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Olá, muito bom dia a todas e todos. Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafofes em Laranjeiras. Quero dedicar esse papo a um irmão maravilhoso que eu tenho chamado Daniel, meu irmão de sangue. Graças a ele conseguimos ajustar aqui a o YouTube, né, que ficou fora na quarta-feira por incompetência. Desde que vos fala, Daniel é meu irmão de sangue, meu vizinho, meu parceiro, meu amigo, aquele que a gente pode contar, né, nas horas mais difíceis, tá? ele dando aquele suporte. Então, espero que vocês estejam bem por aí. Tá começando mais um exercício aqui de sinceridade, intimidade, compartilhamento de pensamentos, emoções, visando o que?
A nossa saúde psíquica e emocional, já dizia o velho guerreiro, Chacrinha, quem não se comunica se trumbica. E a gente quando troca informações, quando a gente a gente não se isola ou não mergulha apenas na nossa dor, no nosso sofrimento, quando a gente não fica na nossa ilha, né, a gente consegue perceber melhor aspectos dos problemas que nos acometem e isso traz uma descompressão, né, em certa medida nos traz um alívio.
Essa é a razão pela qual, por exemplo, o Centro de Valorização da Vida, o CVV, que é uma instituição que eu tenho um profundo respeito e admiração, desde 1962 vem realizando um trabalho voluntário e filantrópico de excelência, reconhecido como importante pelo Ministério da Saúde, reconhecido como de utilidade pública pelo Ministério da Saúde, exatamente porque permite o desabafo, né? as pessoas que ligam conseguem de alguma forma encontrar através do desabafo um alívio, né? Alguém que tá me escutando sem me julgar, preservando sigilo e sem dar receitinha de como eu devo fazer para deixar de ter aquele problema. Então isso tem isso tem muito valor, penso eu.
Beijo aqui pros amigos do CVV, muitos, graças a Deus, voluntários, exvoluntários. Nossa, a gente trilhou juntos aí durante muitos anos as mesmas rotas, né? Eu cheguei durante um tempo a ter a ser até proono, óbvio, isso é tudo voluntário, a função de ser, como é que era? diretor de divulgação aqui do estado do Rio junto com o Espírito Santo. E a gente procurando otimizar e qualificar a comunicação do CVV, a comunicação deles com a sociedade num momento em que o suicídio era um tema tão tabu, era tão proibido falar de suicídio por aí, que até divulgar o trabalho do CVV era complicado, né? Então, boas lembranças que eu tenho.
Nossa, a gente viajava muito para fazer assim jornadas de exercício de comunicação, né? Nossa, Florianópolis, Volta Redonda, São Paulo, Brasília. Uh, vamos lá. Tá na hora então do livrinho. Vamos nessa. A gente faz esse preâmbulo para dar tempo do povo chegar. Estamos ao vivo aqui pelo Spotify. Quero lembrar que os muitos amigos que acompanham o Papo das no Spotify, cara. E e por minha culpa a gente nunca referencia, né? O Spotify ele passou a ocupar um espaço muito importante. Tem muita gente que vai escutando a gente através dessa plataforma, mas ao vaço aqui estamos com vocês do Instagram, vocês do YouTube. No YouTube fica sacramentado.
André, por que que você não deixa mais guardado no Instagram? Porque a própria plataforma reportou que eh não vê com simpatia a hospedagem de conteúdos longos. Como o papo das 9 tem apenas uma hora, ele já diz: "Isso daí a gente não vai ajudar a divulgar não". Então a gente não quer ocupar espaço. Sabe aquela história de já que eu não sou bem-vindo aqui, não é? Não sou eu, é qualquer conteúdo mais longo. Então a gente avisa. Olha lá no YouTube não temos ainda essa restrição. Então vamos lá. Menutor sabedoria. [Música] Vamos abrir aonde? Vamos abrir aonde? Aonde estaremos hoje?
236 é a mensagem e ela diz o seguinte: "Não seja impaciente, não tenha pressa em chegar ao fim, desde que o tempo amadureça os frutos, de modo que possa colhê-los amadurecidos. Caminh com segurança e constância, porque tudo nos chegará na hora exata e mais oportuna. Os frutos amadurecidos à força não são tão saborosos quanto os que amadurecem naturalmente. Saiba esperar com paciência e não desanime. Eu acho isso tão bonito. Qualquer associação com a natureza, sobre a necessidade da paciência. São muitas mensagens, textos que fazem essa correlação. E essa correlação é sábia porque a natureza é sábia. A as leis que regem a natureza, elas são absolutamente precisas, né?
Você vai conversar com um astrônomo, ele vai falar da rotação dos planetas, assim, como é que, por exemplo, a nossa Via LCTe aqui, ela no dia a dia se organiza e o eixo gravitacional dos planetas, translação, rotação, Terra em torno do Sol, tá pertinho, a Lua em torno da Terra, de vez em quando vem um cometa e não sei o quê. Aí você vai conversar com astrônomos sobre essa ordem que é absoluta, a dança cósmica universal, né? A estrutura que movimenta as galáxias, né? Agora, se você for perguntar para um agricultor, certo, que respeita a terra, não quer apressar para ter lucro, ele respeita a terra e ele respeita o tempo da terra.
