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Hoje a voz não tá 100%, mas a gente tá medicado. Chá de gengibre e uma prescrição médica para tomar algo para desinflamar a garganta. E a gente segue aqui com força, coragem e fé para dar o recado, agradecendo desde sempre a companhia, o carinho, a a forma como vocês ao vivo ou depois assistindo ao conteúdo gravado no YouTube dão retorno daquilo que vem sendo objeto de um trabalho que é feito com muito carinho, muito, muita atenção ao propósito mais importante do Papo 9, que é a promoção da resiliência psíquica, emocional em tempos turbulentos.
Saúde mental, minha gente, quase tudo passa por aí e a gente precisa ter muita atenção em relação àquilo que nos cabe fazer e de que jeito para não sucumbir diante da nossa jornada, né? Eh, a gente tá aqui para isso, principalmente, não apenas. E a gente começa sempre de alguma forma buscando inspiração no livrinho dele, Carlos Torres, pastorino, Minutos de Sabedoria, Cabrão, que vá aparecer hoje, pedindo ajuda aqui aos amigos invisíveis, que eles se compadeçam aqui da gente e nos ajudem indicando a mensagem mais apropriada. cirurgicamente indicada para a nossa apreciação nessa manhã.
Então, que eu seja um instrumento fiel, uma ferramenta útil e maleável, um meio adequado para realizar a escolha aqui com a ajuda deles da mensagem mais interessante por alguma razão para a nossa apreciação. 59. Lá vai. Você que se acha enfermo, preso a um leito de dor, não desanime. A doença não é um mal, pois é através da enfermidade que nos libertamos das vibrações grosseiras dos maus pensamentos, das más palavras e das má ações. Suporte com paciência a enfermidade, porque por meio dela se está purificando o organismo psíquico, sua alma, que só pode expulsar as impurezas por meio das doenças físicas. Várias coisas passaram pela minha cabeça aqui.
A primeira delas, o que que tá colocado como aprendizado para mim em relação à dor de garganta e à espectoração que tá começando a vir? Eu preciso da minha voz para tocar o meu trabalho voluntário ou remunerado. Perda da voz ou rouquidão implicam num gigantesco estress para mim e eu tenho que aprender a lidar com ele porque o meu corpo físico ele não é blindado, ele não é imune a esse tipo de ocorrência. Várias vezes na minha vida eu tive momentos de perda da voz ou da intensidade da clareza da voz. Então eu tenho que aprender a lidar com isso. É uma resignação positiva, é procurar ajuda, é me ajustar à natureza e procurar fazer o meu melhor. É o primeiro ponto que me veio à cabeça aqui.
O aprendizado que vem de uma limitação, neste caso, de ordem física, OK? ampliando os horizontes de possível investigação do teor dessa mensagem. Quando Pastorino diz que a doença não é um mal, pois é através da enfermidade que nos liberamos das vibrações grosseiras dos maus pensamentos, das más palavras e das más ações, ele tá reportando algo interessante. Por exemplo, do ponto de vista espírita. Somos reencarnacionistas e em vidas passadas várias, através de ações lamentáveis, pensamentos ruins, sentimentos em desalinho, desequilibrados, nós fomos saturando a nossa psicosfera e determinando, ao desencarnarmos que estas vibrações pesadas nos acompanhassem.
A reencarnação, isso é a visão dos espíritas. Se você não é espírita, tudo bem, não tem problema. É só para você ter essa informação. Cada encarnação, o corpo de carne funciona como um fio terra, aonde essas impurezas podem ser eh canalizadas, determinando uma depuração do nosso perespírito ou corpo astral.
Significa que certas doenças mais importantes, certos gêneros de câncer e outras patologias várias, elas podem estar associadas exatamente a um descarrego dessa carga, portanto, de toxinas, de energias na falta de uma palavra melhor, que foram plasmadas a partir exatamente da soma dos atos, pensamentos, sentimentos equivocados e que a consciência registra aquilo como algo que não é em seu favor. Tribunal da consciência a partícula Deus dentro de nós. Ali se encerra a noção do que é conveniente ou não, do que é certo ou não. E o desencarne propicia uma lucidez espiritual magnífica. Nesse sentido de percebermos o que fizemos de bom e o que fizemos que não foi bom.
Então, reminiscências do passado podem determinar no processo de evolução do espírito imortal, essa carga dos equívocos, dos enganos, das ações lamentáveis das quais fomos protagonistas e agentes diretos. Isso gera, portanto, um desconforto espiritual na criatura. Como livrarmo-nos desse desconforto? A encarnação propicia a oportunidade benfazja do espurgo, do detox, se preferir assim. Inclusive há na literatura espírita relatos lindíssimos de pessoas, por exemplo, com câncer e metástase espalhado pelo corpo. O corpo físico perece. colapso orgânico, morte do corpo, desencarne as partes mais luminosas do corpo deste que por conta de um câncer veio a óbito, são justamente as partes aonde a doença no corpo físico mais se manifestou de maneira ostensiva.
