo pelo Instagram, razão pela qual, excepcionalmente hoje deixarei arquivado no Instagram esta conversa, esta reflexão. Então vamos lá, recapitulando. A Páscoa é a vitória de Jesus sobre a morte, sinalizando que o que ele falou, o que ele pregou e o que ele ensinou eram a expressão de uma verdade.

Eh, para quem é cristão, e veja, quando eu falo ser cristão, eu tô falando de várias denominações cristãs, várias que transitam no catolicismo, que não é manolítico. Existem ramificações do catolicismo. O movimento evangélico ainda mais pulverizado com diferentes transcendentais, né? As igrejas tradicionais, pentecostais, neopentecostais, né? Tem de tudo.

Nós temos o espiritismo cristão, né, de Kardec e outras denominações mundo aa, Eh, essa visão do evangelho de Jesus no entendimento, portanto, de quem se debruça sobre o estudo desse homem que esteve entre nós há aproximadamente 2000 anos, vai encontrar na Páscoa essa, eu diria, esse ponto mais importante, a culminância de um projeto, porque Jesus veio ao mundo com o propósito de apresentar um caminho e sabia pelas profecias que seria imolado. Ele quando vai a ele eh presente o suplício, né? Ele pressente o suplício quando os soldados romanos vão prendê-lo e há uma reação vigorosa de seus apóstolos. Ele impede que haja uma resposta violenta. Ele se deixa levar.

Ele antevê tudo que passaria, porque ele era o cordeiro de Deus que vê ao mundo para ser imolado na visão de muitos teólogos. Eu estou muito inclinado a concordar com essa visão. Era preciso de alguma forma sinalizar na própria história dele, Jesus que o que ele sempre disse seria demonstrado. E a Páscoa é isso. É interessante também outras visões de estudiosos, principalmente na área da teologia, que entendem Judas não de uma forma muito simplista e banal, como o traidor, aquele que fez o que não deveria ter sido feito.

Porque se essa provação tão dolorosa estaria, como alguns entendem, inserida na jornada de Jesus entre nós, sendo ele quem era, impossível não contrariar os doutores da lei. E os doutores da lei foram os responsáveis pela sua prisão e crucificação. Então, se uma coisa puxa a outra e se essa história está toda encadeada na direção exatamente do que acabou acontecendo, Judas foi uma peça estratégica nesse quebra-cabeça. Ele teria sido alguém que permitiu por um punhado de moedas e ele se arrependeu profundamente disso e se suicidou, né? Eh, ele teria sido o meio através do qual esse suplício aconteceu.

Eu tô compartilhando visões interessantes a respeito da história da Páscoa. Mas aonde eu quero chegar? Eu quero chegar no seguinte. O sentido mais profundo, espiritualmente falando da Páscoa, é a ratificação daquilo que todas as religiões, sem exceção, ou filosofias espiritualistas cristãs ou não cristãs, a pregou. A morte não existe.

A morte não existe. Minha mãezinha, eu tenho me lembrado muito dela falando isso no dia de Páscoa. A gente acordava de manhã cedinho, aí ela falava: "Feliz Páscoa, Cristo ressuscitou". Eu eu achava interessante porque minha mãe não era propriamente uma pessoa devota, não era uma pessoa profundamente religiosa. Ela era espírita sem frequentar centro espírita, casada com um catolicão que era o meu pai, que era aquele de frequentar a missa, né, e de acompanhar a missa do galo no Natal pela televisão.

Ele ficava em pé quando o momento da missa era de ficar em pé. Isu na sala da casa na televisão preta e branca, ficava em pé, ficava sentado, às vezes se ajoelhava, a gente olhava assim, criança, né, falava, que que é isso? E ele tava lá na liturgia. Então, lá em casa nós tínhamos essa, eu diria, esse sincretismo muito né? Eh, e mamãe quando falava: "Feliz Páscoa, Cristo ressuscitou".

Aquilo chamava a minha atenção. Por quê? Porque eu eu não tava acostumado a vê-la expressões que aludiam a esse universo mais religioso. Mas na Páscoa ela falava isso, provavelmente repetindo o que ela ouviu na infância. Eu achava isso bonito.

Feliz Páscoa. Cristo ressuscitou. Cristo ressuscitou. Cristo venceu a morte. Cristo, como nós, é imortal.

Bom, aonde eu quero chegar? A morte não existe antes de Jesus. A gente vai começar agora, eu fiz esse preâmbulo já um tanto longo para compartilhar com vocês algumas ideias e obviamente eu vou me calçar naquilo que eu aprendi e tenho uma profunda gratidão dentro de uma determinada linha espiritualista que confirma de forma muito evidente que a morte não existe. Jesus você já tinha, mas isso os povos ancestrais, eh, antropólogos, arqueólogos, vão achar inúmeras evidências de como havia ou sempre houve espaço nas comunidades espalhadas pelo mundo. Nós éramos poucos, divididos em tribos, caçadores coletores, não nos fixamos em nenhum lugar até descobrir a agricultura e começar gostar dessa brincadeira de ficar numa cidade, num povoado.