Germinar, quer dizer, a sementinha que vai germinar, quanto tempo leva para uma laranja, para um mamão, para um tomate, para um abacaxi, para uma ameixa? pro trigo brotarem. Tem um tempo. E que tempo é esse? É o tempo que a natureza precisa para que a semente cumpra sua missão, né? ou aquela metáfora que eu acho linda, dizendo: "Nenhuma folha se desprende do galho mais alto de uma árvore sem que tenha chegado o momento exato para que isso aconteça." Então, quando você, digamos, compreende que as coisas têm o seu tempo e que a gente precisa, é uma escolha que a gente faz, ou a gente entende isso e de alguma forma se ajusta ou se adapta a essa regência do tempo, ou a gente de forma invariavelmente afoita, precipitada e temerária, porque você vai ser movido por um impulso.
Eu quero resolver isso agora do meu jeito. Digamos, em boa parte dos casos, para não dizer na maioria absoluta das vezes, isso tem um risco de dar errado enorme ou de não alcançar, melhor dizer isso, não alcançar a melhor resolução. Não alcançar a melhor resolução. Um ditado popular que eu acho maravilhoso. O apressado come cru e passa mal. O apressado come cru e passa mal. Então eu acho que essa mensagem quando diz: "Não seja impaciente", tá dizendo pra gente sempre, eu diria, confiar no tempo natural das coisas. É claro que cada caso haverá de ter uma singularidade. Há momentos que a gente vai precisar eh agir e rápido, prestando atenção aos sinais.
Ih, as coisas estão acontecendo de um jeito que eu preciso agir. Eu preciso interromper esse e eh fluxo de ocorrências aqui, porque isso tá descambando para algo ruim. Então, tá na hora de interceder. Agora, as coisas têm a sua dinâmica, o tempo tem o seu processo de evolução da das coisas. As coisas vão ocorrendo no tempo que deve ser. E isso naturalmente, eu vou eu vou aqui eh lembrar que os homens os homens em relação a episódios de dor, dor física, né, são muito impacientes. Nós homens somos uma desgraça. As mulheres com razão brincam: "Nossa, você tá reclamando dessa unha cravada no pé, dessa topada que você deu na mesa? Eu queria ver você ter um filho.
Eu queria ver você engravidar e ter filho. Você não ia aguentar a dor do parto, por exemplo. E por aí vai. Aliás, falando em parto, você vê como esse esse papo vai longe, né, da questão de não seja impaciente, desde que o tempo amadureça os frutos. Existe um debate que eu acho interessantíssimo sobre qual é o tempo certo do nascimento de uma criança, porque existe um grupo numeroso de médicos que por conveniência agendam os partos por cesariana, porque aí você vai colocando ali na de acordo com a tua conveniência, eu vou agendar você para terça-feira 7 da manhã e o seu filho vai nascer terça-feira 7 da manhã.
Eu entendo a conveniência do profissional de saúde realizar a sua escala de trabalho para ter um dia produtivo sem atropelos. Agora, pergunto, é só uma pergunta, isso aqui é uma, não tô dizendo que isso é certo ou isso é errado, mas pensem, se tudo tem o seu tempo certo para acontecer, isso não valeria também pras crianças que estão vindo para esse mundo? não teria o tempo certo de uma gestação, da contração que a mulher começa a sentir até aquilo determinar a transição daquele feto do útero da mãe para este mundo onde nós estamos. Não tem o tempo certo de nascer. É uma pergunta. Será que nós estamos sendo muito impacientes agendando os partos por cesáriana?
Claro que a cesárea ela vai ter a tua a sua recomendação médica específica em casos aonde há algum problema para o parto natural. Não tô discutindo isso. Eu tô falando da cesariana para você. Bora, bora, bora. Quem vos fala veio a este mundo nessa encarnação por cesariana. E eu fico me perguntando, mas se me deixasse eu nascer na hora que eu teria naturalmente o ensejo de vir ao mundo, seria diferente? É uma pergunta, não tenho a resposta aqui. Fico pensando e compartilho meus pensamentos com vocês, tá bom? Vamos em frente, meus amigos. Recomendação de livro. Olha que livro fofíssimo.
Esse é o livro mais fofo que eu me lembro de ter recomendado para vocês nesses mais de 5 anos de papo das fofo. Orações pelas crianças do mundo. Olha que barato a ideia. Eh, são 31 orações pelas crianças do mundo que foram transcritas para esse livro, 31 convidados. Um deles é este que vos fala. Ao final de cada oração, eles colocam no livro um Q R code ou QR code para acessar vídeos com a voz do convidado que enviou a oração. Foram selecionadas 31 orações como sugestão para serem lidas uma por dia, promovendo uma rotina de esperança e reflexão. Todos os direitos desse livro, editado pela Cadernos Fraternos, foram cedidos pro Fraternidade Sem Fronteiras.
