Após a tempestade – Parte 2 | Papo das 9 #1096
Diante dos tornados em Santa Catarina, André relaciona a intensificação de eventos extremos à crise climática e critica a banalização das tragédias e a rejeição da ciência por interesses econômicos. Ele aponta a dependência de combustíveis fósseis, o desmatamento e a criação de gado entre os fatores que contribuem para o aquecimento, e defende responsabilidade diante da crise.
Na leitura da mensagem 111 de Minutos de Sabedoria, de Carlos Torres Pastorino, a coragem diante da adversidade dá lugar a uma reflexão de André sobre força interior, dor e aprendizado. Ele apresenta como crença pessoal a ideia de que experiências difíceis podem favorecer a resiliência e associa o envelhecimento a um processo de depuração.
André recomenda Francisco de Assis, de 800 anos para hoje, e destaca a diversidade de autores e tradições reunidos na obra. A espiritualidade franciscana também inspira uma reflexão sobre o respeito à natureza e os efeitos da interferência humana nos ciclos naturais. O programa ainda divulga o seminário beneficente em apoio à Escola Espírita Joana de Ângeles, em Japeri, cuja renda dos ingressos será destinada às despesas da instituição.
Nas respostas a comentários, André fala de responsabilidade e caridade, da preocupação com o lobby das bets no Congresso e da importância do voluntariado, da comunicação não violenta e do apoio coletivo a pessoas atingidas por desastres. Também defende debates respeitosos, mobilização cidadã e equilíbrio para atravessar momentos bons e ruins sem se deixar levar pela euforia ou pelo desânimo. Ao final, convida o público a sugerir o tema do Papo das Nove Especial de domingo.
Neste vídeo
- Abertura
- A crise climática e a banalização das tragédias
- Responsabilidade diante da crise climática
- Preparação e prece para a leitura
- Minutos de Sabedoria: coragem diante da adversidade
- A força divina interior e a reflexão de André
- Minutos de Sabedoria: refletir sobre a força interior
- A espiritualidade diante das adversidades
- Envelhecimento como processo de depuração
- Indicação de livro: Francisco de Assis
- A diversidade de autores e tradições no livro
- Indicação de livro sobre Francisco de Assis
- A espiritualidade franciscana e o respeito à natureza
- A reflexão de André sobre natureza e clima
- Pedido de apoio à Escola Espírita Joana de Ângeles
- Convite ao seminário beneficente
- Apoio solidário à Escola Espírita Joana de Ângeles
- André reflete sobre responsabilidade e caridade
- A preocupação com o lobby das bets
- Resiliência e o caminho do meio
- Apoio coletivo à saúde mental após desastres
- Comunicação não violenta e cultura de paz
- Desculpas e responsabilidade por mudar
- A complexidade por trás da divisão entre bem e mal
- Tempestades, ciclos naturais e ação humana
- Leitura sobre leis ambientais e vulnerabilidade
- Democracia como cidadania plena
- Debate respeitoso e propostas
- Mobilização em vez de espera
- Temperança diante das disputas
- A impermanência dos bons e maus momentos
- A busca por equilíbrio diante das circunstâncias
- Atravessar os momentos difíceis com serenidade
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Bom dia, meu Brasil varonil e lugares do mundo, lugares da galáxia, lugares do universo, onde você esteja captando esse sinal eletromagnético da nossa transmissão ao vivasso, direto do meu cafofes em Laranjeiras. Estou aqui iniciando essa sexta-feira com uma temperatura mais aprazível Céu encoberto, previsão de chuva e mais chuva chegando por aqui Muito chocado com as imagens de dois tornados no mesmo dia em Santa Catarina Mas preciso dizer para vocês, com toda franqueza Tudo isso foi previsto E não foi previsto ano passado, não foi previsto no ano retrasado, tudo isso vem sendo dito com todas as letras pelos mais qualificados cientistas do mundo que dão a receita na mosca, que é a necessidade de nós priorizarmos o combate à crise climática. eu não sei às vezes eu falo, não é possível, não estou escutando fala-se a mesma coisa sempre aí o pessoal, é o fim do mundo, o mundo vai acabar você viu a imagem do tornado em Santa Catarina e não foi um, foram dois nossa, você viu as pessoas engolidas pela água, pela enchente levadas pelo vento aí a gente fica ali entretido é a minha opinião com a desgraça, você normatiza a desgraça Vamos colocar nesses termos. E banaliza a crise climática, dizendo é assim que é, Deus quis assim, Deus está no comando, Deus sabe o que faz. Fora o êxtase de algumas lideranças religiosas, notadamente, não todas, algumas, vinculadas ao neopentecostalismo, que faz aquela apologia do fim do mundo, estava escrito lá em João, aí começa a recitar o apocalipse de João como se o apocalipse dali fosse o fim do mundo, e não o fim de um ciclo, como muitos teólogos que eu particularmente respeito entendem.
