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Tem aniversário chegando… | Papo das 9 #899

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dia a todas e todos. Onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, como vocês estiverem. Você que acompanha a gente já há algum tempo, ou desde o início, ou caiu de para-quedas aqui agora, saiba que hoje é uma data muito especial. Nós estamos na véspera do quinto aniversário do Papo das 9. Até peguei uma camisa que eu ganhei de presente de algumas pessoas muito generosas, que são amigas e amigos virtuais que acompanham o papo desde o início, no primeiro aniversário do papo das 9, ó, ganhamos de presente, fizeram chegar a mim a camiseta do papo 355 dias juntos. Var de espirrar. Uh! Amanhã tem aniversário do Papo das 9 o destino, porque isso não foi planejado, que seja o dia da água, né?

O dia da água é 22 de março. E água, vocês sabem, isso é é uma coincidência incrível. A água é o elemento fundamental à vida, né? E a gente 5 anos atrás a serem celebrados amanhã, entramos nessa transmissão, nessa rotina de uma transmissão que foi diária durante quase 2 anos no auge do sofrimento pela pandemia com isolamento social sem vacina, risco de óbito, muitas perdas no Brasil. em particular, mais de 700.000 óbitos e isso tudo junto e misturado, instigou-me a fazer alguma coisa inspirado no livro sobre prevenção do suicídio lançado há 10 anos em 2015.

Portanto, foi uma combinação de fatores que determinou a ideia de fazer o papo contrariando várias premissas do tipo: "Não ocupe mais de 3 minutos numa live que ninguém aguenta". Estamos fazendo uma hora, uma hora. 1 hora, 1 hora. Fazer todo dia, será que vale a pena? fizemos durante quase 2 anos a vacina, retomamos rotina de trabalho, aula na PUC e e aí deixamos de fazer todos os dias para passar a fazer três vezes por semana, quartas, sextas e domingos, né? muitas histórias.

Eu não vou hoje falar disso, o aniversário é só amanhã, mas é muito bonita a coincidência do aniversário do Papo das 9 estar acontecendo no mesmo dia em que nós no mundo lembramos que água é um elemento fundamental à vida. E eu fico muito feliz pelo fato de ter construído robustas ligações de confiança, troca com um público muito eh presente. A gente anda por aí e às vezes fora do Brasil e as pessoas referenciam, não é? Ah, eu te vi na TV. Não, eu te vi em Palestra Espí. Não, eu te vi no Papo das Noves. É interessante a memória das pessoas, né? Onde é que você reconhece aquele rosto ou aquela pessoa?

Essa associação com o Papo das Nov passou a ser, eu diria, algo recorrente com aquelas pessoas que eu não conheço pela memória. Se lembra de mim? Meu nome é fulano cicrano. A gente tem aqui um grupo interessantíssimo e numeroso. Então, 22 de março, dia da água. Amanhã, sábado, 22 de março, aniversário, o quinto aniversário do Papo das 9. Chegaremos esse ano ainda a 1000 edições do Papo das 9. E eu quero dizer, esse encontro, ele sempre teve o objetivo de promover saúde psíquica e emocional.

A a pandemia deixou de ser algo tão opressor, mas a os distúrbios, os desequilíbrios, os convites, a angústia e ansiedade permanecem e entendemos que é possível manter o compartilhamento de conteúdos que continuem tendo o objetivo de promover saúde psíquica e emocional, porque isso, vamos dizer, saúde psíquica e emocional tá em falta no mercado. E muitas pessoas, por vezes, independentemente do nível de escolaridade do credo, da renda, da raça, o que seja, raça, não, cor de pele, eh encontram aqui, por vezes, um lugar aonde é possível buscar alguma nutrição ou informação útil, pela razão que for, eu fico muito lisongeado com isso.

Quero na largada do papo manifestar de coração aberto a minha mais sincera e profunda gratidão a todos vocês e que esse exercício da comunicação que eu realizo aqui e vocês sabem da forma mais desproduzida possível nas fotos do livro que celebrou no ano passado. O quarto aniversário do papo. Fotos da minha filhota Raquel. Lindas fotos. Ela mostrando os bastidores. Vocês viram? Temos aqui. Não é um estúdio. Eu não tenho um microfone top. Vem ruído da rua. Eh, eu não monetizo esse espaço. Já me ofereceram proposta para patrocinar. Eu falei: "Não, mas não preciso e não quero porque não é a proposta. Ah, não.

Eu vou selecionar os conteúdos para quem possa pagar, sem nenhum problema com quem realize trabalhos remunerados via internet, compartilhando conteúdos mediante pagamento. Não é a nossa proposta aqui. Não é mesmo e não será. Vamos lá. Menutor de sabedoria. há 5 anos abrindo o livrinho e ele já tá desse jeito. Aliás, esse confesso, eu acho que nem é o livro original que o outro se desbagaçou todo. Tenho minhas dúvidas. Agora não tô me lembrando, teve um livro que ficou meio depperadão. Esse aqui já é, eu acho, a reencarnação do livro anterior. Nosso companheiro Carlos Torres Pastorino. Vocês sabem, através do Papo das Novas, eu conheci a filha do Pastorino que virou uma amiga, né?