É uma organização que você já ouviu falar aqui várias vezes, inclusive um dos meus livros que está aqui no meio da minha bagunça. Ainda bem que a câmera tanto do YouTube quanto do Instagram não pega o que tá à volta, senão vocês iam falar: "Não é possível, Andí. Eh, o livro A força do um tem 100% dos direitos autorais cedidos por fraternidade, que faz um trabalho único, belíssimo no Brasil e na África, em diferentes gêneros de projeto que dão acolhimento a quem mais precisa.
São diferentes públicos, diferentes nichos de atuação, muitas crianças assistidas na África, especialmente agora que o governo dos Estados Unidos de Donald Trump cortou totalmente a verba destinada a projetos de assistência a refugiados. ficou dramática a situação em vários lugares do mundo, inclusive na África, onde por conta de guerras fratricidas entre países ou dentro de um país, entre grupos de você começa a ter êxodo de grandes contingentes populacionais e isso significa problema em relação à aquele grupo de pessoas que não tem para onde ir, não sabe o que vai comer. E aí são campos de refugiados azul.
Fraternidade sem fronteiras dá acolhimento a numerosos grupos familiares que precisam de ajuda. Então, olha só que fofinho. Orações pelas crianças do mundo. E o capítulo é aberto com uma foto de cada pessoa que colaborou com esse projeto. Eu fui convidado e de bom grado participei, fiquei honrado com uma foto dessa criatura pequenininha. Não sei se vai dar para ver. Sou eu aqui meio mucumbuso com uma cara de sono, com pijaminha amarelo. [Risadas] Essa é a foto do Andrezinho, né? E aí tem a prece, se me permitem, eu vou ler essa prece para vocês, pra gente junto aqui é uma prece, uma página e meia pra gente endereçar as crianças do mundo, as criancinhas que cruzam o nosso caminho.
Meus amigos, vamos orar pelas nossas crianças nessa hora difícil, em tempos de turbulência, que elas sejam alvo da nossa mais luminosa atenção, da nossa mais inspirada paciência e da nossa mais digna dedicação, para que essas sementinhas possam germinar com vigor, altivez e luz. Que nessa fase miúda da vida, a bênção do esquecimento do passado permita o desabrochar de novos valores, novos princípios. E que não falte, Senhor, por parte dos pais ou responsáveis, a disposição para educar por palavras e principalmente pelo exemplo. que as nossas crianças têm o direito à esperança. mundo onde tanta gente vaticina, a impossibilidade de um novo dia melhor, de um novo tempo mais auspicioso, que elas possam ter saúde e quando isso não for possível, que haja a assistência, o acolhimento, o compartilhamento de coragem para seguir em frente, que elas tenham o direito à alegria, porque toda criança traz a alegria genuína de simplesmente viver E tudo é motivo para brincadeira, para fantasia, para reinventar o significado das coisas.
Que as nossas crianças, portanto, não percam o direito à alegria e à brincadeira. Que elas possam desde cedo aprender a realidade da vida no que diz respeito à inexistência da morte. que essa possibilidade de se entenderem como seres imortais do jeito possível, sem maiores preocupações filosóficas ou doutrinárias, mas a perspectiva da imortalidade que já permite desde cedo essa visão que extrapola as fronteiras da vida física.
Permita, Senhor, que essas crianças ligadas a nós pelos laços de sangue ou as demais que nos cercam ou atravessam o nosso caminho, possam encontrar em nós os melhores exemplos da caridade ativa e que pela pedagogia da atitude possamos exemplificar o amor renúncia, o amor sacrifício, esse amor verdadeiro, imprimindo da retina nas nossas crianças a imagem da vitória sobre o egoísmo e que elas possam, no decorrer da existência levar para sempre a lembrança daquilo que expressa o que há de mais genuíno e puro no evangelho de Jesus. Permita, Senhor, que as nossas crianças sejam sempre alvo dos nossos maiores cuidados e das nossas melhores intenções. A elas pedimos força, coragem e fé.
Tudo vai dar certo. Que assim seja. Aí vem o QR Code que a gente mandou a gravação. É uma prece espontânea. Eles pediram para mandar um áudio. Então os autores fizeram isso. 31 autores, 31 orações pelas crianças do mundo, editora Cadernos Fraternos, Direitos autorais totalmente cedidos paraa Organização Fraternidade Sem Fronteira, uma obra dedicada às crianças do mundo. também aquelas que habitam em nossas em nossos corações. Então, estão aqui, olha, meu amigo Adeilson Sales, Artur Valadares, Dora Encontre, Geraldo Campete, tô vendo a vista. Luís Ru Rivas, Monja Coém, Wagner Moura, que tá à frente do Fraternidade. São várias pessoas muito legais. Que tal? Oh, coisa boa, criança, gente.
