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Olá, que passa todos e todas. Que alegria estar aqui com vocês novamente ao vivaço direto do meu cafo em Laranjeiras, ainda quente, mas ontem aconteceu uma coisa que eu não tava mais acostumado. Eu confesso que eu fiquei muito emocionado. Chovei rapidamente em vários bairros do Rio de Janeiro, inclusive por onde eu passei quando voltava do trabalho. Jardim Botânico, Lagoa, Cosm Velho e Laranjeiras, onde eu tô aqui. Caiu forte uma chuva durante menos de 10 minutos, mas foi o suficiente depois de 40 dias de estiagem, gente. 40 dias sem chuva. Ontem, quando a chuva caiu à noite, a gente sente, e isso é um prazer para os meus sentidos.
Não conheço ninguém que não gosta daquele cheirinho da chuva que cai depois de muito tempo. Dizem que são microrganismos que liberam uma secreta, uma substância que provoca esse cheiro. Para mim não importa. Se vazarem isso e fizerem um perfume, eu compro, porque eu acho um deleite. E essa água da chuva que lava a atmosfera, limpa, depura o ar que a gente respira, descedenta as plantinhas, deixa a terra molhada, a terra seca, molhada, é algo espetacular. É algo espetacular. Então, que que alegria, né? Quando a gente fala assim, a felicidade está na nas pequenas coisas, a gente a gente fica esperando às vezes grandes eventos, grandes situações para se permitir um momento de felicidade.
E eu devo dizer que ontem eu fiquei e teve um efeito prolongado. Até a qualidade do meu sono foi melhor hoje, talvez associado a essa sensação de acolhimento, de amparo da natureza. natureza. Nós somos seres que vivemos num planeta água. Embora o nome do planeta seja Terra, a maior parte do planeta é água. A maior parte do nosso organismo é feita de água. Nós precisamos de água limpa. Nós precisamos de água por perto. Então, que alegria a chuva depois de 40 dias de estiagem, que foi algo com toda a franqueza, extremamente angustiante. Aí eu vou passar pro pro nosso querido pastor Nino e aí eu vou chegar no livrinho que abre os trabalhos. O livro tá cada vez, mas cada vez, ó, depperado.
Entretanto, absolutamente funcional, trazendo as marcas da nossa recorrência, a sabedoria contida em cada uma das 288 mensagens. Pedindo aqui aos amigos invisíveis que sempre estão presentes por ocasião desse encontro virtual há quase 5 anos de papo das 9. Eu peço a eles esse amparo, essa ajuda, essa inspiração para que a gente possa abrir na página indicada o livrinho para a mensagem mais apropriada que será objeto da nossa reflexão, ainda que imperfeita, mas o exercício da reflexão, o exercício filosófico, reflexivo, né, assim, da nossa vida, do momento, das questões que a gente precisa resolver. Porque isso nos fará pessoas melhores, mais saudáveis, felizes e pacificadas.
Então, que eu possa ser um bom medianeiro aqui, um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito tão nobre. Vamos abrir aonde? Opa, 262, que diz o seguinte: Acenda sua luz interior, a luz da sabedoria e da bondade, dedique alguns minutos de seu dia à meditação, porque o homem iluminado não encontra trevas em seu caminho. Por onde passa a luz se irradia de si mesmo, atingindo todos os que lhe estão por perto. Mergulhe em seu íntimo e ouça a voz da consciência, que é a voz silenciosa de Deus falando dentro de você. Olha, gente, pelo menos três ideias matriciais essa mensagem contém, na minha opinião.
A primeira delas é que sim, as grandes respostas para as nossas dúvidas e inquietações não estão do lado de fora as respostas para essas dúvidas e inquietações. Estão do lado de dentro. Nós temos sim uma voz interior. Nós temos sim uma força que emana do nosso íntimo. Razão pela qual e fizemos esse estudo no domingo passado exatamente sobre o provérbio africano. Enquanto reza vá fazendo, porque a prece nos conecta com uma força superior, nos apazigua e nos fortalece. Mas a gente precisa realizar algo. Mas o ponto de partida é realizar o quê? Para quê? Para onde eu vou? De que jeito eu vou? Com quem eu vou ou vou sozinho?
As questões do dia a dia que aludem a aquilo que vai emprestar maior ou menor qualidade de vida para você. As respostas estão dentro. A segunda, por onde passa a luz se irradia de si mesmo, atingindo todos os que lhe estão perto. Isso é muito fácil de detectar. Existem pessoas com as quais você tem prazer de estar perto, outras que você percebe uma certa dificuldade, uma aversão, uma repulsão. Por vez você não sabe nem explicar o porquê. simplesmente não, alguns repetem aquele ditado popular, vê o santo não bateu com o dele ou não bateu com a dela. E isso, do ponto de vista espírita, pode ter origem na percepção que temos da qualidade, irradiação que todos temos.
O campo eletromagnético que cada um irradia ou se preferir chamar de psicosfera. A psicosfera, ela pode ser agradável ou repulsiva. Então, razão pela qual algumas pessoas do nada você não tem propriamente uma explicação racional, elas lhe dão prazer apenas pela proximidade. É gostoso, é confortável, é bom tá perto dessas pessoas por alguma razão. Outras também, sem que a gente consiga, por vezes explicar racionalmente, nos causa uma certa, um certo desconforto, uma dificuldade de estar juntos. E isso pode ter origem exatamente no campo eletromagnético irradiado por essa pessoa.