Eu só tô reproduzindo aqui relatos presentes na literatura espírita. é uma outra visão da doença, percebe? É uma outra perspectiva, não circunscrita apenas ao tempo de vida no corpo físico, né? Então é muito interessante. Pastorino traz a sugestão de suporte com paciência a sua enfermidade, porque por meio dela está se purificando, está purificando o organismo psíquico, está purificando a físicas. É interessante a medicina da Terra, em certa medida. registra que maus pensamentos, cólera, ira, até uma tristeza persistente, que seria o transtorno de humor, depredam o corpo físico. E a gente precisa tratar isso desde já. Desde já.
Jonas de Angeles, na série psicológica psicografada por Divaldo Franco fala que a depressão ela traz exatamente uma carga de culpa. Ela associa a depressão à culpa do passado, do que foi feito e que ficou em alguma gaveta do espírito imortal arquivada a informação de que você tá de mal. com você, que você se autoflagela psiquicamente. É uma forma de lidar com a culpa que não acrescenta, não agrega, não ajuda em nada. Jonas deângeles fala, usando palavras muito fortes, muito mal da culpa. A culpa não tem nada positivo, zero. Nem a ideia falsa de que uma pessoa que esteja imersa na própria culpa esteja ali num processo de espurgo. Não tá. Ah, eu tô espiando minha. Não, não, não.
A culpa não movimenta o taxímetro. É só peso, é só desgraça. Não faz sentido. A culpa precisa ser repensada. É por aqui que a gente vai se livrando dessa culpa. A terapia, o trabalho do psicólogo, da psicóloga são muito importantes pra gente retrabalhar dentro de nós eventuais culpas e termos uma perspectiva saudável de aceitarmos quem nós somos e termos a lucidez. Onde eu errei, eu vou tentar reparar, eu vou tentar compensar, mas eu não vou ficar preso, eu não vou ser prisioneiro do passado, eu não vou ficar refém de circunstâncias que não tem mais lugar na minha vida. É o passado. Agora eu vou fazer o melhor para semear um futuro bem auspicioso, luminoso, diferente. Isso depende de mim.
E é isso que eu quero. Muito, muito, muito inspiradora a mensagem do pastorino que traz reflexões. Eu fiz apenas as minhas e eu não sou a palavra final. Eu tô aqui através da leitura ao acaso, entre aspas, das páginas do livrinho, estimulando vocês a fazerem esse exercício, que é algo, me parece, muito produtivo, muito interessante pra gente sempre se colocar em perspectiva. Sempre. Isso faz toda a diferença do meu ponto de vista. Deixa eu recomendar um livro novo que chegou a mim. por uma amiga vizinha aqui de Laranjeiras, a Dani Daniela, obrigado, querida. Que preciosidade esse livro.
Brasil Africano, orixais, sacerdotes, seguidores do Reginaldo Prandi, resultado de um trabalho, gente, de pelo menos 50 anos de pesquisas e publicações. Ele que é paulista branco, vou explicar porque eu tô destacando a cor da pele. sociólogo, escritor, professor emérito da USP, que é maior universidade do país, professor titular sênor do Departamento de Sociologia da USP, pesquisador sênor do CNPq e autor de obras sobre sociologia, mitologia afro-brasileira e indígena, literatura infanto juvenil e ficção. É interessante porque, vamos lá, a gente tá falando de tradições que vieram dos escravizados.
Então, no contexto de extrema barbárie e violência, negros e indígenas realizam, praticam a sua fé de forma aberta ou dissimulada, fazendo a conversão, por exemplo, de santos católicos para certos orixásis. tem aí uma uma maneira de você ajustar a cultura e evitar problemas desnecessários. Mas é interessantíssimo, do meu ponto de vista, que uma pessoa que tá fora desse meio, vamos colocar assim, permita-se a imersão no universo fora da academia, onde prevalece a tradição oral da passagem da informação sem literatura, mas no boca a boca, geração a geração. Aí vem um acadêmico da USP e diz: "Eu quero entender isso". Eu quero compreender a mediunidade praticada nos terreiros.
Eu quero entender o universo dos orixis. Eu quero no meu, sobre o meu olhar de pesquisador, sociólogo, acadêmico, traduzir isso para quem não conhece. Portanto, esse livro, em primeiro lugar, do meu ponto de vista, estabelece pontes necessárias e urgentes contra a intolerância e o preconceito na percepção da riqueza cultural e religiosa que está imersa essa riqueza na pluralidade, na diversidade do Brasil. O Brasil é gigante e é único no mundo a partir da diversidade, da pluralidade. É isso a nossa identidade. Não faz sentido para mim achar que aquilo que não corresponde à religião prevalente precisa ser estigmatizado ou banido.
Essa é uma visão da violência que não deveria ter lugar entre religiosos. Eu sou fã de todo o movimento interreligioso. Eu já participei inclusive aqui no Rio de alguns encontros e fora do Rio também, no Rio Grande do Sul, certa vez, de encontros que promovem a interação de diferentes representantes de tradições distintas num ambiente de respeito e acolhimento e de aprendizado múo. Então, é muito bonito que alguém com pedigria acadêmico do Reginaldo Prand há 50 anos vem estudando com muita delicadeza, muita sensibilidade o universo cultural místico, transcendental das tradições afro-brasileiras. Recomendo, recomendo. Brasil africano, orixás, sacerdotes e seguidores.