Pois bem, ao longo dessa imensa história da humanidade, sempre aqueles ou aquelas que traziam comunicações da outra dimensão, do invisível, do plano astral, do plano espiritual. Eu tô falando de pajés, eu tô falando de chamã, eu tô falando na galha dos druídas, druidas, né? Eu tô falando de diversas culturas onde você vai ter o espaço para a interação com o plano espiritual em diferentes níveis. Isso sempre fez parte da história da Sempre. Sempre.

No Antigo Testamento temos por vezes essa comunicação com Deus explicitada de em várias passagens bíblicas. Também há espaço a uma margem aí de especulação para saber se era uma comunicação direta com Deus. O que para mim, eh, e eu tô aqui apenas compartilhando opiniões, Deus não é uma pessoa física ou jurídica. Deus é presença ostensiva em toda a sua criação. Ele é onipresente, ele é onipotente.

Então essa comunicação direta com Deus é algo que eu particularmente tenho dificuldade de compreender. Agora, com emissários de Deus, com quem esteja no outro plano, em condições de orientar, ajudar, apoiar, inspirar, eu entendo isso. Então, se você tem essa percepção de que a comunicação com Deus é algo improvável, porque Deus é tudo, né? Agora, com os emissários de Deus, com aqueles que têm essa delegação, essa condição de nos ajudar, nos apoiar, nos inspirar. Então, estamos falando de fenômenos mediúnicos, estamos falando da capacidade que alguns que aparecem na Bíblia e são vários, tiveram de de forma captar com suas essa energia.

Vamos colocar assim na falta de uma palavra melhor. A mediunidade, portanto, ela deve ser entendida como habilidade de perceber em diferentes nuances, nuances em diferentes graus de sensibilidade. O que tem origem no chamado plano espiritual, plano astral, plano invisível, outra dimensão, o nome que se queira dar. Para quem aceita que o mundo não se resolve apenas naquilo que você pode sensorialmente com os sentidos do corpo, existe um plano espiritual ou um outro plano, uma outra dimensão. Mediunidade seria a capacidade de você perceber de uma forma mais judimentar ou de uma forma mais sofisticada e de maneiras esse plano.

Muito bem. Eh, eu vou dizer para vocês, eu vou dar um, isso não tem valor nenhum, mas eu, para mim tem, porque a minha história, eu vou dizer para vocês uma Eu no lar onde eu cresci com os pais que eu tive, obviamente eu tive, estudei em colégio católico e tudo, eu sempre tive a orientação Portanto, Deus estava presente intelectualmente falando, existe um Deus. E a morte não existe. É na informação que toda religião, toda tradição, toda a filosofia espiritualista traz. Agora eu preciso dizer para vocês, não existe uma religião melhor do que a outra, não existe uma filosofia espiritualista melhor do que a outra.

Cada um tem a sua e todas são dignas de respeito, máximo respeito. Religião, estrito senso, é aquela informação que permite a você estabelecer uma relação mais próxima com o criador, seja ele quem for. é a minha visão religiosa e não não se compara a religião. Cada um tem a sua, não tem nenhuma e vai tocando a vida com uma ética. Um agnóstico materialista poderá alcançar no reino do meu pai, como dizia Jesus, uma condição excepcional.

se praticar em vida aquilo que o cristianismo, para citar apenas um exemplo dentre tantas correntes religiosas ou místicas, propõe, propõe muito bem tudo isso para dizer quando eu me converti, né, ao espiritismo no momento de muita dor por conta de uma um questão familiar envolvendo saúde, uma pessoa muito querida da minha família, com problema grave de saúde e eu procurando respostas, eu procurando entender porque que aquilo tava acontecendo, eu tive alguma dificuldade de encontrar respostas na tradição em que eu estava inserido e fui buscar e encontrei dentro da doutrina espírita. Para mim, ela fez sentido. Não precisa fazer sentido para vocês. Cada um vai encontrar na sua tradição alguma resposta que lhe conforte e que faça sentido. Eu encontrei no espiritismo respostas incríveis para aquele momento.

E com muita empolgação, com 20 e poucos anos, eu comecei a devorar eh obras básicas, obras mediúnicas assinaladas como de credibilidade pelo nível moral dos médiuns em questão. os estudos vinculados à instituição que eu frequentei, continuo frequentando, que é a instituição espírita Joana de Angeles Copacabana. E aí o que que aconteceu? Aconteceu uma coisa maravilhosa. É isso que eu queria compartilhar com vocês na Páscoa.