A psicosfera é a soma dos sentimentos e pensamentos mais frequentes, mais recorrentes, que vão plasmando a energia que essa pessoa emana. Isso não é algo subjetivo, isso é algo muito objetivo. Inclusive, há pessoas que possuem o recurso da vidência, médiuns ou sensitivos. que conseguem perceber exatamente esse envoltório, esse campo eletromagnético à volta, que terá em cada um de nós intensidades maiores ou menores de luz, o formato, a estética mais generosa, mais, eu diria, contida, o odor que não se percebe no plano material, mas se percebe no plano espiritual também. É interessante isso dentro da crença dos espíritas.
Então tá aqui pastorindo, por onde passa a luz se que lhe estão por perto. No evangelho tá lá o registro dos apóstolos, dos jornalistas que acompanharam Jesus, né, dos quatro evangelistas, pelo menos os evangelhos que foram reconhecidos por quem respondia. pelo cristianismo inseriu no Novo Testamento esse registro, vamos colocar assim, né? Existem outros possíveis registros e relatos que não estão contidos no Evangelho sobre a vida de Jesus. Mas enfim, aonde eu quero chegar, a figura excelsa de Jesus era percebida a psicosfera de um espírito puro. E isso era percebido pela multidão ou pelas pessoas que cruzavam o caminho de Jesus.
Era algo um tanto constrangedor, era uma coisa que, sabe, causava diferentes reações, mas via de regra era a percepção de algo difícil de descrever. As pessoas não sabiam exatamente o que era, mas era energia emanada por aquele homem. É a psicosfera de um homem puro, de um espírito de luz, na visão dos espíritas. Terceiro ponto que eu destacaria, mergulhe em seu íntimo e ouça a voz da sua consciência, que é a voz silenciosa de Deus. Se Deus é onipresente, ele não tá só do lado de fora, ele tá também e principalmente do lado de dentro. Então, quando você quiser falar com Deus, parafraseando a música do Gil, se eu quiser falar com Deus, a dica é: não procure fora, procure dentro.
Seque-se dos cuidados do seu ambiente para favorecer a conexão, silêncio, reclusão, que não haja interferência do meio externo no esforço, no trabalho que a gente realiza de melhorar a frequência, qualificar a sintonia e nos predispor a essa conexão. Agora, quando essa conexão for feita, significa que você tá permitindo que o que tá dentro de você seja percebido por você. E esse lado que está sendo chamado aqui de consciência, ele é chamado também da partícula Deus dentro de nós. A voz da consciência. Ih, eu acho que eu não devo fazer isso. Ih, eu acho que eu não devo fazer aquilo. E eu tô sentindo uma necessidade de realizar algo nessa direção. por vezes, vamos colocar assim, essa vontade, esse desejo de fazer esse movimento, parte do seu lado mais luminoso, seu lado mais puro, seu lado mais evoluído, que muitos de nós ignora e não atenta pra necessidade de aguçar essa escuta, em vez de vedar e dizer: "Ah, eu não sei, eu não sei de onde tá vindo isso, não quero saber".
Não tenta, é um exercício. Tudo na vida é exercício. Aprender a se ouvir, aprender a confiar na voz que vem de dentro, aprender a escutar a voz da consciência. É um exercício. É um exercício. Mensagem 262. Para quem quiser, leia, tire suas próprias conclusões, seja feliz realizando esse movimento. Deixa eu sugerir um livro que eu tô lendo, tô avançando nas páginas dele e me parece um livro interessante para diluir em nós o pessimismo em relação ao futuro. uma visão sombria que flerta com catastrofismo, flerta com o apocalipse de um mundo que vai se deteriorar, se destruir por nossa culpa. Eh, eu já falei aqui, a gente vai reproduzir.
O Anderson sugeriu, achei legal esse recorte de um papo das nove de dias atrás, em que eu falo porque eu sou não propriamente um otimista, mas eu realmente sou um realista esperançoso na visão de Ariano Suçuna. Eu realmente acredito que a gente vai virar esse jogo. E fiquei feliz de encontrar um livro chamado Não é o fim do mundo, que é um título que não me agrada e a capa muito efusiva também me causa, é uma coisa minha, preconceito, idiossincrasia meus. Eu falo assim: "Ah, isso daí não tá não tá com pinta de ser algo que mereça ser lido." Olha como é que a gente julga as aparências. Mas eu vi as indicações, eu presto atenção. Você vai ver, leio ou não leio.
E aí você vai procurando críticas ao livro, a sinopse livro, a biografia do autor ou da autora. Aí você, opa, Hann Rich, não é o fim do mundo. Fatos surpreendentes, mitos perigosos e soluções promissoras para o futuro do nosso planeta. Quem é? Ela é uma jovem, dedica a maior parte de seu tempo a analisar questões ambientais globais, é cientista de dados e comunicadora científica, além de atuar como editora adjunta e pesquisadora principal do Our World in Data, que reúne dados e pesquisa, dados e pesquisas mais recentes sobre os maiores problemas do mundo. Hana também faz parte do programa para o desenvolvimento global da Universidade de Oxford.
Devo dizer que eu estou gostando muito porque também me dá nutrientes para o meu trabalho como jornalista, professor e comunicador. E ela faz questão de frisar, a situação é grave e requer atenção e cuidado e principalmente atitude. Ela não negligencia a gravidade da situação, nem o risco de um colapso. Agora ela procura qualificar a informação enxergando também a metade cheia do copo. A metade cheia do copo, porque a gente apressadamente vai se fixando apenas nas notícias ruins, os indicadores que são ruins e existem coisas boas acontecendo.