Eita, Deus. A magia do sorriso da criança. Aliás, no embalo do livrinho que a gente tá aqui sugerindo que vocês conheçam esse trabalho e ajudem o Fraternidade Sem Fronteiras, eu vou fazer um pedido que vai no embalo dessa oração. se coloque no lugar de uma criança que começou a captar o pessimismo, a desesperança e o desânimo que muitos de nós exala diante de um mundo tão turbulento, tão complexo, aonde as coisas parecem estar sempre muito difíceis e embaraçadas. Então, qual é a sugestão que eu gostaria de dar hoje? Eu coloquei três, quatro tópicos aqui. Primeiro, as crianças precisam de atenção. Reserve um tempo do dia para dar atenção.
Essa atenção não pode ser rivalizada com celular, com televisão, com qualquer outra fonte de atenção ou foco que disperse. Você a criança precisa se sentir alvo de 100% da sua atenção. Isso faz toda a diferença. Segundo, brincadeira. A função pedagógica da brincadeira, como brincar, é algo fundamental no processo de crescimento, de evolução, de desenvolvimento intelectual e emotivo, emocional da criança. A brincadeira, porque muita gente acha que a criança que tá brincando tá perdendo tempo. Ela devia estar matriculada num curso de judô, num curso de inglês, vai fazer a escolinha de futebol, vai aprender a fazer alguma coisa.
Claro que os cursos são bem-vindos, mas isso não subtrai o tempo que precisa existir para brincadeira. A brincadeira, ela é fundamental nesse processo de crescimento, expansão do seu lado intelecto, emocional. A brincadeira, ela tem uma função didática. É isso que eu quero dizer. Não descuidar da educação. A educação mais importante se dá dentro de casa através do exemplo. Então, esse ambiente onde a criança está precisa ser um ambiente aonde a informação que ela tá capturando seja melhor possível. Já disse aqui, especialmente no período entre 0 e 7 anos, quando essa criança é uma esponja ambulante, capturando tudo que vai à volta. Ela vai, inclusive, por mimetismo, repetir o jeito do pai. o o gesto da mãe, as palavras do tio, ela tá absorvendo tudo.
Então, que essas influências sejam, se possível, as melhores. As melhores. E que a gente preserve a criança do nosso lado mais sombrio, menos evoluído. Hai separados que tenham o cuidado de não falar mal do cônjuge quando tiver a guarda da criança ou a guarda for compartilhada, quando tá com um, não aproveita o tempo que você tá com a criança para falar mal do outro e vice-versa. Isso não é legal, porque aquilo, esse núcleo familiar, embora pai e mãe eventualmente estejam separados, aquela é a família da criança. E a sensação de família passa pelo respeito mútuo. Não tô mais vivendo com seu pai, não tô mais vivendo com sua mãe. Poupe a criança dos detalhes sórdidos.
Poupe a criança daquilo que ela não precisa ouvir naquela fase da vida. Quando ela crescer e começar a querer conversar com você, já tiver crescidinha, mas por que que você se separou do papai? Por que que você deixou a mamãe? Aí a conversa pode fluir na direção, sempre com respeito do que não foi possível contornar. É uma opinião, tá gente? Cada um tem a sua. A minha é essa. Por último, e a escola, quer dizer, a gente não economizar com a escola, percebe aquela coisa? Ah, tá duro, tá difícil, eu vou botar numa escola que que tem escola pública muito boa.
Então, não dá pra gente dizer que a escola pública é sinônimo de uma escola com menos, eu diria, recursos pedagógicos do que uma escola particular. Tem muitas exceções a regra ainda, graças a Deus. Mas quando você coloca coloca uma um filho teu numa escola pública e não se não tem o cuidado de ver se aquela escola tá bem ranqueada, se é uma escola boa, se é uma escola que tem, eu diria, melhores, as melhores condições ao seu alcance para oferecer o melhor pro seu filho ou paraa sua filha, quando você sabe, bota aí na escola mais perto.
E por vezes os pais, isso não é uma crítica, é uma observação, colocam o filho numa escola chulé, mas não abrem mão, por exemplo, de ter um carro que tá pagando lá as prestações. E não é um carro de trabalho, percebe? Não é um motorista de aplicativo, não é um carro de entrega, é um carro para de vez em quando dar uma volta. Veja, eu tô dando esse exemplo aleatoriamente, tá? Não, não, não refleti sobre isso, mas me veio aqui essa comparação. Será que vale a pena a gente fazer essa escolha? Matricula o filho em qualquer escola por aí, é mais perto, tá bom? escola pública, não vou ter custo mesmo, mas você não abdica de eventuais eh bens ou desejos de possuir bens em prejuízo do que poderia ser destinado do teu orçamento familiar para criança ter escola boa?
Porque é fundamental, é até constrangedor ter que explicar isso para mim, porque a minha vida toda, quando eu era criança, meus pais, classe média, média, pai, mãe, professores, não tinha dinheiro sobrando, a gente pagou o apartamento onde eu morei com meu irmão e meus pais, foi nas prestações da Caixa Econômica Federal. Levou um tempo até a gente ter o primeiro carrinho que era um Fusca 1972, um Fucão 1 1.6, 1600 cilindradas, né? Que era o carro da família. era o carro da família e que tinha uma função ali, porque papai não dirigia, mamãe era motorista da família, ajudava quando a gente precisava de deslocamento, coisas e tal, era com ela. Era um luxo pra gente ter um fusco. Era um luxo.