A Páscoa é a celebração da vida após a morte. E eu encontrei no espiritismo a serenidade, a tranquilidade, a lucidez. da convicção de que a morte não existe. E aí eu vou contar para vocês uma coisa. É impressionante como construir a convicção de que a morte não existe retira de dentro de você que possa ter alguma dúvida sobre se a morte existe ou não, se depois que o meu corpo colapsar, haverá alguma coisa ou não haverá alguma coisa.

Quando você constrói a convicção de, cara, a morte é um fenômeno natural, só morre quem vive. A gente segue a vestimenta carnal, né? O envoltório orgânico que empresta vitalidade nesse plano ao meu espírito imortal. Quando essa carcaça colapsa, quando ela esgarça, a vida segue. Quando você constrói essa convicção, é impressionante como o teu entendimento da vida, como se fosse uma colxa de retalhos com inúmeras variáveis, vários, vários aspectos, muita informação, aquilo é retrabalhado.

Sabe aquela história de você limpar o HD? O HD, teu computador tá lento porque ele tá pesado, tem muita informação. O que eu tô querendo dizer é que a convicção de que a morte não existe remove do seu HD. Porque apenas isso, acreditar ou não de que exista vida após a morte é algo determinante de boa parte das escolhas que você haverá de fazer na sua vida aqui e agora. Esse é o ponto.

Não é uma questão trivial saber se existe vida após a morte ou não. É uma questão fundamental. para mim foi. E eu percebi claramente que todas as percepções do que é importante, do que é prioritário, do que eu devo levar em conta, em praticamente todas as decisões que eu tomei desde então, eu tô com vou fazer 59 em julho, né? Portanto, a maior parte da minha vida nessa encarnação, eu tenho essa fé.

a fé raciocinada, que é uma maneira de você atribuir ou descrever o espiritismo, a fé raciocinada. Eu devo dizer para a vida começou para mim naquele instante a se resolver de uma maneira diferente. O que é possível que alguns crentes em outras tradições sintam o mesmo quando tem para si mesmos essa convicção de que a morte não existe. Percebe? Porque deixa de ser uma questão, você não perde mais tempo especulando, será que tem vida após a morte?

Eu nunca mais me fiz essa pergunta aí. Vamos lá. Eu separei algumas obras aqui para compartilhar com vocês emoções que foram caras a mim e que continuam sendo caras porque é um aprendizado constante. Na medida em que no mundo material, com os apelos desse plano, veja, no dia de Páscoa é uma celebração do comércio, é do ovinho de de chocolate do coelho, é o mundo material que a gente vive. A Páscoa virou a celebração do chocolate, cara.

Com todo respeito, eu adoro chocolate. Eu não tô criticando chocolate. Nem quem em casa mantenha essa tradição do ovinho de chocolate. Agora, com toda a franqueza, a Páscoa é uma festa religiosa para os judeus tem uma tradição ainda mais longeva, que é a passagem, o Pessar, que é a saída, né, do Egito em busca da terra prometida. E vamos que vamos.

É outra festa importante espiritual para os cristãos. É a ressuscitado. É isso. Então vamos lá. Nesse dia de Páscoa, em que a gente celebra a vitória da vida sobre a morte, eu preciso dizer que dentre todas as religiões que eu eh pesquisei, me aproximei, fiz perguntas, li livros, eu ousaria dizer que dentre todas as tradições ou religiões que eu cessei, sem ser um teólogo, um profundo conhecedor das tradições.

O espiritismo, de fato, é a filosofia espiritualista que traz com uma infinidade de detalhes e pormenores o que é a vida após a morte. O livro dos editado. A as informações aqui reunidas foram catalogadas por um pedagogo famoso na França no século XIX, professor Hippolit Leon Denisar Rivo, com vários livros de na área da didática. As obras dele eram utilizadas nas escolas, orientavam o planejamento educacional, a a grade curricular dos cursos, a melhor forma de ensinar isto aquilo. Este professor, ele teve relevância, porque, entre outras razões, porque ele era discípulo de Pestalose, estudou em Verdã, na Suíça.

Estive lá, conheci. É bonito o lugar porque virou um museu, eh, onde essa didática preconizada por Testalose tornava o atraente, no sentido de que os alunos não eram obrigados a ficar o tempo todo dentro de sala de aula, fazendo um monte de coisa. Você tinha lá as demandas, mas não tinha bedel para ficar alisar se você ia ficar dentro de sala ou ia sair. Cada um fazia o seu caminho. Mas a a forma como o conteúdo pedagógico era trabalhado era no sentido de motivar as crianças na direção da aventura do conhecimento.