Tudo isso para dizer que vai começar no início da semana que vem, próxima segunda-feira, a próxima COP, a COP 31 na Turquia. É mais uma oportunidade da gente virar esse jogo. E eu espero que a gente se manque. Assim, eu estou fazendo uso aqui das redes sociais, porque eu sou jornalista, sou ambientalista, sou professor, tenho livros lançados que falam das questões ambientais e climáticas. Como eu não sou um cientista com essa formação, eu tenho que ter boas fontes.
As boas fontes que me municiam para ser jornalista, para ser professor, para ser escritor, são categóricas em dizer, se a gente não mudar todos os fatores que aquecem o planeta, ele vai continuar aquecendo. E quais são os principais fatores que aquecem o planeta? Queima de petróleo, carvão e gás, combustíveis fósseis, destruição das florestas, os ruminantes, criação de gado principalmente que não é pelo fiofó como diria minha avó mas eles emitem metano pelos arrotos o Brasil tem mais boi no pasto do que brasileiro então a gente tem uma dupla do barulho que é o desmatamento e a criação de gado que é uma coisa que superaquece o planeta. Cada país tem o seu inventário de emissões. Vou repetir para ficar claro aqui minha posição.
Não se surpreenda se da próxima vez, em vez de dois tornados ao mesmo tempo, em Santa Catarina, tiver três ou quatro. Semanas atrás nós tivemos um evento que eu, com duas fontes na área da climatologia e da meteorologia, ficaram com o olho desse tamanho. três furacões ao mesmo tempo no Oceano Pacífico. Agora, nesse segundo semestre, de agosto para cá, três furacões ao mesmo tempo. Aí você fala, por que, senhor?
Porque mudança de temperatura mexe no conjunto de variáveis que explicam o que é o sistema climático. É como aquele jogo de pega-vareta. Não sei se é do teu tempo o jogo de pega-vareta. Tem a trama das varetas, você tem que tirar a vareta sem mexer na trama. Cada vareta tem uma cor, a cor mais valiosa, salvo engano, era a vareta preta.
Quem tirar, se acumulava os pontos, não pode mexer na trama. Mexeu na trama, o teu coleguinha que está disputando com você lá, quem ganha, é que vai pegar, ou tentar pegar as varetas sem mexer. Bom, a vareta da temperatura média do planeta mexe na trama toda. Correntes marítimas, chuva, desgelo, elevação do nível do mar, está tudo junto. Desculpa a falação, mas é que, de fato, o que houve e está acontecendo no Sul é algo que o sul é porta de entrada de eventos climáticos extremos, porque por ali do sul, isso não é de agora não, tá?
Eu fico até constrangido, são décadas de construção do conhecimento mostrando região sul é porta de entrada de eventos climáticos extremos. E por quê? Porque é ali que se dá o encontro usualmente das massas polares de ar frio com o ar quente e úmido da Amazônia. Esse entrechoque de ar com temperaturas distintas precipita tempestades virulentas. Quanto maior o gradiente, quanto maior a amplitude térmica, quanto maior a diferença de temperatura, maior a encrenca.