Vou só resumir aqui um trechinho da quarta capa que resume o livro, né? Explica o livro. Reginaldo Prand mostra no decorrer de pesquisas realizadas e publicadas pelo autor ao longo dos últimos 50 anos, diferentes componentes da África presentes nas religiões afro-brasileiras e ao mesmo tempo, na conformação e na identidade do Brasil. Rastreando e selecionando artigos de periódicos científicos e capítulos de coletâneas publicados no período, foi montado um largo panorama de mudanças sociais e religiosas, centrado ora no candomblé, ora na Umbanda e demais manifestações religiosas de origem africana e indígena. Este livro tem como focos principais a diversidade e a mudança.
É a história de uma tradição importante, decisiva e mesmo assim frequentemente vilipendiada e muitas vezes perseguida. O livro traz à luz situações e contextos sociais e históricos desiguais que incluem no avesso da continuidade o confronto, a adaptação e os rearranjos doutrinários e rituais. E como nos obrigam os dias de hoje o preconceito intolerância religiosa que põe em risco uma das fontes culturais básicas deste nosso Brasil africano. Eu acho que o Brasil, a maioria dos brasileiros, desconhece a força, a riqueza e a pujança dessas tradições. O que você não conhece, você tem medo. A criança quando tem medo de escuro, tem medo do escuro. Por quê?
Porque ela não ela não sabe o que que tem no escuro. A fantasia da criança, ela é uma potência e ela começa a fantasiar coisas que eventualmente são assustadoras ou ameaçadoras. Ela não conhece e ela fantasia. Medo do que não conhece. Então tem gente por aí. Isso é puro preconceito. E nós espíritas ligados à doutrina de Kardec fomos alvos na maioria desses mais de 160 anos de história do espiritismo também de muito preconceito. Esse povo da macumba, esse povo da curimba e espírita que replica o preconceito que já sofreu na direção dos seguidores do candomblé da Umbanda, não respeita os princípios básicos do espiritismo. Não entendeu nada. O espiritismo é cristão, o cristianismo é inclusivo.
O cristianismo fala de amor incondicional, não a este ou aquele, a todos. E principalmente o espiritismo não se arvora, não se autoproclama como o único caminho que leva a Deus. Quem quem estuda a doutrina espírita não replica o preconceito a intolerância, porque isto é paradoxal, é contraditório com a doutrina. Esse é o ponto. Por isso que eu, sendo espírita, não tenho nenhum pudor, nenhum constrangimento zero. Pelo contrário, orgulho de viver num país em que é possível se beneficiar da sabedoria, do conhecimento e da existência, de outras formas de praticar a fé.
Um país aonde um acadêmico durante cinco décadas se debruça para tentar compreender e explicar ao público em geral a origem, como surge e como se desdobra na linha do tempo hoje. Muita intolerância, preconceito e violência cometida cometidos contra os praticantes da Umbanda e do candomblé. Estamos aqui fortalecendo elos na direção de um mesmo Deus. O Deus é um só. E a beleza do jardim de Deus está justamente na diversidade das flores. É disso que se trata. Viva o candomblé, viva a Umbanda, viva as religiões dos povos indígenas. Viva os evangélicos, os católicos, os espíritas. Viva os budistas, os judeus, os muçulmanos. Viva quem não tem religião.
Viva quem acredita em Deus sem chamar para si, sem considerar um problema, não ter uma tradição, uma religião. Todos temos valor. Todos somos possuidores de alguma riqueza na capacidade de decodificar pobremente o inominável, o insondável, que é Deus. Isso é taísmo. Vivam os taístas também. Eu bebo do taísmo. Ah, André, mas como assim? Você bebe do taísmo? É sabedoria. Toda a religião traz aspectos valorosíssimos de resgate do divino. Você pode ter predileção. Eu diria, faz mais sentido seguir por esse caminho, sem desprezar os outros. Eu ia falar, é a minha opinião, mas eu tô tentando me livrar desse caco tá bom. Deixa eu falar uma coisa.
Hoje, pela primeira vez no ano da graça de 2025, farei uso do papo das 9 de um quadro que surgiu com esse propósito aqui original de sugerir ajuda para projetos, para campanhas ou pessoas que estejam precisando de recursos materiais. Hoje eu vou dar publicidade aqui na nossa rede e vou pedir a ajuda de vocês para uma pessoa de uma família humilde, eu vou contar a história dela rapidinho aqui, que passou no mês de janeiro desse ano pelo infortúnio de perder uma perna e precisa de uma prótese para ter mobilidade, para poder ter conforto nos seus deslocamentos. Eu tô falando da nossa amiga Angélica Crman Pavão.