E os alunos que mais se destacavam viravam eh não professores, mas eles cuidavam das aulas de reforço dos alunos que tinham mais dificuldade. O Hipolite, o Hipolitinho já era braço direito de pestalose ali. Já com a idade madura, ocorre o fenômeno das mesas girantes em boa parte da Europa, dos Estados Unidos, do hemisfério norte, saraus e festas, do nada começa a flutuar a mesa, flutuar a cadeira. O pessoal enchia a cara, achava aquilo divertido, brincava com as mesas girantes, era um fenômeno que ninguém sabia explicar o que que era e não se incomodava. Deixa ela flutuar e vamos curtir.

Obviamente alguns mais atentos começaram a inquirir porque os móveis flutuavam nesses saraus e festas. Os móveis têm autonomia? Eles têm inteligência? Ou eles são manifestações de algo que utiliza os móveis para chamar atenção? Foi aí que o professor Hipolites se embrenhou junto com vários outros.

E para resumir, porque essa história é muito interessante, mas eu não vou ficar aqui falando descobre-se um meio de comunicação através dos toques das mesas ou das cadeiras. Um toque sim, dois toques não. Depois amarra na cadeira um penacho para ver se a mesa ou a cadeira melhor, mais confortável. escreve até você começar a entender o que seria um meio de comunicação com o plano espiritual. E aí começa a haver uma entrevista.

Eu gosto de chamar Kardec de coleguinha jornalista, porque o livro dos espíritos é pergunta e resposta e jornalismo vive de fazer pergunta o tempo todo. foi o que o professor Ipolita, adotando o pseudônimo de Allan Kardec, faz essa obra monumental publicando as respostas que arrumadas ou reunidas, não arrumadas a partir do que havia em comum a de vários médiuns da Europa que usados para esse propósito. As mesmas perguntas para diferentes médiuns, em diferentes lugares da Europa. As mesmas respostas justificaram a atenção do professor que publicou esse compêndio, essa doutrina. Doutrina é um sistema complexo de ideias que tentam organizar as informações a respeito da vida, do universo, de Deus, da morte.

O livro dos espíritos enseja, portanto, o ponto de partida de uma investigação sobre o que acontece depois da morte e qual é o sentido da vida, porque uma coisa não tá, não é possível de explicação sem a outra. Só morre quem vive e só vive quem já teve alguma experiência antes de vida na tradição espírita. Vieram depois as obras, outras obras derivadas do livro dos espíritos. Uma delas se chama Livro dos Médiuns, explicando exatamente do que se trata isso, que que é mediunidade, porque a mediunidade sempre existiu na história da humanidade e sempre houve fraude, enganação, ludibriando a boa vontade das pessoas que acreditavam em qualquer Portanto, a mediunidade, ela nem sempre era objeto de credibilidade, porque eram falsificações grosseiras, ridículas. O professor Hippolit se incomodou tanto até acreditar que o que estava acontecendo a partir do fenômeno das mesas girantes merecia atenção, que não era uma fraude, não era uma mistificação, que ele ao se debruçar sobre esse trabalho, procurou entender como eu vou descobrir que o fenômeno é resultante de fraude, eventualmente até do animismo do médium.

O médium não é um um um mistificador, mas ele é movido pela pelo psiquismo, entende? Ele se envolve com uma fraude involuntariamente. Ele acha que tá, por exemplo, psicografando, mas é o psiquismo dele, é o animismo dele. É interessante o trabalho que Kardec teve de procurar sistematizar informações úteis para quem, por exemplo, você aí eventualmente ouve vozes, isso é muito Ah, isso é mediunidade. Nem sempre, nem sempre.

Existem certas patologias de ordem mental, como a esquizofrenia, aonde o delírio está presente. Kardec fala disso. Ele a gente precisa ter cuidado. Cuidado. Não é qualquer um que fala qualquer coisa do plano espiritual que você vai dizer: "Ah, então tá, já entendi.

Calma, devagar com and". Então, primeira questão é saber aquele fenômeno, ele ocorre por obra e graça de uma percepção mediúnica? É um ou está ali havendo uma confusão na forma como aquela comunicação acontece, em que não há nenhum contato com o plano espiritual. é o animismo do médium, é uma patologia de ordem mental mais ou menos grave e por aí vai. Então vamos lá.

Recomendamos no dia da Páscoa, Cristo vence a morte. A morte não existe. Se não existe a morte, o que existe? Eu tô falando. Várias tradições entram no eh universo do plano invisível.

Outras consideram isso impróprio. Obviamente eu já fiz a minha Não, não, não me arrependo dela no sentido de, e eu vou falar sobre isso ainda hoje no papo das, as experiências que eu já tive envolvendo o plano Então, o livro dos médiuns é um caminho. Aí existem vários livros de estudo da mediunidade. Martins Peralva estudando a mediunidade é um craque nesse assunto. Eh, o prefácio, inclusive é de Emanuel pela psicografia de Chico Xavier no ano da graça de 1956.