Tudo isso, portanto, para dizer, se liga nessa encarnação, se você é reencarnacionista, ou nessa vida única, aí eleva-se a responsabilidade. Só acredito numa vida, é essa. Cara, então, faça o que tiver ao seu alcance para deter a sanha de lucro de quem na política ou na economia tem aversão à ciência porque atrapalha os negócios. Tem aversão à ciência climática porque vai contra meus investimentos. Cadê o livrinho?
agora eu quero o livrinho doutor e sabedoria vamos pra onde? pedindo ajuda aqui dos amigos invisíveis que eles nos abençoem nos assistam tenham piedade e misericórdia de nós com todas as nossas muitas limitações e imperfeições mas que eventualmente percebem aqui a oportunidade de nos ajudar com a reflexão sobre uma mensagem inspiradora e que essa mensagem chegue fundo ao nosso coração e que cada um de nós faça a seu modo a sua própria meditação, a sua própria reflexão eu aqui de improviso vou fazer a minha como estamos fazendo há quase sete anos sempre, sempre graças a Deus e que eu seja um instrumento maleável uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito, onde vamos abrir opa opa 111 seja forte e corajoso não se deixe vencer pela adversidade pela doença pela dor saiba que a força divina jamais o abandona porque está dentro de você mesmo reaja com firmeza porque o auxílio lhe chegará na hora oportuna a mesma força que está dentro de você dirige os universos infinitos tenha confiança e seja corajoso seja forte tenha bom ânimo cara, essa é uma mensagem para dar um alento uma nutrição na tua autoestima, na tua coragem de enfrentar o que está pintando por aí, a qualquer adversidade, qualquer doença, uma dor, e evoca a ideia que perpassa diferentes crenças e tradições, que é a presença de Deus dentro de nós. Deus é uma palavra que não abarca a ideia dessa força suprema, causa primária de todas as coisas como os espíritas denominam Deus. Lao Tse, no livro Tao Te Ching, que é o ponto de partida do taoísmo, um livro que tem mais de 5 mil anos, falava o inominável que se pode nominar não é o inominável, o insondável que se pode sondar não é o insondável. Um dos poemas com essa métrica, esse estilo oriental muito interessante, sugere que a ideia de Deus não é passível de compreensão por palavras.
Eu estou fazendo aqui a minha reflexão. Ainda que a gente não consiga compreender ou nominar, eu acho que a gente consegue entender, existe uma força dentro de mim. E essa força precisa ser lembrada, enaltecida, especialmente nos momentos difíceis, onde existem adversidades, doenças, dor. Ainda que eu não consiga, neste momento, como gostaria, resolver esse problema, essa adversidade, essa doença, essa dor, que eu tenha a coragem de passar por esse momento até que a tempestade passe, a poeira abaixe. E aqui estou eu, resiliente, que a palavra resiliente é muito, muito feliz na ideia que encerra de que ser resiliente não é ser imune à dor.
Ser resiliente não é ser um super-homem ou uma super-mulher em que nada me abala, nada me atinge, nada me abate. ser resiliente significa eu prosseguirei independentemente do que me acontecer porque Deus está comigo está dentro de mim o aprendizado por vezes que está embutido para não dizer todas as vezes nas experiências ruins é a minha opinião baseada na minha crença, tá gente? Cada um com o seu cada um, mas eu entendo que o tempo todo nós estamos sendo testados na nossa capacidade de exercitar a nossa espiritualidade. Quando eu falo espiritualidade, é o exercício de transcendência, é o seu lado místico, é o seu lado que extrapola os sentidos do corpo ou as questões materiais. Não somos corpos que abrigam espíritos, somos espíritos que animam corpos.
A vida continua, eu sou um ser imortal e nesse momento, diante dessas circunstâncias na matéria, as circunstâncias desfavoráveis servem de uma saudável ruminância do espírito para ascender na escala evolutivo. Nós estamos aqui para evoluir. A dor e o sofrimento servem, ou se prestam, a depurar e a lapidar habilidades espirituais. Não é que eu não sofra, não é que não doa. Eu estou aprendendo a lidar com a dor e o sofrimento, eu estou exercitando paciência, resignação, resiliência, persistência.
eu estou seguindo em frente, da forma possível, do jeito que dá. Apesar de ser imperfeito, limitado, errático, eu estou aqui para aprender. A questão é, estamos aprendendo diante das adversidades algo que preste? Ou estamos nos entregando ao queixume, à lamúria, à irritabilidade, ao pessimismo, à baixa estima? e aí eu preciso falar como um senhor do grupo 60+, vocês me permitem?
o senhorzinho aqui? eu estou me lembrando da reprise de Roque Santeiro que eu não consigo ver porque é na parte da tarde que tinha o senhorzinho malta está me entendendo? experiência ajuda para burro E o processo que a gente denomina de envelhecimento é um processo de depuração, como o vinho. A decretude física não necessariamente acompanha a decretude mental e muito menos espiritual. E é isso que a gente precisa prestar atenção.