E ela vai enumerando as coisas boas e vai dizendo: "Olha, isso daqui há 5, 10, 15 anos atrás a situação tava bem pior." melhorou no programa ao vivo que a gente exibiu sábado na Globo News, direto do Museu da Manhã, na análise dos objetivos do desenvolvimento sustentável, nós tivemos o Sérgio Andrade, que é de uma organização chamada Agenda Pública, que tava bem afiado em relação aos indicadores bons e ruins. Ele foi enumerando os indicadores bons também, por exemplo, queda da mortalidade infantil. É uma notícia fabulosa e consistente, queda da mortalidade infantil, para citar apenas um exemplo, dentre outros que foram citados no programa. Então, olha só que barato, não é o fim do mundo.
Hann Rich, Hana com H. A N a H. Rich da Faro Editorial. Esse livro eu não ganhei não, tá gente? Esse livro eu comprei, esse eu fui atrás porque eu achei que devia eu mesmo fazer juízo de valor dessa obra. Eu tô no comecinho ainda e tô gostando da leitura. Fica a dica, tá bom? E fica sendo essa a minha sugestão do dia para vocês. Sem prejuízo da tua capacidade de perceber o que está errado, porque isso é fundamental pra gente corrigir o rumo e melhorar tudo. Não deixe de perceber a metade cheia do copo. Eu fiz esse exercício há pouco ao vivo na Globo News, entrando daqui dessa cadeirinha onde eu tô da minha varanda. Quarta-feira de manhã. entre 8 e 9 horas, eu tô entrando aqui na Globo News de casa.
Na madrugada de hoje foram divulgados os dados de satélite, mostrando a redução recorde de desmatamento da Amazônia para meses de fevereiro. 64% de redução em relação ao ano passado. E eu procurei na minha análise fazer o levantamento do que tá dando certo no trabalho de fiscalização junto com tecnologia, uso de satélite, embargo à distância, confisco de máquinas, equipamentos e toneladas de soja ou confisco de boi, aonde havia uma floresta que não poderia ser desmatada. E se a o desmatamento ilegal aconteceu e você pegou pelo satélite, pimba! Você deixa o CPF ou CNPJ que são responsáveis por aquele lugar em apuros, né? Ou se é uma terra pública, você vai rastrear. Quem é esse camarada?
É uma empresa ou é uma pessoa física? E você chega nele e quando chega dói. Dói no bolso, dói na moral, na reputação. Você não tem mais ficha limpa, você é um criminoso, você desmatou ilegalmente, isso é crime. Então veja, ai vai acabar o mundo. Não. Eh, o risco de colapso tá colocado, mas muita gente no planeta e no Brasil tá trabalhando no sentido contrário. o trabalho tem dado o resultado em diferentes setores. Isso é muito legal.
E eu sugiro, portanto, que você, até em benefício da própria sanidade, cultivando a sua lucidez, que você não seja uma pessoa, infelizmente eu preciso dizer isso, eu não sei se isso é passível de diagnóstico assim, mas boa parte das pessoas angustiadas, ansiosas ou deprimidas, elas se deixam levar pela ideação de que o mundo não tem jeito, nem ela tem jeito. Às vezes é contra você mesmo. Você sabota a esperança no mundo e em você. E você, na verdade, desistiu de buscar informações sem ser tendenciosa consigo própria, sem de fato minar aquilo que é mais importante pra gente seguir em frente, que é esperança. A esperança, cara.
Em qualquer momento da vida, ela te move para frente, ainda que você tenha tudo contra, tá tudo nesse exato momento conspirando contra. Mas eu tenho esperança. Eu tenho esperança. E quando a esperança está calcada em dados, que é o assunto do livro que eu recomendei há pouco, não fica uma coisa utópica, uma questão de crença. É uma questão objetiva. A gente precisa conhecer quem está trabalhando, quem está fazendo a diferença, quem está virando o jogo em favor de um mundo melhor e mais justo. Junte-se a essas pessoas. Colabore para o trabalho delas, não apenas financeiramente, mas você pode colaborar divulgando. ajude da maneira possível a engrossar as fileiras do trabalho que promove um saneamento básico na cobiça, na ganância, no egoísmo que inspiram empreendimentos horrorosos que aceleram a destruição, a devastação e a depredação da natureza de onde vem a vida, né?
Inclusive é nossa, certo? Então, invista parte do seu tempo cultivando a esperança fundamentada em dados. Isso é muito importante, penso eu, sempre. Agora a gente vai puxar o extrato, né, Mr. Anderson? sugestão que colocamos, sugestão que colocamos no stories ontem, pergunta do dia que muitos de vocês, eu agradeço a participação, eu acho isso muito legal, como é que vocês dão retorno e como dar retorno, do meu ponto de vista, já é um gol no sentido de que vocêsam pergunta ou elaboraram um questionamento E isso é o ato de pensar e pensar assuntos que eu considero relevantes. A pergunta no caso foi: como você está 5 anos depois do início da pandemia?
Porque é importante a gente não esquecer a história que nós vivenciamos, um sofrimento coletivo da humanidade, especialmente no Brasil, onde tivemos um número absurdo de óbitos, mais de 700000 desencarnes pela COVID. O Brasil, o sexto país do mundo em população, o segundo país do mundo em mortos pela Covid. O Brasil que era e é ainda sempre foi, se destaca perante o mundo como referência em campanhas de vacinação. O Brasil que era referência e continua sendo pelo Sistema Único de Saúde o SUS. Como 700.000 pessoas perderam a vida por causa da pandemia num país com essa configuração. E obviamente, do meu ponto de vista tivemos algumas explicações para isso.