Esse livro foi lançado 10 anos, 10 anos antes de eu reencarnar. E o livro foi baseado nas informações reunidas numa obra anterior, psicografada por Chico, editada por André Luiz, chamada Nos Domínios da Mediunidade. Então, o Martin Esperalva, eu gosto muito de ver os índices do livro pra gente fazer a grande síntese das ideias. Gente, é um estudo completo explicando as situações que envolvem o cuidado que o médium deve ter no exercício da mediunidade. Por que ele é médium e outros não são?

Por que que ele tem essa habilidade e outros não têm? Ser médium faz você uma pessoa melhor ou pior? Não. Mas mediunidade é inchada e ela tem que ser trabalhada se não pega ferrugem. Eh, existe um sentido paraa pessoa ser sensitiva na visão espírita cristã.

E o desenvolvimento da mediunidade vem através do estudo. A crendice popular, vamos assim, coloca o estudo da mediunidade como algo que vai piorar a situação, né? Nossa, se você sem estudo já tá tendo isso e aquilo, estudando vai ser ainda pior. É justamente o contrário, porque o princípio da mediunidade é a sintonia. O médium que estuda e procura realizar esse nobre trabalho do autoconhecimento balizado pela literatura e por quem tem experiência numa instituição que não haverá de cobrar um centavo pelo serviço mediúnico.

É outra questão muito importante. Isso não é um trabalho remunerado. Dá de graça o que de graça recebeste. Isso tem um sentido eh evangélico de exercício amoroso, de assistência, de socorro, né? Então, o médium precisa atentar paraa sintonia.

A sintonia que advém do estudo da sua determinação em seguir o preceito evangélico do vigiai e orai, até da alimentação mais pesada no dia de um trabalho mediúnico é contraproducente, bem como para certos serviços mediúnicos. também prejudica a sintonia horas antes do trabalho como médium à prática do sexo ou uma discussão acalorada, porque isso haverá de de alguma forma por motivos distintos. Sexo com amor é bom sempre. Agora, você vai est canalizando energias para uma área do corpo que não é aquela aonde haverá mais necessidade da disponibilidade de fluidos. E essa sintonia é o caso do médium passista, tá?

mediunidade de cura. E essa sintonia, ela precisa ser burilada o tempo todo. Não é fácil a vida do médium, mas ela se torna ainda mais complicada quando ele vai levando aquilo sem prestar atenção na razão pela qual aquilo existe. Eliseu Rigonate, Mediunidade sem Lágrimas, é outro livro que eu guardei pelas informações que me foram úteis num determinado momento da minha vida estudando esse assunto. O que ele resume aqui é o seguinte: embora em diferentes graus todos nós possuímos a mediunidade, por isso todos nós podemos ser médiuns.

É verdade que uns médiuns são melhor dotados do que outros. Uns possuem a mediunidade em grau mais adiantado e outros a possuem em grau mais modesto. Médium é toda pessoa que sabe usar a mediunidade e se tornou um instrumento pelo qual os desencarnados se comunicam com os encarnados. Os médiuns ajudam os espíritos esclarecidos a executarem certas tarefas na Terra, porque os espíritos só podem atuar sobre a matéria por meio de um instrumento material. Os espíritos esclarecidos nunca estão inativos.

Consagram algumas horas do dia ao estudo e ao preparo de suas novas encarnações e futuros trabalhos. O tempo restante dedicam à humanidade. Os espíritos esclarecidos são aqueles que já possuem a compreensão espiritual e trabalham intensamente para o progresso deles próprios e dos encarnados e desencarnados. Bom, isso aqui é muito didático. Isso aqui é para aquela primeira leiturinha assim do que seria a mediunidade em linhas gerais.

Agora eu vou falar de outras questões e já vou aqui compartilhando vocês vivências profundas que confirmam a inexistência morte, a morte orgânica. A morte física não é um ponto final, é uma vírgula. Paulo César Frutuoso é um amigo que tenho aqui no Rio de Janeiro, que eh especializou-se na área de cirurgia geral e oncológica, mestre em cirurgia gastroenterológica e curso de aperfeiçoamento em Lyon, na França. É, estudou em Lyon, onde Kardec Ele até hoje faz um trabalho incrível. Eu tive a honra de prefaciar um de seus livros.

Ele tem uma série de livros que fala da medicina. Não apenas isso, mas o foco do Paulo é a medicina espiritual. Na época da pandemia, a gente fez muitas entrevistas com várias pessoas. Uma delas foi com o Dr. Paulo.

Ela hoje tem mais de 1 milhão de visualizações no YouTube. Quem quiser vai lá e confere. A face oculta da medicina é um de seus livros. Em resumo, eu não sei se eu vou fazer uma boa biografia resumida do Paulo, Dr. Frutuoso.