Nos encontramos já algumas vezes em Brasília aqui do Rio. Ela mora em Brasília, Cristiana. É, é um presente que o Papo me deu, né, entre tantos amigos, tantos amigos que nós tivemos. A Flávia tá me cobrando aqui, não teve papo na quarta. Pois é, na quarta eu, aliás, a observação da Flávia enseja um agradecimento também ao Conselho de Minerva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que permitiu uma experiência para mim de eh alegria. me senti honrado, lisongeado ao ser um dos agraciados com uma medalha e um diploma que foi conferido na quarta-feira de manhã na Ilha do Fundão, no auditório da COP da UFRJ, lá estive.

Então, houve uma coincidência de horários e eu achei que deveria e é uma escolha que me deixou feliz estar lá para receber essa comenda de uma instituição centenária, a antiga universidade do Brasil, né? Universidade Federal do Rio de Janeiro recebeu esse nome depois, inclusive na época da ditadura, mas era a Universidade do Brasil, a centenária. Foi uma honra. Foi uma honra. Vamos lá. Minutos de sabedoria. Esse exercício a gente fez durante a pandemia, todo santo dia. Agora a gente faz três vezes por semana, abrindo ao acaso. Acaso não existe. A gente se prepara e pede ajuda aos amigos invisíveis para que nos ajudem. a identificar perante o público que acompanha ao vivo ou que vai acompanhar depois a gravação que ficará estocada no meu canal no YouTube.

Qual é a página indicada para nossa reflexão estudo nessa manhã? Então eu peço sempre a eles que eu seja aqui um instrumento fiel, uma ferramenta útil e maleável, um modo, um meio adequado pro propósito dessa parte inicial do papo das 9, que é: Qual será a informação? 14 é o número da mensagem. Mantenha uma atitude vitoriosa. Quando você olha para uma pessoa curvada e triste, perde a confiança porque verifica que está abatida e preparada para uma derrota. Não deixe que ninguém pense isso a seu respeito. Mantenha-se de cabeça erguida, confiante e risonho, e todos confiarão em você. Irradie força e entusiasmo até por meio da atitude do seu corpo.

Vamos deixar claro aqui apenas a minha opinião, que não é uma verdade absoluta. Cada um tem a sua forma de interpretar e refletir. Eu lendo isso, me vem duas ideias. A primeira, sim, o derrotismo, o pessimismo, uma atitude sempre de subserviência aquilo que não tá dando certo se dobrar diante das circunstâncias difíceis da vida é algo muito ruim, porque a gente em certa medida, está plasmando um cenário sombrio que não aconteceu ainda e que a gente nem conseguiu. ter a oportunidade de verificar se a partir de uma outra postura nossa, o que estamos projetando como ruim se resolve de outro jeito. O imponderável, o futuro não é hermeticamente fechado, ele é plasmável o tempo todo.

A gente tá plasmando um novo futuro a partir das escolhas do aqui e do agora. Então veja, eu entendo a mensagem do pastorino como um convite a um saudável otimismo, que sugere que se a vida não é um jogo de carta marcada, um imponderável pode surpreender positivamente. Então, não nos custa resistir a um momento que nos constranja. negativamente nos oprima, nos deixa ali imersos numa vibração de tristeza e melancolia que torna tudo um pouco mais cinzento e obscuro. Esse ponto é uma forma de interpretar. A outra é a seguinte: não é feio sofrer, tristeza faz parte, melancolia também. A gente não pode forçar a barra na direção de uma felicidade tóxica, porque é fake.

Você tá simulando o estado de espírito que não é o seu naquele momento. Isso pode trazer até algumas complicações de ordem psicológica e Então, acho que o que tá colocado como pastorino é um convite pra gente se vigiar, vigiar e orar. E se liga, uma postura mais esperançosa, confiante, otimista, ajuda para caramba no dia a dia. Ajuda você, ajuda os outros, os outros se ajudam você. A gente fica com uma é um é uma autossugestão. É uma autossugestão. Por não fazer decidir um dia mais leve?

Por que não fazer desse dia um dia onde eu não fique só lembrando das dificuldades do que eu ainda não consegui realizar, das minhas eh doloridas culpas que eu ainda não aprendi que culpa não deve fazer parte do meu vocabulário. Talvez arrependimento que me permite reparar um eventual erro cometido e todos erramos. Então veja, uma coisa é você ter uma postura, uma predisposição a tocar a sua vida de uma maneira mais suave, suave. Por pior que seja o cenário e a circunstância, tentar. Tentar.

A outra é também você não forçar a barra no sentido de se impor um estado de espírito que não combina nada com aquele momento, que eventualmente é de tristeza e é uma tristeza que tá colocada dentro de uma certa lógica. Não vou ficar feliz da vida porque eu perdi um ente querido, né? Não vou ficar aqui numa situação de eh serenidade absoluta. Se eu vivo numa comunidade onde a bala tá comendo solta, né, onde tem tiroteio de madrugada, eu vou ter aqui algum motivo para me sentir um tanto ansioso e preocupado? Vou ter que aprender a lidar com isso, óbvio, mas eu não vou fingir para mim mesmo que a situação não é hostil nesse momento.