Está aí a minha reflexão, não é a única possível, não é a mais inspirada, a mais acertada, é apenas a minha. Que cada um possa fazer a sua da forma que lhe convier. 111 minutos de sabedoria foi a nossa reflexão de hoje. Seguindo em frente, com muita alegria, eu quero recomendar uma leitura de um livro que eu vi nascer antes de existir, porque a organizadora do livro me convidou para participar, alguns meses atrás, e eu estava impossibilitado, e me doeu isso, de aceitar, porque eu estava viajando o Brasil inteiro para fazer uma série que foi ao ar no Jornal Nacional e inspirou quatro programas na Globo News. Eu não conseguiria me dedicar a entregar os textos no prazo.
Vocês vão entender por que me doeu não aceitar participar desse projeto. Francisco de Assis, de 800 anos para hoje, Dora encontre a organizadora e uma das autoras, dentre 12 que foram convidados, com diferentes sensibilidades e crenças. Aqui não é só... Ela é espírita. Eu vou resumir aqui, não precisa para quem já conhece, mas adora.
É colega jornalista, mestre, doutor e pós-doutor em História e Filosofia da Educação pela USP. Autora de mais de 40 livros que versam sobre educação, filosofia, espiritualidade, poesia, espiritismo, fundadora da editora Comênios e também coordenadora da Universidade Livre Pampédia que também fundou é um projeto livre e plural de educação ela dirige a TV ULP com programas sobre espiritualidade espiritismo, filosofia, educação e política adora é uma estudiosa muito prolífica do espiritismo de uma forma geral e de Allan Kardec em particular fala fluentemente francês porque essa história de você falar fluentemente a língua matriz de um autor que você admira e que não é brasileiro eu estou me lembrando aqui do teólogo Leonardo Boff que fala alemão aí você vai falar dos filósofos alemães um brasileiro que consegue entender o que o filósofo alemão quis dizer na língua materna é outra coisa tudo isso para dizer que eu sou um como é que eu vou dizer seguidor não é bem isso eu sou um franciscano não, eu sou um admirador também não é devoto devoto é uma palavra muito associada a uma tradição que não é a minha eu adoro a figura de Francisco de Assis é uma pessoa que me inspira e por isso a Dora gentilmente me convidou para participar não deu Dora mas olha, eu estou aqui com uma dor no coração de Lula olha que lindo, não é só o recheio olha por dentro que beleza estética uma edição primorosa aí vem impresso o Cântico das Criaturas nesse encarte que inspirou o Cântico das Criaturas a encíclica do Papa Francisco Laudato Si Louvado Seja louvado sejas meu senhor pelo irmão fogo pelo qual iluminas a noite e ele é belo e jucundo e vigoroso e forte louvado seja meu senhor por nossa irmã e mãe terra que nos sustenta e governa e produz frutos diversos e coloridas flores e ervas louvado seja o livro Francisco de Assis que eu recomendo expressamente de 800 anos para hoje a organizadora Dora Encontre E quando eu falei, primeiro que eu já cantei aqui a bola, que eu adoro o livro em que os autores convidados, ao expressarem suas ideias, ao final do capítulo compartilham as fontes bibliográficas, porque isso empresta enorme credibilidade. E eu estou aqui, vou abrir propositalmente, quando eu falo que a Dora convidou diferentes autores de diferentes correntes de pensamento e... religião, espiritualidade. Um dos autores é um sacerdote das religiões afro-brasileiras iniciado no candomblé Gegê Nago, na Casa das Águas, do Babalorixá Armando Aquitundê Valado.