Eh, ele frequenta há décadas, décadas o lar de Frei Luiz em Jacaré Paguá. E o pai dele, que eu tive a honra de conhecer, já desencarnou, um espetacular, médium de efeitos físicos espetacular. E o Dr. Paulo tinha autorização para frequentar as sessões de materialização. Que que é isso?

É preciso que haja um médium com a habilidade de permitir através do seu ectoplasma que sai pela orelha, pelo nariz, pela boca. É uma substância que permite aos desencarnados utilizarem e manipularem para se materializarem. resumo imperfeito que fiz aqui da sessão materialização. Dr. Paulo sempre, ao longo também de muitos anos, frequentando as reuniões de materialização, que tinha o propósito primeiro de oferecer algum apoio terapêutico, especialmente a pacientes terminais, não apenas, mas especialmente.

um médico, né? Um médico se apropriava do ectoplasma para realizar algum tipo de intervenção terapêutica. Muitos cuidados em relação à sala onde isso ocorre, a vibração de todos os presentes, porque a sintonia ruim de alguém que esteja ali vai interferir na qualidade do ectoplasma que vai retornar pro corpo do médium. Se a vibração não for boa, isso representa, em casos extremos, risco de morte física do médium. Para vocês terem uma noção do cuidado que esse trabalho requer, eu tive a honra de certa vez ser convidado para acompanhar uma sessão de materialização e estive ao lado do nosso querido e estimado Aroldo Dutra, que é muito conhecido no meio espírita, juiz de direito em Minas Gerais.

Estávamos nós dois sentados juntos com todas as orientações sobre prestar muita atenção no pensamento, prestar muita atenção na vibração. Uma pessoa fica lendo mensagens edificantes para ajudar quem tá ali dentro da sala a estar numa boa sintonia. E nós testemunhamos, nós testemunhamos a materialização de um médico. Você não precisa acreditar em mim, eu não tô aqui. O papo das nove não é pros elitistas.

Se eu tô falando isso é porque hoje é o dia que a vida venceu a morte. Hoje é o dia da Páscoa. Hoje é o dia que Jesus ressuscitou. Celebramos isso e eu tô falando que a morte não existe. Eu tô trazendo outras evidências que para mim faz sentido, marcaram a minha vida de que de fato aquilo que a gente chama de morte é apenas uma passagem, é uma viagem.

O espírito imortal se desliga da carcaça e segue seu rumo. que dentro do espiritismo a gente vai encontrar de forma ostensiva inúmeras demonstrações cabais de que, de fato, os desencarnados eles seguem sua vida, eles têm as suas atividades, as prioridades, as suas questões a resolver no plano espiritual. Esse é um dos livros do Dr. Frutuoso, a face oculta da medicina. Ele aqui na na quarta capa, é possível que médicos, mesmo depois de mortos, continuem a praticar a medicina, que curem doenças graves, muitas vezes consideradas incuráveis, que façam uso de aparelhagens sofisticadas, desconhecidas da ciência médica, que diagnostiquem patologias já confirmadas por profissionais médicos sem nenhuma avaliação de exames complementares no paciente.

É possível que eles operem sem anestesia, que façam incisões cirúrgicas sem sangramento, que retirem ou rematerializem tumores antixistentes no interior dos pacientes? Gente, assim, você pode falar: "Isso é bobagem, eu não acredito". coisa e tal, direito seu. Quando você se liberta de preconceitos e procura conhecer o que está em curso e não é de hoje no Brasil e em outras partes do mundo, no sentido de rastrear fenômenos que guardam relação com a interação com o plano espiritual. É uma coisa incrível.

nosso querido Wagner de Assis que fez o livro, fez o livro, ele fez o filme, gente, Nosso Lar do André Luiz, blockbuster no Brasil, grande figura, diretor de cinema, fez o nosso lar dois também, entre outros filmes. Nesse outro livro, ele narra a vida de Nelson Martins Soares e sua mediunidade de materialização e efeitos Então, se você só conhece o Wagner de Assis pela atuação dele no cinema, saiba que ele tem, portanto, eh, esse viés, esse recorte da pesquisa que resulta num livro, procurando relatar a vida e a obra de pessoas que se exatamente pelo trabalho mediúnico. É algo fenomenal. assim, eh, e a gente sempre vai atribuir valor à obra a partir de quem responde pela obra. Eu conheço o Wagner.

E quando você lê o livro, você vai vendo o cuidado, o esmero que ele teve em fundamentar tudo que ele tava compartilhando. Eu já fiz aqui no papo das 9, especial de domingo, eu fiz aqui eh por dois domingos seguidos uma jornada de lives, quer dizer, de estudos sobre essas obras aqui, ó, juventude interrompida. em dois volumes. Teve uma edição revista e atualizada, né? Isso daqui é um trabalho fantástico da Federação Espírita do Santo, que mensagens psicografadas e assinadas por jovens do Espírito Santo, explicando em primeira pessoa por desencarnaram tão jovens.