Primeira delas, o negacionismo científico que algumas autoridades políticas, alguns empresários, alguns influencers destilaram a irresponsabilidade, atribuindo o valor terapêutico a medicações que não foram concebidas, fabricadas para esse fim, como a cloroquina, fizeram uma campanha monumental em favor da cloroquina. Aí depois que veio a vacina salvadora e Redentora, nós tivemos a confirmação tácita baseada em dados, pesquisa com amostragem publicada em periódico internacional científico, dizendo zero o efeito da cloronquina para contenção da COVID. Zero. Zero. É inacreditável.
Assim como o Brasil, do meu ponto de vista, não tô aqui dizendo uma verdade absoluta, cada um tem o direito de pensar: "Eu sou jornalista, eu acompanhei de perto um governo que protagonizou o negacionismo, desdenhou da eficiência da vacina, impediu a divulgação de dados pelas mídias em relação à taxa de cobertura vacinal, substituiu várias vezes os ministros da saúde, durante a a pandemia, o trabalho descontinuado na hora que você precisava ter organicidade. Estratégia clara definida, vamos atacar a pandemia.
Empresários que eu não esqueço, não vou citar o nome deles aqui, todas as empresas deles conhecidas no auge da pandemia, determinando o trabalho continua, os funcionários vão pro trabalho, mas eles não iam. Eles não pegavam ônibus, trem, eles se acautelavam e se protegiam e muitos deles tomavam a vacina, mesmo desneando em público da vacina. Isso é algo horroroso, abominável. Eu queria acentuar isso, tá? Então, é um período em que a gente reconheceu o valor da vacina, o valor do SUS e, principalmente, o heroísmo dos profissionais de saúde. A nossa eterna gratidão a médicos, enfermeiros, servidores que atuam em diferentes áreas de uma unidade de saúde.
Graças a eles, graças ao heroísmo, a bravura, vários médicos, enfermeiros vieram ao público dizer: "Eu tô há meses sem ver a minha família. Tô morando num quarto de hotel, porque por estar na linha de frente do vírus, eu não posso ter contato com meus familiares. Eu represento o risco para eles." Então, era um sofrimento agudo, emocional. E é importante também a gente reconhecer que nós somos sobreviventes do vírus. Nós somos sobreviventes. Essa farra negacionista que causou, do meu ponto de vista, desnecessariamente um número elevadíssimo de óbitos num país com a configuração do Brasil, com SUS, com a capacidade de promover vacinação em massa rápido.
Estados Unidos não tinham, até hoje não tem isso. A maior parte dos países da Europa não tem isso. O SUS dá essa capilaridade. As pessoas tm que entender o que é o SUS, né, cara? A gente fala de SUS, não sabe o que é o SUS, cara. Pelo amor de Deus. Saúde pública gratuita. Ah, mas eu fui mal atendido lá. Ah, mas tem fila para ser atendido. Vai ver o que que é ter dor de dente nos Estados Unidos. Vai ver o que é quebrar uma perna na maioria dos países ricos ou desenvolvidos. vai ver o que é lá fora antes de falar mal aqui da gente.
Primeira pergunta: como você está 5 anos depois do início da pandemia, a série que inspirou a seleção que o Anderson fez aqui com seis amigos e amigas que se manifestaram, uma delas de Portugal. Olha que legal. Primeira pergunta, Érica Previato. Você acha que as pessoas ficaram mais deprimidas ou abaladas? psicologicamente depois da pandemia. Isso é um fato mensurável. E é curioso que você fez a pergunta e o Anderson selecionou sem que nem você nem o Anderson soubessem que nós na segunda-feira, anteontem na Globo Newspauta, reportamos uma pesquisa feita com exclusividade pelo G1, um levantamento de dados tendo como fonte Ministério da Previdência Social.
No ano passado, 2024, tivemos um recorde da dos últimos 10 anos no número de pessoas trabalhadores licenciados pelo INSS, licença médica, por alguma patologia de ordem mental, normalmente depressão e ansiedade. A maioria de dessas pessoas, quase meio milhão de trabalhadores, recorde na década, a década onde a pandemia ocupou quase metade desse tempo, né? Ou metade, 5 anos, que a pandemia, não a pandemia, mas o vírus tá aí. Já são 715.000 óbitos pela COVID no Brasil. Ainda tem óbito pela COVID, muito menos do que na época áurea da pandemia. Mas enfim, a maioria das pessoas licenciadas pelo INSS no ano passado, mulheres, 64%, com a idade média de 41 anos.
Então, nós temos aqui um grave indicador, um dos muitos, de como todos nós, não foram uns e ou outros, todos ficamos mais expostos a uma debilidade psíquica e emocional. E quem já tinha alguma morbidade, patologia, transtorno, isso em boa parte dos casos se agravou. Então isso eh não me parece objeto de controvérsia. Érica, a pandemia agravou do ponto de vista da saúde pública as manifestações de transtornos, doenças, males, morbidades ligados à saúde mental. Tá bom? Eli Castro pergunta: "Você acha que as pessoas conseguiram entender o recado da pandemia?" Olha, eu que qual foi o recado da pandemia?