Durante os últimos 11 anos, ela vem lutando contra o linfedema, uma doença crônica e enfrentou, como disse em janeiro, a pior consequência. Uma infecção grave levou à amputação da perna esquerda no dia 27 de janeiro desse ano, portanto, dois meses atrás, para ela ter mobilidade, independência, para ela conseguir se deslocar com mais facilidade para realizar movimentos inclusive de subsistência, ela precisa de uma prótese. Essa prótese custa exatamente R$ 16.200. A família, como disse, é de origem humilde. A mãe parou de trabalhar para dar no primeiro momento assistência à filha, troca de curativo, vê o que que precisa fazer para facilitar as coisas para ela nesse primeiro momento.
A prótese, eu não preciso explicar, determinaria uma mudança importante na qualidade de vida da nossa amiga Angélica. Essa história me foi confirmada por uma grande amiga de muitos anos, de Juiz de Fora, [Aplausos] Andreia. Então, a história está confirmada, está certificada. Tudo que eu tô falando aqui é a expressão da verdade. A questão é se você se sente à vontade para ajudar. Se você quiser ajudar e cada grãozinho, cada realzinho ajuda no projeto de reunir 16.200 R, viabilizando a compra da prótese para a perna esquerda da Angélica. Eu vou repassar o Pix aqui. A chave Pix é o CPF 100 879 246 25. Essa primeira leitura não deu tempo de anotar aí, né?
Então eu vou contar até cinco para você pegar um papel, um lápis, uma caneta. 1 2 3 4 5. Deu tempo. Vamos lá. Chave Pix para ajudar na compra da prótese da Angélica Croman Pavon. 246 25. Ela precisa de R$ 16.200 para comprar uma prótese. É muito dinheiro. Vaquinha digital para juntar isso rápido é difícil, mas essa rede já me surpreendeu muitas, muitas vezes e a gente vai dar conta, se Deus quiser, viu, Angélica? Força aí, minha irmãzinha. Vai dar certo. Tá bom. Daqui a pouco você tá novamente apta a andar com maior conforto, se deslocar e com fisioterapia, com treino, você vai conseguir ter muita destreza e qualidade de vida sobre duas pernas. Tá bom? Vamos em frente.
Agora é a pergunta que nós fizemos no stories do Instagram e que nosso querido Mr. Anderson, Mr. Anderson, só lembrando pro povo que não pega desde o início o papo das, Anderson Costa, primeiro foi a Ariane cuidando de tudo. Aí a Ariane falou: "Cara, eu vou colocar uma pessoa que vai ser assim o teu braço direito para cuidar full time dos seus interesses. Aí entra Anderson Costa e eu acho o maior barato, o primeiro filme da série Matrix com Ken Reeves, aquele ator australiano que fez Priscila Rainha do Deserto. Você lembra dele? Eu não me lembro o nome dele aqui, que é o vilão do Ken Reeves, óculos escuros, terno preto, gravata preta. É sempre ele que bate um papo com Mr. Anderson.
Ele fala assim: "Anderson é o Keno Reeves". E aí esse vilão chega pro Keno Rives e sempre com uma voz grossa, imponente, falar: "Mr. Anderson, Mr. Anderson, eu adoro o sotaque desse cara. Eu tive na Austrália uma vez. Os australianos têm um sotaque bem bem gostoso, bem interessante. E a Austrália é o primeiro mundo de bermuda e chinelo, cara. Porque a Austrália tem uma banda lá convergente quase com o Rio de Janeiro aqui, sabe? Assim nos meridianos assim, a gente tá ali próximo. Então é esse sol em Clemente que muda cultura, calor e sol. Quando você começa a andar de sandália em tudo que é canto e bermuda, você vai mudando estilo de vida, cara.
O calor, eu tô te falando, o clima interfere no nosso psiquismo, no nosso humor. E os australianos têm um astral diferente de quem mora lá acima da linha do Equador. Então, Mr. Anderson, Mr. Anderson fez a seleção das perguntas para sobre o tema proposto no stories ontem. O tema foi qual o seu exercício espiritual favorito? Qual o seu exercício espiritual favorito? Bárbara Zazeném mandou o seguinte: meditação é exercício espiritual, porque quando faço me conecto com alguma coisa que não sei nomear. Olha, Bárbara, do meu ponto de vista não há dúvida alguma. Jesus meditava, Buda meditava, Gand meditava. São muitos os mestres, alguns gostam de usar a nomenclatura, mestres ascensionados, né?
Para nós espíritas, o mestre dos mestres, o rabi Jesus, a meditação claramente é um exercício espiritual porque estabelece conexão com as suas camadas mais profundas, aonde alguns teólogos dizem: "Existe essa conexão com essência, essa capacidade de você acessar o seu eu interior, que seria também a sua a partícula, essa partícula Deus dentro de nós seria conectável através de estágios profundos de meditação. Mas mesmo que a meditação não seja tão eficiente e profunda, o simples desligamento do burburinho do mundo da matéria já determina uma experiência. É o que você tá falando aqui. Me conecto com alguma coisa que não sei nomear. Eu fiz há 30 anos atrás curso de meditação transcendental.
Eu praticava duas vezes por dia 20 minutos. Era um exercício fabuloso. Desaceleração do batimento cardíaco, esfriamento das extremidades corpo. Minha vibração mudava na hora. Não era possível despertar imediatamente porque isso faria mal à saúde. Tecnicamente é como dormir acordado. Você muda onda cerebral com meditação. Claro que é uma experiência espiritual do meu ponto de vista. Tentei aqui resumir os aspectos que evidenciam essa sua percepção. Tá bárbara?