Porque é algo que subverte a lógica das expectativas de um pai ou de uma mãe que diz: "Eu vou antes dele, meu filho, ou eu vou antes dela, porque eu nasci primeiro, eu vou primeiro." Nem sempre é assim. Nem sempre é assim. E quando um filho parte antes dos pais, é uma dor. Já falamos disso na sexta-feira, eu falei aqui de um livro que tá sendo lançado pela Márcia Noleto, luto materno, né? é um bom livro, eh, não é um livro espírita.

Eh, mas ela é psicóloga e se debruçou sobre esse assunto. O que eu tô dizer é que é muito consolador para um pai ou para uma mãe receber uma mensagem do filho. Ah, André, como é que vai saber que é o filho que tá falando ali? É claro que a espiritualidade permite que o comunicante revele aspectos da sua intimidade. Qual era o apelido?

Uma ocorrência que só os pais sabiam. Como é que um médium que cai de para-quedas naquela história, não conhece ninguém envolvido naquela narrativa, vai acertar as ocorrências íntimas que são do conhecimento apenas de quem as viveu junto com o desencarnado. Portanto, estamos falando aqui de, me permitam dizer, evidências. Uma das partes mais bonitas da longa do longo mandato mediúnico de Francisco Cândido Xavier em seus 92 anos de existência foi ele ser o carteiro do além. Muitas pessoas, inclusive famosas, que perderam seus filhos, foram até Uberaba.

esperando que houvesse alguma comunicação. E não eram pais espíritas. Não eram pais espíritas. Esse aqui é o detalhe. E esses pais ficavam muito comovidos e gratos quando exatamente vinha uma mensagem revelando aspectos da intimidade de seus filhos para com eles, que assinalavam a credibilidade daquela informação.

Por vezes até a caligrafia, porque a mediunidade do Chico era excepcional, né? Chico escrevia em outros idiomas. Chico escrevia de trás para frente, você pegava no espelho, você queria ver o que que tinha na mensagem. Que que tá escrito aqui que eu não tô entendendo nada? Você tinha que pegar e colocar no espelho para ver na contrário.

Portanto, a caligrafia é algo inacreditável para quem é cético, né? Eu respeito. A gente não tá aqui para converter ninguém. Eu tô reportando no dia da Páscoa, que é o dia da vitória da vida sobre a morte. Cristo ressuscitou.

Eu tô trazendo outros elementos que para mim são importantes de como eh a mediunidade é uma bênção num mundo tão materialista, tão afeiçoado às coisas plano. A mediunidade veio por vezes para confundir, para chacoalhar. Estudem a vida de Zé Arigó. É o é belíssimo filme sobre a vida e a obra de Zé Arigó. Quem não viu, Linda a a maneira como se retratou nas telas.

Eu fui ver na telona, revi, tá num canal de streaming aí, espetacular. Zéigó era mais popular que Chico Xavier, gente. É que não é do nosso tempo, pelo menos do meu, né? A mãe da Cláudia, minha mulher que é católica, ela lembra assim: "Nossa, Zé Arigó era uma personalidade que o Brasil conhecia, porque ele era um médium no interior de Minas Gerais, perseguido, perseguido por alguns sacerdotes, coisa e tal, coisa, mas ele realizava curas prodigiosas, assim, os diferentes médiuns que abrigaram Dr. Fritz, eu sempre tenho muito cuidado porque eu não tive contato pessoal com nenhum desses médiuns ligados a Dr.

Fritz, tá? Agora eu conheço pessoas que foram ao lugar onde esses médiuns, em momentos disseram estar sendo conectados por Dr. Fritz. E existem muitos vídeos mostrando aberrações do ponto de vista da medicina, que eu não vou relatar aqui, não é o propósito desse encontro, isso é sabedo. Por fim, eu quero mostrar aqui, olha, um livro de um amigo chamado Valdemar Falcão.

Valdemar Falcão é um pesquisador, olha, de muitos anos, de diferentes fenômenos mediúnicos, ligados ou não, ligados ou não ao espiritismo ligado a Kardec, tá? Encontro com médiuns notáveis, Valdemar Falcão, prefácio de Leonardo Bof, que não é espírita. Isso é interessante. Um católico que não tem propriamente a versão preconceito em relação ao fenômeno mediúnico. E a apresentação de Patrick Druô.

Patrick Druô e Leonardo Bof eu conheço como conheço Valdemar Falcão. Patrick Druô é um francês casado com uma indígena canadense e ele, Patrick é um chamã. O Patrick Druô é daqueles que vai aspectos da sua vida. Você deita numa maca, ele põe a mão. Ele não fala português, tá?