Eu sinceramente me lembro que antes da pandemia, especialmente no meio espírita, mas não somente, falava-se: "Sairemos da pandemia mais evoluídos, porque a dor e o sofrimento são didáticos e pedagógicos e isso haverá de nos purificar, né? a ideia da purificação através da dor. Eu não vi isso acontecer com toda a franqueza, na maioria absoluta dos casos. Portanto, nesse sentido, se o recado era esse, eu acho que ele não foi percebido. Outra possibilidade de recado, vamos nos prevenir de outras pandemias.
Vamos esgotar todas as possibilidades de um outro microorganismo determinar uma sequela gravíssima sobre a humanidade, que seria um elevado número de óbitos e pessoas que vão ficar, que é outro legado da pandemia, sequeladas, realizando aquilo que os especialistas antes da COVID já alertavam. Esse recado também não me parece que foi ouvido se o sentido metafórico de recado for esse. Nós estamos infortunadamente expostos a uma outra pandemia que, segundo alguns especialistas, poderia, em tese, acontecer mais rápido do que se imagina. Enfim, nem todo mundo tem essa visão do recado da pandemia, tá? Parece que Ah, qual é o recado? Nós espíritas dizemos que o acaso não existe.
Qual seria o sentido da pandemia? Eu acho que é ação e reação. a gente cria os fatores que precipitam que um vírus ou um microrganismo qualquer normalmente e gresso do reino animal, de uma zonose, como foram a COVID, a aides, a gripe aviária que tá aí assustando nos Estados Unidos, eh bola, tudo isso veio do reino animal e da forma agressiva como a gente se aproxima de animais endêmicos com microrganismos que só ocorrem nesses animais refugiados nos grotões das florestas, etc. a gente caça, a gente manipula as víceras, a gente prepara a ingestão de proteína animal desses animais, desses bichos, que já trazem as doenças deles.
Essa aproximação da gente de elementos patogênicos que estão ocorrendo de forma isolada nos grotões do planeta nos aproxima de pandemia. Simples assim. Eu tenho um capítulo no livro Espiritismo e para quem quiser se aprofundar sobre esse assunto. É um capítulo que só tá nessa edição. A maior parte do mais de 70% dos conteúdos do espiritismo e lançado há um ano e meio atrás pela FEB são inéditos. Tem um capítulo nesse livro, Espiritismo e Pandemia. Eu cito a ciência e eu faço uma consideração espírita sobre a ciência. Portanto, a gente tá precipitando riscos desnecessários, tá? Resumindo, Vera Sol_line. O que aprendemos com a COVID? Ficamos mais arrogantes por ter sobrevivido?
Não sei se ficamos mais arrogantes, aí entramos no varejo das situações. Eu particularmente me sinto um sobrevivente. Eu confesso que a minha sensação é de gratidão. Eu me emocionei quando eu tomei vacina, primeira dose, segunda dose, terceira dose, eu falava: "Eu sou beneficiado, eu tô vivo, eu não fui parar em hospital, eu consegui, não por méritos próprios, a conjuntura, o contexto, acessar a vacina e a vacina me salvou. Então, eu sou grato. Meu sentimento é de gratidão. Agora, se tem alguém que tem outra outro sentimento em relação à sobrevida pós pandemia, aí eu não tenho, não tem como avaliar. Cada um responde por si. Eu me sinto grato.
Eu manifestei publicamente e continuo manifestando a minha gratidão Deus, a aos profissionais de saúde, ao SUS e a vacina. nessa ordem. Tá bom, vamos lá. Ray_line Thaís, saúde mental é mais valorizada hoje depois da pandemia? Olha, da boca para fora, sim. Na realidade, acho que não. Eu vou dizer acho porque eu não sou especialista na área, mas tem muitas fontes. Então eu ousaria dizer não, não passou a ser mais valorizada depois da pandemia. Infelizmente, nós continuamos tendo no Brasil um déficit de acolhimento e tratamento de pessoas, principalmente aquelas acometidas de graves patologias de ordem mental, entre outras razões, porque prevalece ainda a política antimanicomial.
Que que é isso? O Brasil, a maior parte da sua história, trancafiou em hospícios e manicômios pessoas com ou sem patologias de ordem mental. Muitas injustiças foram cometidas, inclusive contra médiuns que foram parar em manicômio, inclusive contra mulheres de homens criminosos que queriam ficar com amante, pagavam, subornavam médico para dar um laudo atestando a insanidade da própria mulher que era levada à força pro manicômio. Isso aconteceu aos montes no Brasil. Procure essa informação. Tem literatura sobre isso. Uma coisa horrorosa. Crimes ediondos cometidos quando havia manicômios e hospícios que lucravam de forma desonesta, tratando de forma horrorosa.
Não era tratamento nenhum, era doping, semio e higiene. As pessoas desencarnavam cedo, precocemente. Tudo horrível. Aí, qual foi a solução encontrada? Não é para ter nenhum manicômio hospício. Aí você pergunta, mas aí como é que faz com os casos graves? Deixa eu pegar aqui um exemplo de uma pessoa que é acometida de uma patologia grave de ordem mental que leva ela a representar risco para si própria ou para os outros. Suicídio ou homicídio. Ela tá transtornada, ela tá em delírio. Como é que faz com essa pessoa? Alguém diria, ela precisa de assistência médica 24 horas por dia. Para isso precisa ser internada. Se você não tem dinheiro ao plano de saúde, não tem jeito. O Brasil é imenso.