Ele é doutor em ciências da religião, João Tocumbó Carneiro. Foi convidado e topou e ele escreveu o livro Francisco Já é Árvore, Já é Rio, Os Axés do Poverelo, Lidos do Terreiro. Eu achei sensacional a ideia de um livro que congrega diferentes vertentes da espiritualidade, refletindo, pensando e compartilhando suas visões sobre essa figura histórica, o primeiro grande místico da igreja, o místico cristão, que inseriu na natureza a ideia da presença do sagrado. Porque esse Deus que privilegia apenas uma espécie, o ser humano e o resto, só existe, só foi criado por Deus para servir a espécie líder topo de cadeia feito à imagem e semelhança de Deus, era uma ideia prevalente na igreja de oito séculos atrás, uma igreja opulenta e corrupta, que exercia o poder, portanto, naquele período, e o poder corrompe, e muitos santos não merecem essa nomenclatura, muitos papas foram absolutamente perversos e pervertidos e corruptos e se enlamearam com as questões mundanas. Surge Francisco para resgatar o sentido pleno do evangelho, a humildade, a pobreza e a natureza.
Aí, o padroeiro da ecologia, aquele que marcou a história lembrando que tudo o que é da natureza também é sagrado, merece respeito e consideração. Muitos séculos depois, a ciência ecológica resgatou o sentido franciscano a partir da ciência, dizendo que nossa espécie, os humanoides, nós aqui, os humanoides, não teríamos a menor chance de ter saúde longevista, prosperidade, resiliência, sem prestar atenção na natureza. Que tipo de impacto ou interferência estamos determinando sobre o meio natural? Eu comecei o Papo das Nove hoje falando da minha reação vendo imagens de dois tornados no mesmo dia, anteontem, em Santa Catarina. e lembrei de três furacões ao mesmo tempo, dois meses atrás, no Oceano Pacífico.
Tudo isso não faz parte das rotinas de climatologistas e meteorologistas. O que está acontecendo? Nós estamos interferindo nos ciclos da natureza, inclusive no sistema climático. O que Francisco diria disso? louvado seja aquele que percebe que o sagrado está presente na natureza e que a gente precisa respeitar a mãe terra porque não respeitar a mãe terra significa sofrer os impactos inevitáveis, decorrentes da interferência nos ciclos perfeitos da natureza é uma leitura possível então está aqui na quarta capa A explicação do que é o livro, um livro supra e interreligioso, organizado por Doreen Contre, escrito por autores de diversas correntes espirituais, com textos que dialogam com a atualidade da mensagem de Francisco de Assis.
Um homem medieval, com seu enquadre histórico, que promoveu uma espiritualidade de conexão inteira com o cosmos e com a humanidade. A espiritualidade franciscana é a abertura completa para o outro É a celebração plena da vida É o amor imenso e incondicional por todas as criaturas Não é espiritualidade que se impõe, que coloniza Mas que atrai, ilumina sem ofuscar Conquista a alma para si mesma E a desperta para a nova compreensão do mundo em dias de teologia do domínio, de retrocessos históricos, de perplexidade espiritual. O que Francisco pode ainda nos ensinar? Recomendo expressamente. Já está na minha cabeceira, estou terminando um livro desse tamanho, por isso que está...
Eu queria estar mais rápido, mas não estou conseguindo. Estou chegando no final. escrito por um intelectual escritor espanhol que acompanhou a visita do então Papa Francisco à Mongólia e esse escritor é ateu eu já recomendei esse livro aqui quando eu terminar eu volto a falar dele mas vamos lá Francisco de Assis de 800 anos para hoje organizadora Dora Encontre editora Comenius ok agora gente, um pedido do fundo do coração um pedido importante aí eu falo do pedido importante e aí perco o meu roteirinho que está lá todas as coordenadas do pedido importante que eu tenho para fazer, o que eu vou fazer da vida achei, obrigado senhor obrigado Francisco vamos que bom estamos em novembro está chegando o final do ano, está chegando a hora de pagar o décimo terceiro dos professores da Escola Espírita Joana de Ângeles, em Japeri, na Baixada Fluminense. Uma escola que mantém em regime integral 240 alunos de uma das regiões mais desprovidas de infraestrutura e investimentos do Estado do Rio, um dos menores índices de desenvolvimento humano dentre todos os 92 municípios do nosso Estado. Uma escola mantida, como disse, à base de doações, meu amigo parceiro César Saíd é o diretor voluntário da escola não recebe recursos por isso mas os professores obviamente recebem esses 240 alunos dependem portanto de ajuda pra gente pagar os professores custear os uniformes custear todas as refeições e a escola tem uma boia gostosa toda vez que eu vou pra lá eu peço pro César César, avisa que eu vou comer a boia é mais um prato porque o rango é nota 10 o ensino também e uma das provas disso não é só a qualificação dos alunos que depois chegam ou ao vestibular passam, cursam faculdade e retornam para dizer está na hora agora de eu ajudar de alguma forma estou com saudade da escola o que eu posso fazer, é lindo isso ou de alunos que fazem cursos técnicos, se preparam, têm condições de se preparar para serem bons profissionais nas áreas em que atuam e também retornam à escola para dar esse suporte.