Marisa Nunes de Belo Horizonte pergunta: "Posso viver o exercício espiritual interior buscando autoaprimoramento?" Olha, do meu ponto vista, são várias as formas que a gente pode se perceber exercitando o espírito imortal, a nossa essência. Então, o autoaprimoramento que os espíritas gostam de chamar de reforma íntima, do meu ponto de vista, é claramente o exercício espiritual. Porque você tá realizando um trabalho, vamos chamar assim, você tá consumindo energia, você tá consagrando parte do seu tempo para uma empreitada que está sendo inspirada em algo que não é de interesse material. extrapola os sentidos do corpo. É algo que vai na direção dessa transcendência. É um exercício espiritual.
O autoaprimoramento claramente ou a reforma íntima é um trabalho espiritual, é um exercício. Sim, bem sacado por você isso, viu, Marisa? Renata Évora, qual a melhor forma de se conectar com Deus? A melhor forma é a sua. A prece é uma forma de se conectar com Deus? É. A meditação é uma forma de se conectar com Deus? É. A música é uma forma de se conectar com Deus. É. A dança, a dança, a expressão da dança, a conexão com a música nesse nível que você vai dançar do seu jeito, você vai soltar o seu corpo, você vai fluir em sintonia com a vibração da música. Isso pode ser um exercício espiritual fantástico de conexão com Deus. Sim.
Eh, contato com a natureza que te inspira te eleva é um exercício espiritual. É, portanto, algo que se permite essa conexão com Deus? Sem dúvida alguma. Agora, qual a melhor forma? É a sua. Eu sugiro isso, pelo menos. Não, não siga a receita dos outros. Pratique e veja o que exatamente toca mais o teu coração e te dá o retorno que você espera. Você pode preparar um ambiente, por exemplo, eu tenho aqui atrás de mim uma pintura mediúnica de Jesus que me foi presenteada pela mocidade espírita eh da Bahia. E eu botei ali e botei as plantinhas queridas por perto aqui no meu apartamento, no meu cafo em Laranjeiras. Esse é o jardim do Senhor Jesus.
Ah, André, e que que isso tem a ver com o papo que a gente tá tendo aqui? Esse é um ponto de conexão com Deus. Por vezes as minhas preces são feitas aqui. É assunto meu. Eu não tenho que ficar, cada um tem que buscar os meios próprios de estabelecer a conexão. É o que eu penso. Heile Gires. Procurar agir de acordo com a fala, tornar a fé e ação uma única coisa. É o melhor caminho. Pode ser o melhor caminho. É o que eu disse, é uma escolha. É o livre arbítrio em ação. Ser coerente com o que se acredita, certamente dá trabalho e demanda um esforço. Portanto, se enquadra no que a gente tá falando de exercício espiritual. É um exercício muito importante.
Eu preciso praticar aquilo que eu acredito. Eu preciso fazer aquilo que eu sei ser o certo e sinto no meu coração. É um exercício. A coerência é um exercício espiritual. A coragem de ser quem se é um exercício espiritual. Concordo com você. Val_m_bc. Gente, vocês têm nomes incríveis nas redes sociais. Vamos lá, Val. Resignação, ou melhor, engolir sapo é o melhor para manter a paz. depende do momento e depende do sapo. Engolir sapo é uma expressão popular para você dizer: "Eu não vou realizar agora a minha vontade, então eu vou aceitar essa circunstância porque é o melhor nesse momento, segundo a avaliação que eu mesmo fiz." OK?
É uma forma chula de expressar a aceitação de uma circunstância que você preferia não estar vivenciando, mas que você entende que é melhor se submeter à aquilo, OK? Vai engolir um sapo. Eh, engolir sapo usando essa expressão popular que eu não acho muito apropriada pro que a gente tá conversando, mas vou vou por aí. Alguns sapos a gente vai engolir, sim, faz parte. Eu tenho uma situação estressante no trabalho e eu me sinto desrespeitado em algum momento e a vontade que eu tenho é de partir para cima da pessoa ou estilizá-la verbalmente. Só que isso não vai me favorecer e não é a maneira mais elegante, não é a maneira mais respeitosa, inteligente ou cristã de resolver uma situação dessa.
Você pode dizer assim: "Vou engolir esse sapo e vou fazer de outro jeito". Bem, parabéns para você. É um sapo bem engolido. Agora, engolir sapo tóxico, porque certos sapos não se engolem. Então, a necessidade, fizemos um trabalho sobre isso recentemente, um estudo sobre a justa indignação. Citamos Jesus, fizemos aqui, elencamos situações em que engolir sapo não é a melhor saída. A melhor saída é você se manifestar claramente, civilizadamente, contra algo que lhe pareça injusto, impróprio, indecente, incivilizado. E você não vai engolir sapo, você vai falar: "Opa, isso tá errado". Eu vou dar um exemplo bobo. Nem sei se eu fiz certo, mas eu preciso dizer.