Nós somos a sexta maior população do planeta. Tem muita gente precisando de assistência médica psiquiátrica por aí full time o tempo todo e não temos essa questão colocada hoje no debate, fora o resto. Eh, a a nós temos os centros de atenção psicossocial SCAPS, que é, do meu ponto de vista, é uma inovação muito importante que tem a destinação de acolher e assistir pessoas com alguma questão ligada à saúde mental. Mas não é internação, via de regra, não é internação. Teleatendimento gratuito de qualidade. A gente tá tendo que avançar mais e mais rápido, gente. Tá bom, rei. Valéria Cunha de Portugal. Portugal pergunta: "Penso que a tormenta passa e a lição não fica.
Por que para uns nem a dor ensina? Olha, Valéria, evolução é processo gradual, lento. Uma existência não é suficiente pra gente galgar todos os passos e conquistas necessários para a nossa evolução plena. Então, a gente não vai achar que uma pandemia, com toda franqueza, haverá de ter para com todas as pessoas o mesmo resultado do ponto de vista da valorização da vida, da percepção de que na condição de sobrevivente, é a leitura que eu faço, a gente precisa dar muito mais valor ao tempo que temos aqui. É como se fosse um crédito que foi dado mais tempo de vida na Terra. Tanta gente importante, tanta gente fundamental, tanta gente talentosa, tanta gente boa partiu.
A questão é, eles desencarnaram em vão. Então eu entendo que um dos legados da pandemia, em memória de quem partiu, é a gente lutar por saúde pública de qualidade, especialmente na área do da saúde mental e de prevenção a novas pandemias, dá moral pros virologistas, dá moral pros microbiologistas, porque eles estão aí pesquisando esse assunto. São eles que estão dizendo: "Nós não estamos nos acautelando devidamente para o risco de novas pandemias. Há novos microrganismos que estão promovendo o salto. Eles chamam isso. Você tem um hospedeiro, por exemplo, que é um determinado animal, o hospedeiro natural daquele vírus, por exemplo.
Aí a proximidade do animal faz com que esse vírus, em algum momento, experimente ter nós como hospedeiros. E se ele for bem-sucedido, significa que a doença que só ocorria no animal pode ocorrer com a gente, uma nova doença. Essa nova doença, se for letal, ela até que se descubra a vacina, transmissão, poderá ensejar o alerta de pandemia. É disso que eu tô falando. É interessante. Leia, inform-se. Eu tô aqui tentando de forma moderada compartilhar alertas que estão sendo feitos já há algum tempo, não é de agora não. A gente deveria ter aprendido a fazer a contenção mais responsável profissional do risco de pandemia. E aqui dando uma pitada no desastroso Donald Trump.
Ao sair do grupo de países que doa recursos para a Organização Mundial da Saúde e doa recursos para outras nações pobres que não têm recursos para promoção da saúde básica, os Estados Unidos elevam riscos inclusive para si próprios, porque no mundo as pessoas circulam. O risco de uma pandemia fora dos de um vírus letal ocorrer fora dos Estados Unidos significa que você não vai conseguir [Música] deterir esse microorganismo, que vão entrar sem nenhum problema no país de origem e que vão espalhar esse viruzinho que o ignorante do Trump, que é um negacionista científico e climático, deixou acontecer.
Eu preciso abrir, eu preciso abrir espaço para falar do que tá acontecendo hoje no governo Trump. Se você não tá informado, ele nomeou um negacionista para o Ministério da Saúde, o equivalente a ministério, que lá é secretário, que é descendente do Kennedy, deshonrando a família Kennedy democrata. Eh, ele poderia ser republicano, mas não negacionista. Sarampo é das doenças mais contagiosas que tem no mundo. Tá tendo surto de sarampo, se não me engano, no Texas, sem as pessoas serem vacinadas. E esse descendente do Kennedy, negacionista, antivacina, antivacina, não realiza campanhas ostensivas para fazer a contenção do sarampo. Isso é uma coisa horrorosa.
Aliás, saindo do campo da saúde, pedir parêntese aqui, o Trump é o presidente com a menor popularidade dentre todos os presidentes que tiveram suas popularidades medidas no menor intervalo de tempo possível. Ele tá no terceiro mês, quase isso, de governo, já tem a menor popularidade dentre de todos os ex-presidentes que chegaram nessa fase do governo com a sua popularidade medida. Trump é o responsável direto, segundo os analistas de Wall Street que apoiaram ele, os financistas, os ricaços, boa parte deles apoiaram o Trump. Que que eles estão dizendo agora? O vai e vem dele. Vou taxar, não vou taxar, vou taxar, não vou taxar, vou taxar, não vou taxar. fez cessar os investimentos, bolsa de Nova York em queda, negócios paralisados e o próprio Trump admitindo risco de recessão no país mais rico do mundo.
Aliás, começa a vigorar a partir de hoje a taxação de 25% da importação de aço e alumínio e o Brasil tá sendo sobretaxado em 25%. Eu queria ver agora os políticos empresários brasileiros que botaram aquele bonezinho vermelho do Maga Make America Great Again, do America's first. Estados Unidos em primeiro lugar, um brasileiro botar uma boné escrito os Estados Unidos em primeiro lugar e depois vai se dizer patriota. E agora tá lá. Como é que eu vou? Será que vão lembrar que eu botei esse boné vermelho? Make America great again. Faça América grande novamente. Sendo que o Brasil tá sendo taxado em 25% na exportação de aço e alumínio. Isso vai bater na nossa balança comercial.