Então, mantenha-se de cabeça erguida, confiante em risonho e todos confiarão em você. Irradie força e entusiasmo até por meio da atitude do seu corpo. É uma escolha que todos nós a cada dia fazemos. É um contrato que se renova ou não a cada dia. Eu quero um dia melhor. Eu quero hoje um dia mais interessante para mim. Se eu quero, qual é a parte que me cabe no contrato? Qual é a parte que cabe a mim realizar no sentido de não deixar que uma eventual predisposição, a amargura, o ressentimento, o pessimismo tem o lugar. Acho que é por aí. Não é a única, evidentemente, eu sempre falo isso, maneira de interpretar a mensagem, que no caso hoje é a 14. Cada um terá motivos.

Isso é ótimo de filtrar a mensagem de acordo com suas próprias reflexões e sentimentos. Tá bom? Sugestão de leitura. Tô na véspera do aniversário do Papo das 9. Amanhã tem cinco aninhos. Hoje eu tô com a camisa que eu ganhei no primeiro aniversário do papo das amigas e amigos que tem um grupo, cara. É uma das histórias interessantes do Papa das Nov. um grupo que se organizou em paralelo ao papo das ve aqui para trocar entre eles e elas ideias, ações, movimentos e campanhas em favor de pessoas ou entidades que estejam necessitadas, promoção eh ou troca de ideias sobre livros indicados aqui por mim e outros e pessoas das mais diversas partes do Brasil com diferentes credos e visões de mundo.

Eu acho isso o grande barato, assim, um dos grandes trunfos dessas lives que a gente faz, que é a vida própria desse grupo que se articula por aí. Eu mantenho um distanciamento amoroso e estratégico do grupo que eu não quero influenciar minimamente o que esse grupo tá fazendo, porque tem autonomia de voo, faz o que quiser, discordando, concordando, promovendo que queira fazer. Vou pedir licença, peço vênia, como dizem na área do direito, para indicar um livro que resume o que é o papo das e as reflexões que temos a partir das mensagens do pastorino. É o livrinho Sabedoria do Dia, reflexões do Papo das 9.

Eu sei que vocês já ouviram falar desse livro, sempre tem gente nova, né, chegando por aí. Portanto, o livro tem a pretensão de garimpar eh 32 mensagens extraídas daqui. Só que aqui a gente ao vivo abre ao acaso no livro eu selecionei daqui dentre 288 mensagens, 32 que me inspiraram de uma forma diferenciada a fazer breves pensatas, digressões sobre temas da atualidade à luz de um livro escrito 60 anos atrás.

100% da renda dos direitos autorais do livro, que viria pro autor, que sou eu, vão paraas casas André Luiz em Guarulhos, que mantém mais de 200 pessoas em situação de muita, muita necessidade constante de amparo, de suprimento alimentar especializado, de equipamentos de mobilidade específicos, que são pessoas com algum tipo de deficiência intelectual ou física severa. E não é fácil manter uma instituição como as casas André Luiz para lá foram e estão indo 100% dos direitos autorais do livro que celebra a existência do papo que comemorará amanhã 5 anos e amanhã é o dia da água. Água que nasce da fonte serena do mundo e que abre um profundo grotão.

Água dos garapés onde ar a mãe d'água é misteriosa atenção. Gotas de água. Olha que alegria. Eu nem me toquei disso quando surgiu o papo das lá atrás. Aí o povo, você sabe que que é o dia 22? Não tô lembrando não. Dia da água. Pronto, vapo. Estamos junto. Água, fonte da vida. E o Papo das tentando replicar conhecimentos, informações, histórias inspiradoras pra gente valorizar a oportunidade sagrada e abençoada da vida, a bênção da existência, ter gratidão até, talvez, principalmente pelos momentos difíceis, porque invariavelmente eles nos ensinam a sermos pessoas melhores, com uma experiência que vai sendo acumulada, que resulta numa palavra em evolução ética, moral e intelectual.

Porque sabedoria não é sinônimo de conhecimento. Conhecimento é aquilo que diz respeito às descobertas. que ajudam a gente a entender como funcionam as engrenagens da vida, do universo, das relações interpessoais, esse conhecimento que vai de A a Z, da agronomia a zootecnia, tudo. Conhecimento, ele é fundamental, mas ele não resume a palavra sabedoria. A sabedoria é como se fosse um conhecimento intuitivo que permite a gente a compreensão de de aspectos complexos, por vezes, da vida. Sabedoria é um recurso preciosíssimo de navegabilidade na existência, né? Essa capacidade elevada à enésima potência de compreender melhor situações que o conhecimento por si não explica sozinho.

Bom, sugestão de hoje vai aqui no papo das 9 a nossa sugestão. em 5 anos a gente deu sugestão para burro aqui de apoio, de ajuda, de vaquinha digital. Eu tô numa fase, a gente pode retomar isso em algum momento e a a minha intenção é essa, mas eu tô numa fase de recomendar, eu tô dando dicas que podem ser ignoradas ou podem despertar o ou ensejar algum pensamento que promova alguma ação diferente. A minha sugestão é a seguinte: o papo das 9 a 5 anos tem a pretensão de promover saúde psíquica, emocional? É um bom resumo do que a gente pretende aqui. Qual é a minha sugestão para vocês? Pensem no que vocês, cada um de vocês aí está fazendo em favor da própria saúde psíquica e emocional.