Ele põe a mão. E ele vai narrando assim: "Que que houve quando você tinha 9 anos de idade? Porque a tua energia aqui ficou Às vezes ele até se atreve a dizer: "Você teve uma perda importante na tua família com 9 anos de idade? Aqui teve outra coisa, ele faz uma leitura pormenorizada da tua energia, como se fosse o tronco de uma árvore que vai marcando naquelas auréulas assim as fases da vida. É uma coisa impressionante, uma incrível.

Então, encontro com médiuns notáveis. Aí você fala assim: "Ah, André, mas esa aí, eh, essa história de mediunidade, a pessoa tá querendo ludibriar, ela pode estar lá, eu já falei aqui da tentativa de mistificar, de fraude, isso existe, existe. A gente tem que ter muito cuidado, tem que ter muito critério para aferir credibilidade a fenômeno mediúnico. Tá cheio de malandro por aí. Tá cheio de gente cobrando dinheiro para te dar informação.

Tá cheio de gente querendo criar, dizendo ver o que não vê, sentir o que não sente. Se proteja, se proteja. Estudar ajuda. Eu tô dando dicas aqui agora. Veja que que é interessante.

Ernesto Bano, os animais têm alma. E aí você vai vendo a Dra. Irvênia Prada, que eu conheço e adoro, a alma dos animais. Então, os animais eles também não apenas resistem à morte física, porque a morte não existe, como alguns animais, isso é muito interessante, tem percepções mediúnicas. Ah, Andrea, não acredito nisso.

Tudo bem, a gente não, eu não tô aqui para convencer ninguém. Eu tô compartilhando informações que para mim fazem sentido. Quando a gente estuda, quando a gente conhece a pessoa, quando a gente vê, você vai ver o currículo da Dra. Irvê, minha gente, é algo assim. médica veterinária da USP, que é a mais importante universidade do Brasil, conquistou os títulos de professora titular, professora emérita, membro da Academia Paulista de Medicina Veterinária, assessora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, atua há mais de 30 anos na divulgação do paradigma ciência e espiritualidade.

Aqui os animais têm alma. Eita! Então, enquanto você se empanturra de aí, brincadeirinha, brincadeirinha. Eh, a gente veio no papo das 9 de hoje que não teve YouTube, peço desculpas, deu pane. E não foi no YouTube, tá gente?

Foi no meu aparelho, cara. Tô até preocupado, viu? Porque ó, só vou mostrar para vocês. Olha só o que que houve aqui com o aparelho celular. Ele ele foi descu no aparelho, deu pau no Não sei nem se tem concerto para isso.

Tem que levar em algum Então a gente vai tocando com Instagram, que excepcionalmente hoje o papo vai ficar estocado no Instagram e depois segunda-feira quando Mr. Anderson amanhã, né? Segunda-feira é o popular amanhã, né? Amanhã, manhã, né, Mr. Anderson haverá de fazer o mediúnico do conteúdo do Instagram para o conteúdo no YouTube.

Para todos eu desejo, ó, eita, feliz Páscoa. Cristo ressuscitou. Eu eu hoje comecei o dia lá aqui no meu jardim do Senhor Jesus, olhei para quadro de Jesus, falei: "Gratidão por tudo, mestre. Como é bom a gente construir a convicção de que a morte não existe. Como é bom a gente saber que a gente tá de passagem por esse planeta e enquanto estivermos aqui, a gente tem que honrar a condição de encarnado, fazer tudo que está ao nosso alcance, não apenas para o espírito imortal que cada um de nós é, mas para o coletivo, para as pessoas à nossa volta, para o planeta que nos acolhe.

nesse universo sem fim, que a gente possa retribuir a bênção da vida, ajudando da forma possível a quem esteja em situação mais frágil e difícil do que a nossa, porque ninguém tá livre de problema. Mas a gente precisa valorizar o fato de ter um lugar para chamar de ser uma casa, ainda que alugada, mas é seu por contrato, você tá ali por direito, por ter uma família, amigos. trabalho ou algum trabalho remunerado ou algum trabalho saúde, né? bênção da gente ter a oportunidade de viver e valorizar cada momento aqui para fazer algo que seja relevante, minimamente importante para você, que faça sentido para você, pro teu coração. Ó, fiquem com Deus.

Quarta-feira estarei aí aqui. Espero também simultâneo com o YouTube porque, como já disse, peço desculpas, o transmissor desencarnou. Eu vou procurar o espírito do transmissor YouTube para ressuscitar no aparelhinho e viabilizar nossa comunicação quarta-feira, senão a gente dá um jeito. Fiquem com Deus, tudo de bom.