Cadê os apoiadores do Trump aí, gente? Chora cavaco. Cadê os brasileiros, patriotas, apoiadores do Trump? Cadê? Se liga na missão. Se liga na missão. É ridículo o Brasil ter lideranças políticas empresariais que botam um bonezinho escrito Make America Great again. Que isso, cara? Então, muda de país, velho. Muda de país. Depois se diz patriota. Que loucura isso. É, é um é um estado de insanidade. Depois, quando a coisa fica esquisita, quando o tempo fecha, el diz: "Opa, tira o boné". Eu não. Só que tá lá, né, filho? O print é eterno, não tem jeito. Vamos que vamos. Que coisa horrorosa. E horrorosa. Isso é coisa horrorosa. Isso é subserviência cultural e política.
Isso é lamber a sola do sapato do tio San. Isso é de uma perda de autoestima por ser brasileiro e dizer: "Cara, eu tenho orgulho do Brasil. Eu tenho orgulho desse país. Eu não vou ficar olhando para cima e dizendo: "Vocês são o máximo. Eu te amo." Nem vou dizer quem disse pro Trump eu te amo, que eu não quero causar polêmica aqui. Vamos em frente. Eh, tá bom, Valéria.
Rossana Maia pergunta: "Você acredita que a pandemia acelerou o processo de evolução espiritual?" Não, eu vou dizer que algumas pessoas certamente entenderam que na pandemia deveriam se solidarizar, se compadecer, exercitar a misericórdia e a compaixão com quem estava em situação de rua, quem perdeu o emprego, quem ficou em situação de penúria, o exercício da caridade. E aí a pandemia passa, a pandemia passa e esses recursos da caridade, recursos não é dinheiro só, não, é principalmente da tua energia, da tua vibração, da tua disponibilidade pro outro, permanecem.
Então, nesses casos, eu acredito que sim, a pandemia pode ser ter servido de um gatilho no sentido positivo da palavra para desencadear o exercício da tua bondade, da tua caridade, da tua capacidade de descobrir no socorro, na assistência e no acolhimento a quem está em sofrimento. Algo que te engrandece como pessoa e te dá prazer. te dá prazer espiritual. Então, confesso que eu admito, né? Confesso que em boa parte dos casos a pandemia pode ter determinado a eclosão da generosidade. Agora, vamos combinar, pandemia também determinou a eclosão do lado mais negativo, egoísta. Não esqueço quem fazia buzinaço no meio da pandemia em frente a hospitais. lotados de pessoas com Covid, pessoas que precisavam, porque é lei.
Você não pode fazer barulho em hospital, cara. As pessoas faziam carreato e buzinaço em frente a hospital lotado de gente com COVID, onde tava faltando respirador, onde tava faltando aquele equipamento que abre a goela da pessoa para meter o tubo do da respiração, né, da ventilação mecânica. Isso era feito sem anestesia. Então, para essas a pandemia, pelo contrário, certamente determinou uma cegueira, uma dificuldade enorme. Não é cegueira, não é correto falar isso. Muitas pessoas que não tm o recurso da visão enxergam muito mais longe do que esses que foram de alguma traídos na sua consciência, na sua responsabilidade ética, moral e cívica, sabe? De perceber o senso de urgência.
Cara, tá na hora da gente se irmanar, se ajudar. O inimigo comum de todos é o vírus. Vamos impedir a propagação da pandemia. Portanto, se a pandemia serviu para encorajar muita gente a fazer o bem, eu devo dizer, e citei apenas um exemplo aqui, que a pandemia também não ajudou muitas pessoas a serem mais generosas e solidárias, pelo contrário, penso eu. Tá bom? É uma opinião, você não precisa, quem não concorda comigo não fica chateado, não. Cada um tem a sua visão. Eu como jornalista não fiquei licenciado do trabalho. Eu como jornalista me afastei da minha família para não contagiar de vírus eles, no caso elas, né? Cláudia, Larissa e Raquel. Eu eu tive que me afastar.
A dona Nádia, que já é popular aqui no Papo das 9, licença remunerada. É que é justo ela receber o salário para ficar em casa sem trabalhar, porque eu quero que ela fique bem, porque ela, eu quero saúde para quando passar a pandemia, ela saudavelmente volte a trabalhar. Não foi fácil, não foi simples. Quem acompanhava o papo das 9 no início viu aqui. A gente sofreu junto. Eu chorava nos dias difíceis durante a transmissão, quando vocês mandavam alguma pergunta ou faziam alguma colocação, que eu me emocionava, eu chorava quando perdi uma pessoa querida nas minhas relações. Eu tava com a voz embargada, o papo das era todo dia.
E a gente se emocionava aqui falando das pessoas queridas que partiram. O terremoto, o o a pandemia foi um terremoto. E é incrível que no meio do terremoto tantas pessoas tiveram a dificuldade de perceber o lado mais humano, o lado mais caridoso, generoso, que deveria ensejar essa, né, o exercício do bem. O exercício do bem. Nossa, é gente, não faz tanto tempo não. Parece que foi uma eternidade, né? Vamos lá. Lê Rosa de Campinas, São Paulo, pergunta: "André, você acha que a raiva, a ira diminui tempo de vida orgânica?" Olha, lê. Não dá pra gente generalizar, mas o que que se sabe? Uma pessoa que se percebe constantemente com raiva, com ira, com cólera. E isso não é uma visão só espiritual.