Reflitam sobre essa expressão. Que que significa saúde psíquica e emocional? Vocês estão realizando algum movimento em favor da própria saúde psíquica e emocional? Mais do que isso, percebem a importância de serem agentes da saúde psíquica emocional, onde vocês transitam, em família, entre vizinhos, entre colegas de trabalho, entre pessoas estranhas que você encontra por aí na rua, na fila da padaria ou do banco, onde for O que seria a promoção da saúde psíquica emocional? Que qual é a parte que nos cabe nesse latifúndio? São as minhas sugestões. Faz sentido para você prestar atenção nisso?

Será que a gente sempre quando tiver algum desconforto profundo de ordem psíquico emocional vai lembrar apenas de ir na farmácia? Tem muita gente que tem esse gatilho. Não tô bem, preciso me sentir bem. Que que eu faço para me sentir bem? Vou fazer uso de alguma substância lícita na farmácia ou ilícita. farmácia, certas medicações que precisam de receita e de forma corrupta a farmácia não exige, isso é ilícito. Ou drogas ilícitas que você vai buscar no mercado clandestino, tudo para tentar se sentir melhor. Pensa nisso. O que que tá ao seu alcance fazendo em favor da própria saúde psíquica emocional?

E em que momento também é muito importante você diz bandeira branca, eu não tô conseguindo realizar esse movimento sozinho. Tá na hora de procurar ajuda. Eu já disse aqui, não é feio sofrer, não é feio sentir uma tristeza profunda, mas a tristeza persistente, que é aquela que perdura por mais de uma semana ou 10 dias, castigando a pessoa, ela não respira direito, não dorme direito, não come direito. E para complicar a situação, em boa parte dos casos, nem sabe identificar com clareza por ela tá sofrendo daquele jeito. promete para mim, procura ajuda.

Aliás, o papo das 9 em 5 anos de existência, eu perdi a conta de quantas vezes ao promover a saúde psíquica, emocional, recomendei, eu recomendo que as pessoas procurem ajuda especializada, profissional, psicológica ou psiquiátrica. é um recurso luxuoso do nosso tempo. A maior parte da história da humanidade não ouve psicólogos, nem psiquiatras, nem psicanalistas, nem terapeutas.

Por mais que sem recurso financeiro sobrando, sem plano de saúde ao seu alcance, existem e a gente pressiona aqui por mais oferta de serviço público gratuito na área da promoção da saúde mental, os centros de apoio psicossociais, os CAPS, as escolas de psicologia ou de psiquiatria que disponibilizam horários de atendimento gratuito. para quem vá procurar ajuda sem poder pagar por isso. Vocês entendem? A gente tá aqui, vocês são testemunho, povo que acompanha mais tempo.

Eu tenho, eu fiz várias amizades com psicólogos e psicólogas pessoalmente ou virtualmente que são gratos à forma como a gente respeitosamente, inclusive dando testemunhos em primeira pessoa, porque eu já tive quatro ou cinco diferentes oportunidades que eu aproveitei de ter apoio psicológico. cinco terapeutas diferentes em diferentes momentos da minha vida. Esse preconceito que diz assim: "Mas quem precisa de psicólogo é quem tá, olha que preconceito, quem tá maluco e que é uma expressão que não se usa, não se deve usar, tá doido, tá tá maluco, não, não é assim que se deve tratar quem esteja na condição de portador de alguma patologia de ordem mental, tá?

Você não precisa ser portador de uma patologia de ordem mental para procurar ajuda psicológica e ou psiquiátrica. É que os psiquiatras aqui vai uma uma observação, mas eu não sou dessa área, então eu tô sujeito à crítica aqui de quem seja psiquiatra. Me parece, eu vou colocar isso como uma impressão, a moderna psiquiatria, por vezes tem muita facilidade de diagnosticar. Todo mundo tem algum nível de patologia, portanto, todo mundo em tese, eu já conheci psiquiatra que disse isso, poderia ficar um pouco melhor a partir do uso frequente déito daquela substância.

Eu acho isso muito sério, porque eh substância significa alterar o funcionamento espontâneo e natural do seu corpo, do seu sistema nervoso. E as substâncias são muito bem-vindas. a gente tem uma gratidão enorme por essas substâncias quando há muito critério e muito zelo por parte do profissional de fazer essa recomendação. Bom, eh, vamos à pergunta. a pergunta que eu fiz na terça para quarta-feira e quarta-feira não teve papo das 9 que eu errei não consultando agenda e falei: "Gente, é quarta-feira de manhã, tem que estar lá na Ilha do Fundão, lá no na cerimônia do Conselho de Minerva da Universidade Federal do Rio de Janeiro. E aí não compareci, dei bolo, né? avisei aqui no stories no Instagram, mas o povo do YouTube ficou na mão.

Perdoe-me, perdoe-me. A gente vai aqui recuperar a memória da pergunta chave. Mais um dia ou menos um dia? Foi a pergunta que a gente fez. Qual foi a intenção? Mas cada um pode entender de um jeito, tem problema. Tem gente que faz a contagem da vida dizendo: "Mais um dia, graças a Deus". E tem gente que vai dizer menos um dia, bora que eu já tô preparado para subir. Então, mais um dia ou menos um dia, como é que você faz a contagem do tempo? Gláuscia Veigas pergunta: "Para seres imortais como nós, entendo que é somente mais dias. Porém, você concorda que seria mais sábio sermos mais vigilantes? para termos menos dias de sofrimento em nossa eternidade.