Minhas filhas eram pequenininhas, estavam comigo passeando. A gente parou no lugar, se não me engano, a beira da praia para dar uma volta. Chegou um guardador de carro que me cobrou uma fortuna. Aqui no Rio de Janeiro o preço, se não me engano, ainda era, ficou congelado na linha do tempo, acho que R$ 2. Ele me cobrou, se não me engano, R$ 10 ou R$ 20 sem me dar talão, que tem a regrinha, estacionou, o cara tá uniformizado, dá o talão, bota ali, você tá pagando pelo estacionamento. Ele queria me cobrar cinco vezes o valor correto sem me dar o talão. Eu olhei pra cara dele e falei: "Amigo, você tá prejudicando o meu passeio.
Eu não vou mais parar aqui, porque se eu sair com as minhas filhas sem pagar o que você tá cobrando, porque é injusto esse valor, eu vou ter o risco de você querer fazer alguma coisa contra o carro. Então, vai estragar o meu passeio. Eu vou sair daqui com as minhas filhas. Eu tô fazendo isso também, sinalizando para elas que a questão aqui não é o valor, a questão é a intenção por trás do valor. Eu posso pagar R$ 10, eu tenho condição para isso, mas é um valor injusto e eu vou estar remunerando uma corrupção, uma corruptela, algo que não faz parte do contrato. tem uma placa dizendo que o estacionamento é R$ 2 e que você vai pagar para ter o recibo.
Você não pode me cobrar cinco vezes mais sem me dar o talão e achar que tá certo. Isso não tá certo. Eu vou sair daqui com elas e saí. E dentro do carro eu pedi desculpas paraas minhas filhas. Falei: "Desculpa, mas eu achei que devia fazer isso. A gente vai parar em outro lugar onde a regra seja cumprida". Claro, se o guardador chega para mim, hipoteticamente diz assim: "Doutor, são R$ 2 talão, mas se o senhor puderar meu almoço, tô numa situação difícil, eu quiser pagar algo mais, aí é outra história. É outra história. Do jeito que foi, eu achei que não devia pagar. Achei que era corroborar com uma irregularidade, que, aliás, é bem frequente aqui onde eu moro. Tá bom? Vamos lá.
Olga Blau, tudo bem? Olga Kardec disse: "Espíritas, amai-vos e instruí-vos". Isso basta na seara da vida? Ela pergunta: "Ô, Olga, vamos lá. Quando Jesus disse: "Ama Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo", ele encerrou a principal lição do evangelho. E se você perguntasse, isso basta? Na Seara da vida, a vida é complexa, ela traz inúmeros desafios, muitas circunstâncias específicas. Então, nada sinteticamente que caiba numa microfrase resumiria tudo que de importante existe. Agora, quando Kardec diz: "Espíritas, amai-vos e instruí-vos". O que ele tá dizendo é o espiritismo é cristão.
Então o amor, que é o grande legado do evangelho de Jesus, precisa ser objeto de nossa consideração. E o instruir-vos é porque nós espíritas entendemos que a fer raciocinada é um triunfo. Então, entender as razões pelas quais o exercício das virtudes é urgente, é importante e deveria demandar mais atenção e cuidado do que replicar as imperfeições, exige estudo pra maioria das pessoas. O estudo fortalece a coragem da reforma íntima, do exercício espiritual. O estudo empresta lastro, fundamento para as escolhas do dia a dia. Eu estou fazendo isso porque eu sei ser o certo. Nós espíritas, ao contrário de outras denominações que não são melhores nem piores, são outras.
Em outros lugares, a fé é o mistério. Assim, eu tenho fé e o resto eu não quero saber. Eu tenho fé e é o que importa. Ótimo. Se você consegue ser uma pessoa melhor apenas por conta da fé, ótimo. Nós espíritas nos afinizamos com a fé raciocinada, a fé que elucida, que dá suporte a espíritos imperfeitos como nós somos. Para nós não basta fé, é preciso ter uma explicação adicional. O instruir-vos é: apodere-se do conhecimento que empresta vigor a essa fé. é o meu entendimento de que a gente não deve ser prisioneiro das palavras sem procurar entender o alcance delas e obviamente não não julgar que apenas uma frase resuma toda a complexidade do sentido da vida ou do propósito da existência.
Fosse assim, Jesus não se desdobraria ao longo de 3 anos de messianato em inúmeras palestras e sermões, falando sobre os mais diversos assuntos, a maior parte das vezes através de metáforas, contos simbólicos, para se fazer entender na essência do conteúdo ético e moral. Você entende, Olga? É uma uma maneira, a gente tem que ter se precaver assim, não ser tão literal. Ah, isso basta. Não, isso não é pouca coisa. Amai-vos e instruí-vos não é pouca coisa. Mas a vida vai ensinando a gente a prestar atenção em aspectos da realidade que nos desafiam espiritualmente. Isso se desdobra em diversos caminhos e situações. Mr. Anderson mandando outras questões. Maara solto.