A Escola Espírita Joana de Ângeles fica em Japeri e precisa de ajuda. Haverá um evento beneficente. Atenção que eu quero convidar vocês para ajudar, através do ingresso no valor de 40 reais, um evento beneficente que é um seminário que este que vos fala vai fazer no dia 29 de novembro, daqui a pouco, domingo, 10 da manhã, um seminário chamado A Arte de Seguir em Frente, no Teatro Franklin Moreira, do FEIC, que é uma organização espírita, uma instituição espírita, eu já falei lá, algum tempo atrás, em Jacarepaguá. Então, 29 de 11, 10 da manhã, Seminário A Arte de Seguir em Frente, no Teatro Franklin Moreira, que fica na Estrada do Pau Ferro, 1344, na freguesia Jacarepaguá. André, como é que faz para comprar um ingresso no valor de 40 reais vocês sabem que cada centavo que entrar no pagamento do ingresso vai direto para o Caixa da Escola pagar os professores.
Eu vou dar agora o número do WhatsApp para você garantir o seu ingresso e eu, de coração, antecipadamente agradeço àqueles que puderem dar suporte e apoio. 21, para quem não é do Rio 99 113 9994 vou repetir o WhatsApp para você garantir o ingresso para o seminário a arte de seguir em frente todos os recursos dos ingressos 40 reais por pessoa seguem direto para custear o 13º dos professores da Escola Espírita Joana de Ângeles, em Japeri. 21, é Rio de Janeiro, 99, 113, 9994. Quem puder ajudar, eu não estaria pedindo se não fosse importante a ajuda de todos. A escola tem uma despesa mensal de 40 mil reais, gente.
Assim, nem todo mês se fecha no azul. E a gente, quando surge o ensejo de poder reforçar o estoque de recursos para a escola seguir em frente, a gente não hesita em fazê-lo. Então, eu estou aqui pedindo a ajuda de vocês, comprando ingressos para o Seminário Beneficente A Arte de Seguir em Frente, dia 29 de novembro, daqui a pouco, 10 da manhã, no Teatro Franklin Moreira, Estrada do Pauferro, 1344, Freguesia, Jacarepaguá. WhatsApp 21 99113 9994 Deus abençoe a todos povo do Instagram, a gente vai deixar lá essas coordenadas por escrito no stories ok quem quiser ah André, mas eu não sou do Rio não vou conseguir ir no seminário, quero ajudar de outra forma mais de uma pessoa já pediu aqui o Pix, eu sugiro que entre na página da escola, que eu vou dar agora, se você quiser conhecer. Aliás, eu devia ter dado antes, nem todo mundo sabe o que é a Escola Espírita Joana de Ângeles.
Então, eu vou deixar aqui IEJA com J. I-E-J-A-R-J, tudo junto. IEJA, que é a Instituição Espírita Joana de Ângeles. IEJA-R-J, tudo junto. E lá estão as informações sobre como ajudar a instituição.
Tem várias formas. Tem o Pix deles, tem a... Você pode escolher um determinado valor, pequenininho que seja, para todo mês. Cinco reais é o que eu posso dar? Você entra no clube lá dos apoiadores da escola.
É um barato. E pode ser algo que não sangre as suas, e esse não é o intuito. Nossa, já está com 12.700 seguidores a Escola Espírita Jona de Anjos, gente. Que maravilha, parabéns, parabéns, parabéns. Que alegria.
Bom, está dado aqui o recado, eu fiquei o quê? devendo, eu fiquei devendo a resposta às perguntas Areno Nogueira 877 quando é que você vem no Perseverança André? esse ano é que eu aviso um pouco mais em cima mas esse ano eu estou no Perseverança em São Paulo, aquele formigueiro de luz sempre muito bem recebido, adoro música ao vivo lá com o pessoal mandando ver Perseverança é um... Cara, eu acho barato. Tem cada lugar.