Eu não sei se eu entendi bem a pergunta, assim, cada um é absolutamente livre para realizar a sua própria dinâmica de contagem do tempo. Então, se você se sente mais confortável nos termos que você colocou na pergunta, eu só tenho que agradecer o fato de você ter compartilhado conosco em público uma percepção dessa questão. Eu, de minha parte, ao sugerir essa pergunta, eu pretendi, como sempre promover uma reflexão filosófica. Eu gosto do mais um dia. O mais um dia significa uma forma de eu lidar com o meu tempo de uma maneira produtiva, mais um dia, ou da bênção de estar aqui pela graça de Deus para realizar alguma coisa.

Porque se eu não acredito no acaso, na condição de espírita, a existência nesse plano, se ainda ocorre, se na resolução orgânico o André ainda tá aqui ou vocês ainda estão aí, é porque eu e vocês ainda temos algo por realizar aqui. Então, do meu ponto de vista, é mais um dia, é mais um dia, mais um dia de vida. O que que Por que que eu tô aqui? O que me resta fazer? O que a natureza, Deus, a inteligência suprema espera de mim em mais um dia nesse plano? Essa é minha forma que não é a certa, não é a errada, é a minha maneira de lidar com a questão que eu propus no stories, tá bom, Glauso?

Então, cada um deve se sentir confortável na maneira de realizar para si em algum momento a contagem do dia, porque essa expressão é muito popular. Mais um dia. Tem a música que eu acho linda e fiz nesses 5 anos lives maravilhosas com muita gente que eu admiro. Uma delas foi com o nosso querido Flávio Venturini que foi do 14 B e tem uma carreira solo maravilhosa e longeva. Ele cantou, cara, na live durante a pandemia, não tinha show em lugar nenhum, né? aquela coisa, os artistas ficaram numa situação de penúria horrorosa. E a gente fez a live com ele, ele cantando aquela música e lá se vai mais um dia que é do clube da esquina, né? E lá se dia. É. Espetacular a música.

Eu sou muito grato à generosidade do Flávio, do Gil, do Caetano, né, do Lenine, esse povo todo cantou pra gente, cara. Isso aqui quando eu olho para trás eu falo: "Não tô acreditando". Quem quiser recuperar a memória dessas lives, vai lá no YouTube, tem lá tudo arquivadinho, bonitinho. Caetano foi a primeira live dele na pandemia. E foi muito, muito bacana. Mas enfim, vamos lá. Outra pergunta. Andrei Abfa queria sempre responder mais um dia. O que fazer quando o desânimo toma conta? Onde você se abastece? O desânimo faz parte. Não somos perfeitos. Estamos aqui aprendendo a sermos pessoas melhores. Cada um haverá de descobrir uma maneira de lidar com o próprio desânimo.

A fé me dá um suporte importante. A fé raciocinada do espiritismo é para mim um poderoso suporte para lidar com desânimo. Agora, eu também procuro fazer a minha parte tentando decifrar a origem do desânimo, porque eventualmente essa origem é orgânica. Uma noite mal dormida deixa você desanimado. Não é uma questão só psíquica, psic não é o corpo. A gente tá aqui acoplado a um corpo. Se o corpo tá pesado, se o corpo tá reclamando cuidados e a gente não tá conseguindo realizar esses cuidados a contento, isso vai abalar o seu ânimo, certo? Então veja, o que não falta é motivo pro desânimo e o que não falta é motivo para você se animar.

As escolhas que a gente faz vão determinar da nossa parte alguma vontade, desejo e disciplina de fazer o movimento contra a maré. Eu gosto dessa metáfora assim da tem a música da Rita ali, né? Remando contra maré. Não acredito em nada, não. Até duvido da fé. Não quero luxo nem lixo. Meu sonho é ser imortal, meu amor. lixo. Quero saúde para gozar no final. A gente quando [Música] decide remar contra a maré, essa é a condição para criar musculatura. Se você vai boiando, seguindo fluxo sem fazer força, essa musculatura atrofia na linha do tempo. Se você usa o seu o ex espiritual e define para onde você quer ir, o ex espiritual vai apontar é para lá. Ih, para lá tá difícil hoje.

O ex tem nada a ver com isso. Diz para cá é que se vai. E aí você vai movimentar os recursos mentais, emocionais e físicos para alcançar esse objetivo ou não vai? Disciplina é uma palavra muito importante. Não por acaso Emanuel, guia e mentor do fantástico exuberante médium Francisco Cândido Xavier no primeiro encontro entre os dois à margem de um açud em Pedro Leopoldo. Onde estarei? no mês abril, depois eu digo a data. Vamos tá lá na pracinha de Pedro Leopoldo a convite do meu amigo, o John Harley. Estarei lá num evento super legal com música e tudo. Vai ser bem bacana.

Eh, quando a gente, portanto, lembra desse encontro de Chico com Emanuel em Pedro Leopoldo, a margem do açúd, primeiro encontro dos dois, Emanuel fala assim: "Olha, eu posso te ajudar porque você veio para essa vida com essa essa condição de sensitivo e nós nos conhecemos de outras existências e eu tô aqui para te ajudar". O Chico, claro, tô dentro. Ele falou: "Tem três condições. Quais são? Disciplina é a primeira, disciplina é a segunda, disciplina é a terceira. É, não tem almoço grátis não, cara. Evolução é mérito, pessoal. Intransferível. Sigamos, Zeca Salgueiro. É correto ir na direção do ditado Viva cada dia como se fosse o último?