Como viver sem focar nos problemas? Como não ficar ruminando os problemas? Problema todo mundo tem. A gente tem que ter a sabedoria de entender quais os problemas que são passíveis de resolução por nossa ação, trabalho, esforço. E dentre esses problemas, quais os que vão ser priorizados e reconhecer os problemas que não dependem apenas de nós e que a gente pode se envolver em maior ou menor grau a partir da nossa área de interesse, da nossa percepção. até do ponto de vista de como aquilo tá batendo no coração, como você reage àquela questão e haverá de justificar algum nível de mobilização sua. Agora, a vida não é só problema. Você não vai ficar focando o problema o tempo todo.
Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz. A vida não é só problema. Rafaela Cordeiro, como não me culpar pelas escolhas que fiz? Como saber se estou no caminho certo? Rafaela, a cada dia a sua tarefa. Viva cada dia de uma vez. Um exercício espiritual sugerido por Santo Agostinho, já falei aqui há relativamente pouco tempo, é chegar ao final do dia, lembrar do que deu certo, lembrar do que não deu certo e procurar a partir desse exercício não repetir os erros e repetir os acertos. Então, a vida é o momento, é o aqui e agora.
Então, deixa fluir a vida prestando atenção no que vai à volta e exercitando o livre arbítrio da forma mais sábia, inteligente, lúcida, serena, possível. Helesboa 7 pergunta: "Quais são os benefícios, os efeitos do culto do evangelho no lar a longo prazo? Se o culto do evangelho no lar, que é a abertura ao acaso do evangelho, uma vez por semana na sua casa, sozinha ou em família, em voz alta, lendo aquela página que você ao acaso depois de uma prece preparando o ambiente, abriu, aessonde o olho bateu, lê aquele trecho em voz alta, medita sobre esse trecho, se tiver outras pessoas, conversa rapidamente sobre o que que cada um entendeu do trecho e encerra com uma prece.
Sinteticamente seria esse o enredo do culto do evangelho no lar, que é muito valorizado no meio espírita. Se se faz isso com coração, com seriedade, da forma correta, não como uma obrigação, não como se fosse um ritual que você vai repetindo e basta fazer para dar certo. Não, não basta fazer, tem que fazer com coração, tem que estar inteiro ali. Se você faz do jeito certo, você vai est, em certa medida, penso eu, reforçando a proteção magnética do seu lar e daqueles que vivem no seu lar. vai aproximar você e sua família dos guias espirituais, vai determinar uma psicosfera mais sadia, livre de miasmas e formas de pensamento que possam atrapalhar a movimentação nesse ambiente doméstico em Minas Gerais.
Seria isso. Adriana Correia de Porto Alegre. Buenas, André. No teu sentir, o crescimento pessoal passa por renúncias e abdicações? Como driblar a culpa por essas escolhas? Gratidão. Crescimento pessoal, cada um vai definir de um jeito. Tem gente que vai achar que é só na carreira profissional ou só aquisição de bens materiais. Eu diria crescimento pessoal na direção que a gente tá aqui debatendo, que é a evolução ética, moral, intelectual, né? Evolução espiritual é isso para mim. Então, sim, isso vai implicar em renúncia e abdicação. Por quê? Porque a gente tá no plano da matéria. Em que mundo? Mundo de provas e expiações.
O eixo gravitacional tá pendendo para um lado que não nos favorece, sabe? Movimento de manada. Tá todo mundo indo para lá. Achando que a vida é apenas lazer e entretenimento ou que a vida se resume a perseguir objetivos de ordem material, acumular bens e posses. Felicidade é ter muita coisa, é ter muita roupa, muito sapato, muito espaço no imóvel, muito carro, muita casa. Eh, não. Ah, a gente não pode achar que a felicidade, mesmo no mundo material se resumiria a ter conforto material, que é justo, sem excesso. morar dignamente, não padecer problemas como fome ou dificuldade de matricular filho em boas escolas ou dificuldade de ter o devido atendimento médico ou psicológico, viver dignamente.
A matéria tem a o seu valor e a sua importância para você ter dignidade. Mas a gente não veio ao mundo para achar que o maior e talvez único propósito da existência seja enricar. Se eu tô rico, eu tô bem. Cheguei lá, sou uma pessoa bem-sucedida. Palmas para mim. Eh, espiritualmente falando, isso não tá garantido mesmo. Muitas pessoas que são ricas vivem um inferno psíquico emocional, sentem-se devastadas internamente, não encontram paz, são pessoas perturbadas, são pessoas que não conseguem sentir prazer nem sexual. É sério isso?
Elas ficam ainda mais angustiadas porque sabem-se ricas, vivem num planeta onde boa parte das pessoas entendem que felicidade é sinônimo de riqueza e elas não se sentem encaixadas nesse projeto de felicidade. Pelo contrário, em boa parte dos casos, há uma sensação de vazio. É disso que eu tô falando. Então, renúncias e abdicações fazem parte. Como driblar a culpa por essas escolhas? se dribla a culpa. Culpa se encara e você encara a culpa entendendo que aquilo não lhe favorece, mas que se ela existe por alguma razão, você fez por sentir aquilo. Então, se eu errei e causei prejuízos, danos, problemas a terceiros, em vez de ter culpa, que não me agrega em nada, não vou driblar a culpa.