Assim, os lugares que a gente costuma ir todo ano, são muitos, eu não quero faltar aqui com a... Eu vou ser traído pela memória, acho que eu não vou falar, mas todo ano. O povo de Pernambuco do Simesp, o Lar de Frei Luiz, o Centro Espírita Leão Demi, todo ano eu estou batendo lá a ponto, falando assim, é só chamar que eu vou, porque são lugares que a gente, dentre outros, tá, gente? A gente reconhece muita seriedade de propósito nos trabalhos, na formação dos voluntários, dos médiums, os trabalhos de assistência, a caridade ativa. O mundo tem jeito.
A gente precisa prestar atenção em quem faz a diferença, em favor de um mundo melhor e mais justo. A gente cobra muito dos políticos e tem que cobrar. a gente cobra muito dos empresários que tem algum cascalho sobrando para dar uma força. A gente deve ter essa postura, e eu me incluo nesse grupo, que, graças a Deus, materialmente, eu não perco o sono porque não sei o que vou comer hoje ou porque não vou conseguir pagar minhas contas. Eu tenho obrigação moral de fazer uma boa gestão do que eu vou chamar aqui de excedente, porque eu não sou dono de nada.
tudo que eu tenho nessa vida não me pertence o que é meu de fato é o que eu levo quando for a hora de retornar a pátria espiritual é o que cabe na bagagem quando eu fizer a viagem quando eu fizer a viagem o que cabe na bagagem deu até rima é eventuais conquistas intelecto morais o resto fica esse óculos, essa camiseta esse corpíteo, isso não me pertence tudo isso me foi dado por empréstimo então todos nós a gente está aqui para aprender a ser amoroso, colaborativo caridoso e não é favor nenhum eu entendo isso como uma obrigação moral não é possível ser feliz tendo à volta tanto sofrimento se não estiver bom para todo mundo não está bom para ninguém Sim. Ora, meu Deus. É minha opinião. Então vamos lá? Vamos chegar onde interessa, que é nas perguntas de vocês que dona Ariane Benício, da Rente, nossa colaboradora, nossa mentora digital, cara.
Porra, Ariane está dando uma roupagem nos conteúdos do YouTube, do Papo das Nove, de cair o queixo. Não sei se vocês repararam Numa nova estética Na forma de resumir E apresentar os conteúdos do YouTube Está muito bacana Olha Dona Ariane E a dona Ariane passou as perguntas não respondidas Na quarta-feira quando eu coloquei Após a tempestade Só coloquei esse título, aí o povo caiu dentro Opa! O que eu tenho aqui para dizer sobre o tema Após a tempestade que alude a um livro de Joana de Ângeles, psicografado por Divaldo, em 1974, que fala dos grandes fatores de dor e sofrimento do mundo e como tudo passa. Então, vamos lá. Meu amigo, aí fizemos o corte até onde eu respondi.
Dali pra baixo, a Ariane mandou, olha a quantidade, gente, a penca de mensagem de vocês, eu vou ser rápido aqui, pra não cometer agafe de deixar pendência, né, cara? Não posso deixar pendência. Gervásio Neto, de Campos dos Goitacazes, grande parceiro. Ele diz assim, é preciso estar atento e forte. Agora é hora de lutar contra o retorno das bets.
Aí ele faz o comentário de um juiz do Supremo aqui. Então temos muita gente preocupada com as bets, por razões óbvias, e muita gente preocupada também em relação à forma como o Congresso que está chegando, tal qual esse Congresso, tem um lobby muito forte e poderoso em favor das Betes. Fiquemos de olho. Sonia Lopes diz assim, muita coisa para pôr em ordem, reticências, por isso estamos aqui. Eu fico pensando nos gringos que vêm morar no Brasil, gringo no sentido mais simpático, não é xenofobia não.
Os gringos. O Rio é uma cidade turística. Eu não gosto de chamar os estrangeiros de gringo, não. Mas aqui, na nossa intimidade, vamos falar os estrangeiros, então. Se você ficar na bronca com a palavra gringo.