Então, o que eu tô falando, eu nunca passei fome, nunca passei aperto, mas eu cheguei em vários momentos da minha vida enquanto criança a testemunhar que não era simples pros meus pais matricularem a mim e meu irmão em escolas boas, porque isso tinha um custo. As escolas boas naquela época, no nosso perímetro, eram escolas particulares mais convenientes e isso determinava algum nível de comprometimento do orçamento familiar. E eles não jogavam isso na cara da gente. Eu e Daniel somos testemunhas assim dessa elegância dos nossos pais. Quando a gente ficou adolescente, coisa e tal, eles começaram: "Olha, dinheiro não tá sobrando, a gente vai ter que realizar escolhas aqui, né?
Escolhas em família". Então, cada um com seu cada um. Mas eu tô aqui defendendo que se você tem pouco em família e filho pequeno para estudar, leve em conta que uma escola boa, a melhor possível ao teu alcance, é um investimento preciosíssimo, muito, muito importante. Por último, na minha listinha de quatro itens, depois de falar da atenção, da brincadeira, o espaço da brincadeira, da escola, da educação, educação dentro de casa e na escola, eu quero falar da esperança, porque é muito importante a gente ter esse cuidado de não desesperançar. Eu acho que é muito doloroso testemunhar adultos que já contaminam a criança dessa cor cinza das impossibilidades. Não tem jeito, não tem solução.
O mundo vai ficar cada vez pior. Não há o que fazer. A criança, tadinha, ela tá chegando. A criança ela tá lá um vulcão em erupção, ela tá a conhecendo o mundo e as pessoas, as regras de convivência, ela tá aprendendo. Nessa fase da vida, você já vi com, sabe, uma borduna e dá uma cacetada na esperança, ó, vai se acostumando que vai ficar cada vez pior. Pelo amor de Deus, não contamina a criança com teu pessimismo patológico. Não deixa ir essa irradiação negativa que já se transformou em algo que tá por sua invigilância, tristemente ah se apoou da tua alma e você se entregou a isso. Tem gente que se entrega deliciosamente a isso. não oferece existência, não procura ajuda psicológica, psiquiátrica, religiosa ou filosófica, vai aderindo.
Não, não, não. Você não tem o direito, você não tem o direito de contaminar as crianças com o teu pessimismo, com a sua desesperança. Isso não é pintar o mundo de cor-de-osa, não. Não é subtrair as desgraças do mundo. Quer dizer, pois é, isso que a gente precisa corrigir, isso que a gente precisa fazer diferente e mostrar pra criança desde cedo os bons exemplos. Vamos ver lá, tão plantando árvore na rua, vamos lá, vamos ajudar. Estão coletando o lixo na praia, vamos lá, vamos ajudar. Vamos mostrar hoje um orfanato. Eu me lembro, não quero cometer uma inconfidência aqui, mas há muitos anos atrás nós levamos Larissa e Raquel, as filhotas, num orfanato aqui no Rio.
A ideia era mostrar a situação de crianças que não tinham pais, ou os pais eram ausentes, ou os pais não tinham condição de criar e deixavam lá boa parte do tempo. Um educandário aqui que existia relativamente perto de onde eu tô falando com vocês, no bairro do Flamengo, né? E eu me lembro que elas ficaram muito emocionadas, porque elas não tinham noção, como toda criança, que essa realidade existia mais próximo do que elas imaginavam. Ah, André, que tortura que você fez com ela, as coisas talão não. Elas já tinham assim um discernimento para perceber que a gente poderia ser útil.
Foi um dia que a gente levou para esse orfanato que eles estavam pedindo que fosse levado, fralda, leite em pó, coisa e tal. E a gente aproveitou, vocês querem dar uma olhada, já que a gente trouxe aqui? Vamos lá dar uma olhada. E aquele bersário cheio de criancinha, bebezinha, né? E os cuidadores lá se desdobrando da forma que dá. Então, existem crianças que nascem em orfanatos e existe toda uma expectativa de que famílias se interessem em adotar. Eu não sei se eu me fiz claro aqui. Eu acho que a gente precisa ter muita atenção com as crianças brasileiras, com as crianças do mundo, com aquelas que cruzam o nosso caminho ou são da nossa família, não importa. sorrir, brincar, abrir o espaço paraa luz que nelas é abundante.
Elas ensinam muito. A gente acha que só a gente ensina as crianças. As crianças ensinam muito pra gente na sua inocência, na sua leveza, na maneira como esse olhar que elas lançam sobre o mundo e sobre as coisas, como a gente bebe, né, dessa fonte de uma forma muito intensa. Muito bem, chegamos agora ao momento do papo das 9, em que Mr. direto do Planalto da Borborema em Campina Grande, ainda com as vibrações pujantes dos das festas juninas. Já estamos em julho, mas acho que ainda tem sanfona por aí. Pergunta que nós fizemos ontem no stories do Instagram. O que te impede de ser você mesmo? Olha que pergunta interessante. Eu acho essa pergunta bem interessante.