Olha, para mim esse ditado faz sentido quando lembra que nós não temos o poder de determinar em que momento queremos partir. Isso só se dá pelas portas do suicídio. E o suicídio, em nenhuma hipótese, significa alívio ou solução para os problemas. Assim como uma fruta só se desprende do galho de uma árvore, uma manga só se desprende do galho quando chega o momento. Nem antes, nem depois, tem o momento certo. Nós, pela força da natureza, teremos o momento certo, que não somos nós quem determinamos, de partir.

Então, quando a gente tem essa consciência, viver cada dia como se fosse o último significa, posto que eu estou de passagem por esse planeta, que eu tenho prazo de validade nesse plano, eu deveria, enquanto estou aqui, realizar tudo aquilo que eu preciso fazer, porque faz parte do meu pacote aqui de demandas pessoais, meu sonhos não precisa ser só na direção de um exercício espiritual da compaixão, da misericórdia, da caridade. Não. Ah, eu queria tanto voltar paraa minha terra natal para conhecer hoje o que que mudou desde que eu nasci e nunca mais fui lá. A pessoa traz aquele desejo, ué, é o sonho da pessoa. Vamos ver o que que é possível fazer para realizar.

Ah, eu gostaria tanto de reencontrar um amigo de infância. Eu já sei onde ele mora. Eu tô até com o telefone dele, mas tô com vergonha porque ele pode não se lembrar de mim. Sabe? As pessoas às vezes a gente fica adiando. Ou questões muito mais importantes como eu briguei com meu filho ou minha filha, estamos separados já faz algum tempo, não nos falamos. Temos uma incompatibilidade de gênios absoluta. Ele cá é o ele lá é o K, né? Será que isso é algo que mereça? Antes da gente partir, a gente não sabe quando vai partir um cuidado para entender o que que significa antes de partir a gente se reconciliar com todas as pessoas com as quais temos nossas questões ou divergências. mais graves.

Portanto, eu acho que esse ditado, Zeca, viva cada dia como se fosse o último, faz sentido para mim nesse contexto, tá bom? Van Ribeiro, qual a importância dos propósitos enobrecedores no fazer dos dias algo mais significativo? É exatamente isso que a gente tá aqui resumindo. A vida ela não é um acidente de percurso, não é obra da sorte do azar. A gente não tá vivo por acidente, não é algo aleatório, obra do acaso, não. A gente tá aqui porque há um projeto, há um sentido, há um propósito. Eu acredito piamente nisso. E por acreditar nisso, a ociosidade deliberada não combina com a filosofia de vida de quem crê que a vida não é um acidente de percurso. Ela tem um sentido, tem um propósito.

Então, sim, mais um dia neste plano à procura de situações e oportunidades aonde a gente possa ser desafiado a testar o nosso compromisso íntimo em favor da mudança para melhor. Zona de conforto não deveria ser a meta de quem é espiritualista de uma forma mais ampla e espírita em particular. Zona de conforto sem se sentir minimamente instigado ou desafiado a realizar algum movimento em que você se sinta útil para você e paraa sua comunidade, pro seu país, pro seu planeta, né? Tudo isso para mim faz muito sentido e toca em fibras íntimas aqui, tá? Zeca, perdão, Van.

Zé que eu já respondi, Van Ribeiro, Luís Eustáquio, sendo um espírito imortal, devemos aprender a importância de cada dia na nossa evolução. Olha, eu me lembro com a sua pergunta aqui de Santo Agostinho que deixou escrito um dos grandes pensadores da igreja, a recomendação de que ao final de cada dia nós rememorássemos os melhores e os piores momentos do dia, aonde a gente lembra que fez bem feito alguma coisa, agiu com acerto. Lembrar disso é bom, mas também lembrar aonde a gente pisou na bola, onde a gente errou, aonde a gente disse algo de maneira precipitada que não deveria ter dito, aonde a gente eventualmente magoou agiu equivocadamente com alguém.

Santo Agostinho sugere, portanto, que a cada dia nós tenhamos a capacidade de fazer uma avaliação dos melhores e piores momentos com o único propósito da gente, tendo consciência de onde acertou, acertou por e de que jeito. Eu preciso fazer mais vezes isso. Aonde errei, por errei, de que jeito? Eu preciso mobilizar recursos para não repetir isso. Não me interessa errar de novo. Errar é humano. Errar sistematicamente não nos convém. Você pode até fazer, mas não nos convém. Tudo posso, mas nem tudo me convém, diria Paulo. Tá bom? Foi a última pergunta. Deixa eu fazer um breve comentário aqui sobre dois assuntos. Pode ser? Eu compartilhei no na minha página no Instagram uma declaração.

Eu nem vou chamar de inacreditável porque tudo que está vindo desse homem soa inacreditável por faltar a lógica e o bom senso. O atual mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciando que havia assinado uma ordem executiva para invalidar medidas protetivas de florestas. Ele achando que dava para monetizar floresta, derrubando floresta. Vamos, vamos incrementar a indústria madeireira. chamou os ambientalistas de lunáticos e defendeu para ter algum alguma justificativa depredação do reino vegetal que ele tá defendendo, que isso ajudaria não ter incêndio florestal, a construção de imensos aceiros, que é de fato um recurso plausível em situações de risco extremo em certos lugares. construir aceiro.

