9 de novembro de 2025
Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)
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Olá, eu queria chamar a atenção de vocês para três situações que estão ocorrendo nesse momento no Brasil. A primeira delas e mais recente é o tornado violentíssimo, sem precedentes de 250 km/h, que destruiu praticamente uma cidade inteira do Paraná, deixando mortos e feridos, e que causou estragos em outros 85 municípios de outras regiões do país. É um evento climático extremo associado ao aquecimento global. Dois, a cidade mais rica do Brasil continua sofrendo uma crise hídrica de grandes proporções. Remete essa crise ao que houve há pouco mais de 10 anos atrás no mesmo reservatório, o do Cantareira, que não tem água suficiente para abastecer com segurança a população.
O aquecimento global mudou o ciclo da chuva e esse problema não se resolve só com dinheiro. Não dá para encher o cantareira de dinheiro, precisa encher de água. E tá faltando água em boa parte do Brasil por conta da mudança do ciclo hidrológico associado ao aquecimento global. Três, eu tô aqui em Belém do Pará, uma cidade laboratório da crise climática. Antes do mundo registrar na média a elevação da temperatura em 1,5, o Pará já alguns anos enfrenta essa realidade.
A população paraense sofre. Por quê? Porque a maioria não tem ar condicionado, tá difícil dormir até à noite. O calor úmido da floresta tropical já impõe algumas restrições e sacrifícios. 1 grau e meio acima é muita coisa.
Isso tem implicações na área da saúde. Tudo isso para dizer que o Brasil é um dos países mais vulneráveis à crise climática e a gente tem que cobrar resultado da COP 30. Tem muita coisa em