O que te impede de ser você mesmo? Que é uma pergunta daquelas que opa, e agora? Nunca pensei nisso. É um barato quando vem alguma pergunta que você diz assim: "Eu nunca pensei nisso." A seleção feita por Mr. Anderson compreende aqui. Vamos lá. Primeira pergunta enviada. Renata Évora. É possível sermos autênticos tendo que seguir normas sociais? Essa é uma boa pergunta, Renata, porque na verdade, penso eu, a melhor resposta é o equilíbrio, né? Uma posição equidistante. Você não vai ficar, por exemplo, hoje tem jogo do Fluminense no Mundial de Clubes da FIFA. No jogo passado eu tava na redação da TV e eu gritei. Eu sempre grito.
Eu eu tenho um comportamento autêntico torcendo pro meu time que torna as pessoas que estão à minha volta cúmplices de um crime que atenta contra o bem-estar alheio. que eu grito, eu dou soco na mesa, eventualmente sai um palavrãozinho. No ambiente de trabalho não se recomenda isso, certo? Quer dizer, então eu comecei a a lidar com uma autocontenção no ambiente de trabalho. E eu não sei se a resposta eh com esse exemplo te satisfaz, mas o que eu tô dizendo é o seguinte: quando você fala a autenticidade de cada um é o jeito que cada um erra.
Só que se você tá em público ou se você tá num ambiente com outras pessoas, o direito de você torcer termina no direito que o outro tem de não ser incomodado com o teu estilo de torcer. Então, a vida em sociedade ela requer a ética do cuidado em relação o quanto eu dou expansão ao meu jeito de ser. ignorando o direito dos outros, serem quem são e eventualmente não lidarem bem com o meu jeito de ser. Percebe? E aí cada caso é literalmente um caso. Eu acho que quando a gente pergunta: "O que te impede de ser você mesmo?" Não diz respeito a um comportamento X, Y Z que se manifesta, mas a sua essência, aquilo que você é de fato e que a gente precisa assumir quem a gente é.
Então, por exemplo, no meu caso, pegando esse exemplo bobo de torcedor, eu posso ir para fora, acompanhar pelo celular o jogo distante de todo mundo, em respeito a todo mundo. Pode acontecer isso, pode, deve, eu acho. Entende o que eu digo? Não é simples a resposta, porque cada situação haverá de ter a sua singularidade, mas a gente precisa estar atento para não incomodar os outros por um jeito seu que pode ser entendido como egoísmo. Dá licença que eu vou fazer aqui o que eu quiser num lugar público ou numa situação em que o que você vier a fazer pode incomodar de verdade os outros pode incomodar de verdade. por exemplo, fazendo barulho. É legal, sabe? Essa história de celular no cinema?
Eh, incomoda, não incomoda? Você pagou o ingresso para ver um filme. Aí tem um cara que não sai do celular, ainda tem a tela brilhando na sala escura ali, desviando o foco e a atenção. Não, não dá para Ah, é meu jeito de Eu venho ao cinema e de vez em quando eu abro o celular. Cara, quem pagou ingresso para ver o filme não quer ver você ligando o celular. Aquela tela acesa desviando atenção. As pessoas têm o direito de reclamar ou não tem? É, vida em sociedade tem regra e tem o respeito. Tudo começa pelo respeito. Vera Sol, você acha que por vezes vale não ser exatamente como gostaríamos para evitar atritos?
Então, Vera, mais uma vez, é interessante a pergunta, porque o tempo todo a gente tem que estar ligado até onde você dará expansividade a uma forma genuína, autêntica, espontânea de ser. E o quanto esse jeito genuíno, espontâneo, autêntico de ser, afronta direitos. Acho que é disso que se trata. Mais uma vez, com perdão do clichê, cada caso é um caso, mas haverá momentos em que você poderá até perceber a inconveniência de manifestar uma opinião ou de manifestar numa atitude uma convicção. E mesmo incomodando os outros, aquilo tem o seu valor, porque é uma manifestação que tem lugar. Percebe o que eu digo? Haverá momentos que a gente não deve incomodar os outros por respeito.
E haverá momentos em que você poderá até incomodar os outros porque a situação pede atitude. E se os outros ali não estão compreendendo do que se trata, você haverá de se manifestar. Deixa eu tentar dar um exemplo assim. Um homem que tá espancando uma mulher na rua e ninguém faz nada. Ninguém faz nada. Aí é uma pessoa que tá vendo aquilo, a rua tá cheia e ninguém se mete, o cara tá esbofeteando a mulher. Aí alguém incomodado vai lá, levanta a voz contra o homem e começa um bateboca. E esse que tá interferindo na agressão à mulher diz assim: "Sou, só eu que tô incomodado com isso. Vocês não estão vendo o que tá acontecendo aqui. Isso é crime.