Ele tá defendendo isso como uma norma. Ou seja, eu chamei ele de Não é um termo muito lisongeiro, por isso ainda bem que eu esqueci. Eh, eu chamei ele a besta do apocalipse verde, né? O Trump tá de passagem, gente. Tudo passa. Eu lamento por todo infortúnio, ético, moral, espiritual, emocional e econômico, hein? A economia já está fragilizada nos Estados Unidos por conta das políticas de Trump. Já comentei isso aqui outro dia. Já comentei aqui isso outro dia. Eh, inclusive setores da economia que apoiaram ostensivamente o atual presidente americano pedem que ele reconsidere, por exemplo, a taxação de produtos importados que são fundamentais pra economia americana. ou reveja a política da imigração que coloca todo mundo como bandido, criminoso, estuprador, assaltante.

É um preconceito desvelado, infame dele com imigrantes, que são tratados como criminosos algemados, eventualmente levados para presídios horrorosos, apenas porque estando em processo de legalização, ainda não tem o green card. É um destempero. E os Estados Unidos precisam de mão de obra dos imigrantes, tá? Só para lembrar. Os republicanos sabem disso. Trump não. É complicado. Política ódio é algo que, do meu ponto de vista, só tem uma explicação. É uma é uma explicação que não tá baseada em nenhuma literatura. Eh, o que eu tô dizendo aqui pode se revelar maior cascata no futuro próximo, mas eu acredito nisso. Acho que o Trump é um acelerador partícula.

Ele tá acelerando o processo de transição planetária. Em que sentido? Ele está dando publicidade ao desastre gerencial de alguém que é movido pelo ódio. André, e qual é a vantagem disso? Não repetir tão cedo essa experiência. arrependimento. Quem votou e quem apoia se tocar do tamanho da encrenca, que é isso, é uma tese. A outra questão é que saiu publicada na mais prestigiada revista científica do mundo, Science, um editorial que virou notícia ontem. Portanto, a Science, a mais importante revista científica do mundo, publicou um editorial assinado por dois cientistas top, um deles brasileiro Walter Leal Filho da Universidade de Ciências Aplicadas de Hamburgo, na Alemanha.

O outro deles, o norte-americano Philip Fside, que está radicado no Brasil já há muitos anos e trabalha no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, os dois afirmam categoricamente que o Brasil, como anfitrião da COP 30 não está liderando pelo exemplo. Entre outras observações, o editorial da Science assinado por esses dois cientistas e quando a Science abre o espaço da primeira página do editorial, editorial é o pensamento da revista, tá? Só para você saber que que é editorial. A revista diz assim: "Eu tô emprestando o espaço para dois cientistas que estão dizendo que nós que estamos coordenando esse periódico concordamos.

O Brasil não estaria liderando, pelo exemplo, quando anunciar petróleo na margem equatorial da Amazônia, porque isso não bate com o acordo de Paris. É uma coisa ou outra. O Brasil não lidera, pelo exemplo, quando defende e investe na redução do desmatamento, mas ao mesmo tempo anuncia a construção de estradas nas áreas mais sensíveis e densamente cobertas de floresta nativa na Amazônia. Isso traz consequências no longo prazo com o efeito espinha de peixe. Você tem uma estrada aqui e aí estradas clandestinas, vicinais são construídas à volta para escoar a produção ilegal de boi, de mineração, de indústria madeireira. Essa história do Brasil, tá? quem quiser que entenda o que que é o efeito espinha de peixe.

Segundo o editorial da Science, o Brasil tem no Ministério do Meio Ambiente o único na explanada que está na direção correta do enfrentamento da crise ambiental e climática sem precedente na história da humanidade, enquanto o resto do governo realiza políticas públicas que agravam as emissões de gases estufo. Resumir aqui o que disse a science. Fácil de você encontrar em português. Isso tá sendo reportado por praticamente todas as mídias, G1, o Wall, Folha de São Paulo, o Globo, tá? Todo mundo tá falando disso aí. É bom. Tem aquele ditado que diz: "Não é possível servir a dois senhores, né? Não é fácil ser governo, não é fácil ser presidente, mas as escolhas precisam ser feitas.

Ajoelhou, tem que rezar. Escolheu liderar, lidera. E seja movido por princípios e valores que tenham as prioridades corretas, tá? E por favor, respeito quem pensa assim, mas eu vou pedir assim mesmo. Não confunda as coisas no sentido de que quem critica o atual governo é defensor do governo anterior. Isso é de uma pobreza de pensamento absurda. Eu sou jornalista. Como diria Milor Fernandes, jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados. Aonde os governos acertam, o jornalismo reconhece e dá visibilidade. Aonde os governos erram, o jornalismo aponta os erros e critica. É a minha profissão. Eu não tenho nenhuma filiação, engajamento político ou partidário. Zero.