A ciência médica da Terra já reconhece. Você está secretando, você está interferindo no seu metabolismo de uma forma muito ruim e de várias maneiras. O fígado, que é um órgão fundamental estratégico para a nossa saúde, é a primeira vítima de uma pessoa constantemente encolerizada. as funções hepáticas costumam sofrer algum tipo de abalo. Você tem também a questão do sistema nervoso, porque a pessoa pode ter, não vou generalizar, uma fragilização do sistema nervoso. Ela começa a ter tremedeira, ela começa a ter uma ansiedade desmedida, porque esse sentimento raivoso ocupa o espaço que deveria ser da contenção, da pacificação, sabe? de você buscar o seu eixo, a centralidade, a lucidez, a temperança, a serenidade, a pessoa se deixa levar.
Isso não faz bem. Portanto, eventualmente, eu não vou generalizar isso, pode determinar sim, pode determinar sim em alguns casos, por lógica, uma um esgarçamento do sistema que suporta a vida. a pessoa fica mais vulnerável, por exemplo, a agentes externos, a patógenos. Até a imunidade da pessoa pode ficar debilitada em função da auto depredação causada pelo desequilíbrio constante, os nervos, a flor da pele o tempo todo. Porque isso é consumo de energia, cara. Fluido vital que a gente chama. Isso é consumo de energia. Quando você gasta energia onde não deve, vai faltar em algum momento, certo?
Quer dizer, eu tô gastando energia aqui me deixando levar por uma discussão encolerizada que vai se agravando, grito, berro, termina aquilo, você não fica exausto, você não fica exaurido. É energia que vai e não volta, Então sim, é bastante provável que as pessoas encolerizadas frequentemente estejam determinando uma menor disponibilidade de energia para seguir em frente nesse plano. Sim. Emília Matos pergunta: "Por que os alimentos orgânicos são mais caros que os processados?" várias razões para isso. Primeiro, quando você tem um selo de alimentação orgânica, né, de alimento certificado, porque é orgânico, orgânico não é só sem agrotóxico ou sem transgênico.
Orgânico pressupõe um sistema produtivo que tem maior empregabilidade. Você tem mais pessoas participando dos diferentes processos de semeiadura, cultivo, colheita. Então emprega mais, você tem, portanto, uma produção seleta e tem a questão da oferta e da demanda. muita gente procurando orgânico, poucos alimentos orgânicos disponíveis, mesmo caros diante da procura, o preço fica pressionado. Eh, eu penso que a gente pode evoluir muito nesse sentido, meu amigo, parceiro, um beijo pro Marquinhos Palmeira, Marcos Palmeira, que é um ativista em favor do barateamento dos produtos orgânicos com políticas públicas que ajudem a baratear esse custo. Eh, reforma tributária, tá? foi votada sobretaxando o refrigerante, mas deixando ultraprocessado com redução de impostos.
E o ultraprocessado é um alimento industrial com um monte de conservante, acidulante, estabilizante, eh, cores artificiais, aromas artificiais, produtos industrializados que você produz agranel e eles são baratos porque a gente tá misturando química, química em escala industrial. baixa empregabilidade e com, eh, eu diria, nenhum compromisso em relação a evitar a adição de substâncias claramente não saudáveis, razão pela qual no rótulo dos produtos ultraprocessados vai aparecer lá. Porque que ele é um produto que traz questões na área da saúde, muito açúcar, muito sódio, fritura, caloria, o que seja. É, gente, é isso. Jorge Paolo de Biracuera, Santa Catarina pergunta: "Ih, tem 2 minutos.
Será que eu tenho tempo para responder?" André, como amar os inimigos? gente poderosa que mata irmãos inocentes. Nunca compreendi como chegar a esse estágio avançado de sublimação e me culpo por isso. Não se culpe, não se culpe, não se culpe, não se culpe. A gente é o que é. A gente precisa sim, você tá fazendo esse movimento, tentar entender o que significa diferentes tradições cristãs, porque isso é do cristianismo. Amai os vossos inimigos. Inimigo significa aquele com quem você discorda, com quem que lhe causa alguma aversão ou repulsão. Entretanto, ele é seu irmão em humanidade.
Ele está num estágio evolutivo onde você, provavelmente em outras vidas, em algum aspecto, teve sinergia e sintonia com algo que hoje lhe causa versão. Então é processo evolutivo. Me parece que amai os vossos inimigos significa entender a humanidade como uma família. aonde nós precisamos compreender o déficit de evolução dos nossos irmãos em humanidade. Isso não significa passapano, isso não significa deixar de criticar, mas não odiar, não ter desejo de vingança, a capacidade de perdoar, como Cristo na cruz disse: "Pai, perdoa". Eles não sabem o que fazem.
Por vezes a gente pode até dizer, são crianças espirituais que cometem erros gravíssimos e que precisam ter a mão da justiça da terra atuante, não é só esperar a justiça divina, mas sem sentimentos de vingança, de hostilidade, porque isso atenta contra você no tempo que tinha, 2 minutos. É o que deu para falar. 10 horas em ponto. Ótima quarta-feira para todos. São Pedro, obrigado pela chuvinha rápida de ontem no Rio de Janeiro, depois de 40 dias de estiagem. Se quiser repetir a dose hoje, eu nem vos usarei guarda-chuva. Ainda vou cantar a música do Topogíio. Só os mais antigos vão se lembrar do Topogíio. Chove chuva. Chove não, não é chove chuva. Como é que é? Como é que é?
Ah, depois eu lembro a música do Topo Gío com a Agildo Ribeiro. Gente, isso é velho. Fiquem com Deus, tudo de bom. até sexta-feira, se Deus quiser.