Ele tá agredindo, não é porque eles são casados ou porque eles têm uma relação que ele pode fazer isso com ela. São várias as situações que a gente poderá aqui justificar, digamos, uma atitude espontânea, autêntica, que gera desconforto, mas que precisa ter lugar. É muito complicado a gente ter uma regra básica para tudo. Há momentos em que você precisa ser você. Você precisa dar vazão, expansividade, aquilo que veio forte, que você tem que falar ou tem que fazer.
E há momentos que você, mesmo sentindo esse impulso, você vai dizer: "Agora não, não é hora de eu falar ou de eu fazer o que eu acho que deveria, porque na contabilidade dos resultados, os danos colaterais da minha expansividade serão maiores do que os resultados que eu gostaria de alcançar me manifestando dessa forma. Márcia Figueiredo, ser você mesmo significa abrir mão de muitas pessoas. Como ser você e continuar em sociedade? Essa é uma boa pergunta no seguinte sentido. Dependendo das circunstâncias, é verdade que você, sendo você mesmo, haja algum comprometimento da saúde, das relações com pessoas próximas, familiares ou amigos.
Vamos colocar aqui, por exemplo, uma pessoa que não se sentiu à vontade de revelar para os seus que é homossexual. E quando decide fazer isso, alguns amigos ou alguns familiares poderão ter uma postura diferente dali paraa frente. E esse diferente não é para melhor. É um exemplo aqui dentro da conjuntura que você tá falando, Márcia, a pergunta é: você vai então fingir pro mundo que você tem uma orientação sexual na direção da heterossexualidade para satisfazer os outros ou você haverá de assumir quem você é e os outros que façam suas escolhas? Porque do meu ponto de vista, se você é amigo de alguém, você não é amigo de alguém pela orientação sexual que esse alguém tem.
Você é amigo de alguém porque esse alguém é legal. Esse alguém vale a pena ter por perto. Esse alguém é alguém que merece a tua amizade, a tua confiança, teu amor, teu respeito. Aí a pessoa se revela homossexual, por exemplo, você vai dizer: "Ih, agora não." Se isso acontece, quem se revela homossexual não perde um amigo. Na verdade, é um ganho. que se dizia meu amigo, se revelou quem realmente é uma pessoa preconceituosa, uma pessoa que não merece estar no meu círculo de amizade. Ela não respeita quem eu sou. Então, essas perdas, Márcia, eu acho que às vezes precisam ser entendidas paradoxalmente como ganhos. Eu quero ter do meu lado quem me respeita como eu sou.
E eu não vou aqui ficar fazendo uma conta de chegada para ser agradável a todo mundo, ser previsível, ser conveniente, responder as expectativas dos outros em relação ao que eu sou, quando eu tô traindo o meu coração, traindo minhas convicções. Olha, esse assunto da pano paraa manga. Eu entendi o que você falou, julgo ter entendido, mas eu acho que a gente, na verdade, precisa respeitar quem nós somos de verdade, não nos sabotar, não nos autodepredar, asfixiando o nosso ser. Esse é o ponto fundamental. Ah, mas fulano não vai gostar. O problema não é seu. O problema não é seu. Se alguém não compreendeu as suas escolhas ou aquilo que você é, o problema não é seu.
Porque cada um de nós precisa ter autonomia de voo para definir para onde vai e de que jeito. É a minha opinião. E ninguém diz que é fácil, mas eu acho que é absolutamente necessário que a gente realize esse movimento. Aliás, evolução espiritual passa por aí. Como é possível imaginar a evolução espiritual com a gente fingindo ser quem não é? Como é que fica a evolução espiritual quando a gente se sabota o tempo todo atendendo as expectativas dos outros e não as nossas? É, são questões filosóficas da maior importância. Soto maior, com tantos julgamentos nas redes, até que ponto vale ser 100% autêntico? Soto maior, eu posso reformular a pergunta? Dane-se as redes.
Por que que você vai se pautar pelas expectativas das redes sociais? Eu que tô falando aqui com você. Se eu me fiasse nas críticas que eventualmente recebo, e já foram muitas, algumas pertinentes, bem fundamentadas, que eu me dou até o trabalho de responder porque eu acho que são justas. Agora, em boa parte dos casos, é uma agressividade, para não dizer a expansividade do ódio, né? Sabe aquela coisa do hater? Se eu me pauto ou meço pela régua do hater, não sobra nada de mim. Eu vou acreditar naquele que me odeia por odiar o prazer de ser hait, né, que é uma coisa meio patológica. Então, veja, com tantos julgamentos nas redes, o problema não é teu de ser quem é, o problema é das redes.
Agora, por que ter rede social? Essa é uma pergunta que a Cláudia, minha mulher, acertadamente faz várias e várias vezes. Por que que hoje a gente acha que não é ninguém quando não está na rede social? Por que que as pessoas só se consideram pessoas que tenham presença no mundo a partir da presença numa rede social? É isso, é uma armadilha terrível. Tem várias pessoas que eu conheço, Cláudia, minha mulher, é uma delas, que eu admiro muito por não achar que estar na rede social te coloca no mundo. Não, você já tá no mundo. você já é uma pessoa que ocupa um espaço e realiza trabalhos e e faz por merecer respeito e reconhecimento sem estar em nenhuma rede social. Nenhuma rede social.