Como jornalista, eu tenho princípios e valores e reporto fatos. Quais são os fatos? E se é um jornalismo analítico, justificar as posições que nós temos. Não somos os donos da verdade, longe disso. Nos expomos publicamente a razão pela qual, para ser bem objetivo, bolsonaristas e nulistas já atacaram opiniões minhas por críticas feitas em relação a um e ao outro. Agora, ah, se criticar um é a favor do outro. Se criticar o outro é a favor do um, essa é uma visão cansativa, intelectualmente pobre e que revela, do meu ponto de vista, alguma ignorância sobre o fazer jornalismo. OK? É só uma opinião. A gente aqui precisa falar as coisas, né?

Precisa falar as coisas como a gente acha que as coisas são, sem nenhuma pretensão de estar falando verdades absolutas. Mas pelo amor de Deus, é a minha profissão. Sobre a minha profissão, eu tenho que saber alguma coisa, né, cara? Se eu não souber nada da minha profissão, como é que eu fico? Vamos lá. André Valentim pergunta: "Como viver o tempo presente?" Presente ele coloca em caixa alta. Meditação é uma forma espetacular de você experimentar sensorialmente o aqui e o agora. Razão pela qual os meditantes de diferentes linhas de práticas meditativas recomendam esses minutinhos por dia para você se conectar com a realidade sensorial do aqui e do agora, porque é um alívio.

Você se liberta do fardo, do passado que te atormenta, do futuro que não chegou e te angustia. Você coloca a tua âncora no momento presente, aqui e agora. A Lorena tá dizendo que tá aprende a viver o aqui agora com os cachorrinhos dela. Tem sabedoria nessa observação. Os animais ditos irracionais, eles estão elaborando a inteligência. Eles têm rudimentos de inteligência, mas não tem o intelecto superior a razão lógica no nível que nós temos. Mas eles de fato têm esse porque eles não têm o livre arbítrio, né? Eles não realizam as escolhas movida, movidas as escolhas pela, pelo pensamento e pela emoção. É extinto. O instinto predomina. Então o instinto é que é o responsável.

Nós não, nós não podemos alegar que o instinto nos move. Eventualmente ele até nos move, mas não deveria. Já temos recursos mais sofisticados para tomada de decisão. OK? Por isso que a meditação faz sentido. Ana Bigatom, André, nunca é agora ou só existe o agora? Meu filho de 10 anos me perguntou isso. Nossa, Ana, seu filho fez uma pergunta filosoficamente bastante sofisticada, né? Nunca é agora ou só existe o agora? Essa é uma pergunta que eu não tenho competência para responder. A pergunta é ótima, mas eu acho que a vida é uma sucessão de aqui e agora. E a gente quando tá antenado no aqui agora, penso, nós estamos mais ou melhor preparados para tomar essas decisões.

Quando você é movido por essa, eu diria, noção do tempo, não tá subjugado pelo passado que já passou, passado já deu, já foi. O futuro ainda não é, o futuro não chegou. Então aqui agora é o momento soberano da existência, mas não é que só exista ou agora, porque nós somos complexos. Nós temos uma série de conexões que explicam quem nós somos aqui agora em função de tudo que nós vivenciamos e tudo aquilo que nós desejamos viver. Então esse combo é esse combo ele traz alguma complexidade, penso eu. Manda um beijo no teu filho de 10 anos, filósofo Shirley Frosa. Será que em algum momento reencontramos conscientemente nossos queridos que partiram?

Ai, que pergunta linda para encerrar o papo das 9 que já tá aí nos finalmente. Eu sonhei hoje. É tão difícil sonhar com ele, com meu papai, meu paizinho. Foi um sonho tão bonito assim de um abraço que eu dei nele, um abraço emocionado. E eu tava escolhendo uma imagem sacra. Olha que sonho. E ele perguntou: "Foi essa?" Eu falei: "Não, não, essa não é a mais bonita para mim. Com aquela eu falei qual era que eu gostava mais. Eh, e nós estávamos exatamente sobre um rio em dois barcos diferentes, né? E nós nos abraçamos. É um sonho carregado de imagens simbólicas. Para mim faz sentido tudo isso, água, barco, imagem sacra e o abraço. Um abraço forte.

Então, o que eu quero dizer é o seguinte, do meu ponto vista, sim, não apenas em algum momento, em vários momentos a gente reencontra de forma consciente, ainda que dentro da perspectiva de um sonho. Pode ter sido uma ideação minha ou pode ter sido um encontro no plano astral. A mim, não importa o que vale eu aprendi isso com os psicólogos, é experiência. Eu fui abraçado pelo meu pai que desencarnou em 1987, né? Fal assim, vão quase 40 anos, 38 anos e foi lindo. Então os laços de amor são imperecíveis. Durante o papo das nesses 5 anos, muita gente se conectou com o nosso as nossas lives em sofrimento pela perda dos entes queridos em função da COVID.

E a gente com muita clareza compartilhou a nossa fé aqui de que há um encontro marcado entre as pessoas que se amam e que são afastadas a partir do advento, do encerramento do ciclo de vida no corpo de carne, no corpo orgânico, porque aqui todos nós vamos desencarnar em algum momento. Então me dispo lembrando que amanhã celebraremos 5 anos de existência, mas só domingo, no papo das 9as especial de domingo, nós vamos fazer reflexão inspiradora, alegre, feliz desses, dessa jornada por aqui. Fiquem com Deus, tudo de bom. Ótima sexta-feira, dia da floresta hoje. Amanhã é dia da água. Força, coragem e fé. Valeu, pessoal. Tudo de bom. Tudo de bom.

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