Eu vou encarar a culpa e vou entender. Compreendi a razão pela qual eu causei dano. Cabe-me remediar o dano. Isso não é driblar culpa, isso é entender o processo da culpa e retrabalhar esse sentimento na direção de algo que traga algum benefício para você, porque a culpa não traz nenhum benefício. Pedir perdão é importante do no coração, sinceramente, de dentro para fora, pedir pra pessoa perdão. Se ela aceitar ou não perdão, aí já é uma questão dela. Você realizar esse movimento é importante não repetir o erro e tentar sanar, compensar o dano causado de alguma maneira, além de pedir perdão. Que mais? Que mais? Que mais? Que mais? Olê, olê, olê, pi. Flávia Gonçalves.
Trabalho voluntário também é trabalho espiritual. Opa, totalmente. Porque o trabalho voluntário é a doação de si mesmo, né? Você tá se doando, isso significa que você tá sobrepujando o ímpeto do egoísmo que só se prioriza. Quando você realiza um trabalho voluntário, você tá invertendo o eixo, não mais eu, eu, e eu você aponta na direção aonde o trabalho voluntário se desdobra. E esse é um exercício de caridade, doação de si mesmo, do seu tempo que é precioso, da sua energia que é valiosa. Você priorizou os questões, outras que não aludem a seu interesse particular, ajudando de alguma forma outras pessoas ou causas humanitárias, causas sociais, causas ambientais. redução da fome, da miséria, o que seja, você tá ajudando o mundo a ser um lugar melhor e mais justo.
Você tá doando o que você tem de mais precioso, que você. Isso não tem preço. E isso é um exercício espiritual, porque você tá aprendendo a amar desinteressadamente, que é exatamente a síntese da doutrina cristã. dos valores e princípios do evangelho. Todos estamos aqui para quê? Para exercitar isso. Ah, mas eu faço um trabalho que é super legal, mas me pagam. OK. Eh, isso não é crime, mas o trabalho voluntário tem o seu mérito, porque significa que você não tá fazendo aquilo por dinheiro. Significa que a remuneração não é em forma de moeda ou favor. A remuneração é o sentir-se bem de ajudar o outro. Essa é a remuneração.
Aliás, esse é essa é uma condição para você aferir credibilidade a qualquer instituição espírita que se diga estudiosa da doutrina codificada por Kardec. Não se cobra nada na palestra. no passe magnético, no trabalho de desobsessão, evangelização, mocidade, atendimento fraterno, né? Estudo sistematizado da doutrina, não se paga, não se paga, não tem remuneração, não é para dar lucro, não existe espiritismo sa Opa, talvez exista. Cuidado, previndo-se. Eh, mas ó, a a na casa espírita é que não se cobra. Dai de graça o que de graça recebeste. Estou aqui porque eu quero ajudar o próximo. Agora, a casa tem despesa com luz, com água, com limpeza, etc, etc.
Abre-se a possibilidade, mas não é uma exigência. Você vai entrar aqui se pagar as despesas da casa. Não. As pessoas que quiserem ajudar, ajuda. Não é uma condição para você frequentar. Quem quiser participa, quem não quiser tá de boa. Cada um com seu cada um. Isso é muito importante, viu, gente, a gente colocar isso. Eh, há muita controvérsia em relação à história do dízimo, muita polêmica também. Eu não entendo a partir do cristianismo um Deus soberanamente justo e bom, que só pode ou só deve ser agradado a partir de moedas.
Eu não consigo entender um Deus que para ser satisfeito, para ele ser premiado a partir da doação de recursos materiais, esse Deus entra em campo e se manifesta para poder ajudar a quem esteja em situação difícil. enorme dificuldade deste que vos fala de entender a partir do cristianismo um Deus que só protege, só ampara, só ilumina, só encoraja se houver pagamento. Eu não não consigo entender, com todo respeito, um Deus com esse viés capitalista. É, talvez seja um problema de cognição, só que não. A gente precisa ter esse cuidado. Ah, porque até Jesus, vamos dizer assim, Judas era o cacheiro, né, do grupo, pedia ajuda. Ele pedia ajuda para quê?
Para manutenção, para pagar pãozinho para para esse grupo do Jesus e os apóstolos se manterem. São Francisco também pedir ajuda. Esmola falava: "Quem puder ajuda." É diferente de você dizer: "Me ajuda que eu te ajudo. Uma mão lava a outra. Me faz rir que eu te faço rir." Que é um diálogo da tropa de elite, né? Aquele filme policial corrupto dizendo: "Me faz rir que eu te faço rir". que são esses códigos infames de corrupção. Meus amigos, chega de tagarelá. Sexta-feira indo embora. Domingo tem mais. Fiquem com Deus. Ótimo fim de semana. Cuidem-se. Papo das ficará estocado no YouTube. Eu vou postar agora Instagram novidades sobre a mineradora que soterrou uma gruta no município de Ouro Preto.
Um escândalo. Vou postar agora no Instagram novidade sobre esse caso. Fiquem com Deus, tudo de bom. Até a próxima.