Agora, se você tá numa rede social, por alguma razão, eu tenho as minhas para estar na rede social, sou jornalista, profissional de comunicação, espírita, ocupo as redes. O papo das ve nasceu da compreensão de que durante a pandemia a gente estava destroçado psíquico, emocionalmente e esse contato nos faria bem, a começar por mim. Tive muitas respostas positivas nesse sentido. Uma das coisas mais importantes que eu realizei nessa encarnação foi a construção desse espaço eh de comunicação, que é o que eu sou nessa vida. Eu sou um comunicador. Eu procuro elevar ao máximo coeficiente de utilidade da ocupação desse espaço. Eu só tô respondendo. Se me perguntarem, eu tenho a resposta.
Agora leva-se pancada, porque quem tem opinião na rede social vai levar pancada. Olá, bom dia. Aí vem alguém dizendo assim: "Bom dia para quem? Se você tá rindo é porque você tá bem. Se você tá bem, alguém tá mal. Tem gente assim, papo sério. Tem gente que é assim. Agora você vai perder tempo se medindo pela régua dos outros. é uma opção. Eu não faço isso. Eh, tá bom, Sto Maior. Julgamento das redes, quem tem estômago e couraça que esteja na rede social. Quem acha que aquilo tá mais prejudicando do que ajudando você a compreender melhor o mundo, as pessoas e a realizar algum trabalho que faça diferença? Você escolhe Braga 8202. O equilíbrio entre a aparência e a essência.
Por que não somos flor que se cheie? Ai, eu acho barato essa expressão. Eu me lembro como se fosse hoje. O papo das não era transmitido da varanda da minha casa, era do escritório. E foi a primeira vez no papo, o primeiro ano, o segundo ano de papo, que eu usei essa expressão me lembrando da minha descendência eh nordestina, né, ou ascendência. Ascendência, né, descendência. Eh, porque por parte de pai e de mãe é tudo nordeste. Parte de mãe Alagoas, embora minha mãe seja curitibana, foi a única da família, oito filhos dos meus avós, todos de Alagoas, mamãe eh curitibana e papai da Paraíba, Alagoas e Paraíba. Então, não sou flor que se cheire, você não é floxy cheiro.
Isso aí era uma expressão que eu aprendi com a família nordestina. Aí quando você pergunta para um espírita por que que a gente não é flux, eu vou ter que te dar a informação que faz sentido para mim. Nós somos imperfeitos. Nas nossas imperfeições, nós revelamos aspectos da nossa personalidade que não são propriamente nobres, né? resquícios ou manifestações ainda robustas de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de inveja, cobiça, ganância, gula, vulnerabilidade à matéria, vulnerabilidade ao sexo pelo sexo, dos prazeres mundanos, a exaustão.
Então, a gente vai e nessa toada se descobrindo como gente que tem muitas imperfeições, mas dependendo das escolhas que você fizer na vida, sem negar as imperfeições, não retroalimentá-las, não dar nutrientes para elas, tentar de alguma forma aproveitar o tempo e a energia que a gente tem aqui como bom com o jardineiro fazer as podas regulares, remoção de pragas e ervas daninhas, afofar o solo, regar com a dose certa de água, deixar o sol alcançar o seu jardinzinho sem estorricar as folhinhas. Então, os cuidados essenciais. Então, a gente não é fluxe, mas a gente não vai se acomodar não sendo flux cheere. A gente quer ser flux cheire. Qual é o meu projeto enquanto espírita?
Eu quero ser fluxo se cheire. É isso que eu quero. Eu quero um dia ter a condição de exalar o melhor aroma. Eu quero impregnar um ambiente onde eu esteja de uma fragrância que seja agradável, que cause assim bem-estar, que seja uma coisa legal. É isso que eu quero. Então não é ficar brincando assim, eu não sou flo cheir, não sou flo que se cheire, não. Eu estou numa fase em que meus odores nem sempre são os melhores, mas eu estou caminhando, pelo menos eu gosto de imaginar que eu esteja caminhando para uma fase das fragrâncias assim espetaculares, né, dos aromas essenciais. Mas assim, eu acho isso muito legal, a ideia de que a gente tá seguindo em frente.
Queridas, queridos, encerrando um pouquinho mais cedo o papo das 9 hoje, porque tem um compromisso agora de manhã, desejando a todos força, coragem e fé, alegria, sensibilidade, serenidade e paciência, resignação positiva, que a gente possa sempre realizar a cada dia, como fazem os escoteiros, né, uma boa ação, pelo menos. Acho isso muito legal, né? palavra de escoteiro. Então, que a gente faça a nossa parte da melhor maneira possível, uma ótima sexta-feira a todos e que o Flusão passe de fase no Mundial de Clubes da FIFA. Tudo de bom, fiquem com Deus. Valeu,