Tem muita gente que vem aqui para conhecer e não sai do Brasil. No Rio de Janeiro está cheio de gente que vem para cá e não sai. Nordeste, Búzios, Rio. O Brasil é enorme. e por vezes você pergunta cara, você veio de onde?
não, vim da Suécia, da Dinamarca vim, sei lá eu de onde nos Estados Unidos num lugar próspero mas o que você está fazendo aqui? aqui tem tanto problema ele fala, cara mas eu amo estar num lugar onde a gente pode se sentir útil que o cara vem pra curtir mas ele está ligado na função social dele eu estou falando dos estrangeiros que reconhecem no Brasil um território das oportunidades de trabalhar em favor do coletivo. Eu acho isso... São espíritos missionários. Doutor Rui de Paula fala assim, após a tempestade vem a bonança.
Tempestade e bonança oscilam. Quando a gente fala de resiliência psíquica e emocional é saber fazer a travessia dos bons e dos maus momentos sem que nos bons momentos eu fique em êxtase. Isso também consome muita energia. Isso estressa, tá? o êxtase estressa tem descarga energética e nem eu vá para o fundo do poço nos momentos ruins é esse caminho do meio que nos falam os budistas que eu acho lindo Simcham Lopes, após a tempestade ele fala assim, renovação?
ponto de interrogação eu penso que renovação é uma palavra apropriada filosoficamente para a gente falar o que vem depois da tempestade Na natureza, as tempestades também têm uma função depuradora. É interessante isso, no estudo da ecologia. Ângela Luz. A vida continua e é necessário buscar força onde não sabíamos que havia. Ednilson Rogério.
A cada alerta da defesa civil é um estado de ansiedade contínua até passar a chuva. vai além do material. Fizemos sábado passado na Globo News um programa dos mais lindos e emocionantes do ano sobre saúde climática. Como é que você precisa ter no Brasil e no mundo protocolos de resposta em zonas de desastre onde haja o apoio psicológico, terapêutico, dentro da perspectiva do coletivo. mostramos ações muito bem sucedidas no litoral de São Paulo e na região serrana do Rio muito bem sucedidas de promoção da saúde mental em áreas onde as pessoas perderam tudo uma das entrevistadas em Petrópolis que eu ouvi perdeu o filho de quatro meses no ventre acho que era de quatro meses ela já é na condição de gestante água entrando em casa ela desesperada e móvel batendo nela aquela coisa do liquidificador do aguaceiro dentro de casa foi salva, resgatada ficou meses muda, não interagia com as pessoas ela estava enfurnada dentro de si própria não sabendo lidar com aquela dor o que é compreensível E ela foi assistida por esse grupo que se organizou em Petrópolis, que a gente documentou.
Bruna Posebon, Voluntários pela Paz, Remando contra a Maré, Comunicação Não Violenta Funciona. Ela está dando duas dicas importantes, o voluntarismo em projetos que promovam a cultura de paz e a comunicação não violenta, que já foi tema de um Papo das Novas especial num domingo que a gente fez aqui. O que é a comunicação não violenta? Como é que a gente desonera do nosso palavreado, do nosso vocabulário, palavras agressivas, palavras que deprimem, palavras que ameaçam, palavras que coagem, palavras que oprimem os outros. Não é pouca coisa.
E quais são as palavras que harmonizam? Quais são as palavras que aproximam? Quais são as palavras que inspiram? Isso é uma ciência que a gente precisa conhecer. Estefânia, levar em conta os absurdos que são ditos ou entender que estavam nervosos?
Eu não gosto de um regramento básico para tudo. Cada caso é um caso. depende das circunstâncias depende da situação qual é a resposta que a gente dá ao que você está chamando dos absurdos que são ditos e do entendimento que a gente precisa dar para quem falou e estava num momento ruim porque é o seguinte todos nós temos momentos ruins em que dizemos o que não queríamos dizer até aí, tudo bem o problema é que quando você sistematiza falar um monte de bobagem e sistematiza desculpa ah, desculpa, estava nervoso desculpa, eu estava nervoso tem uma hora que você fala, cara está na hora de você mudar a programação não adianta você ficar toda hora pisando na bola e pedindo desculpa mas isso também, cada caso é um caso cada circunstância haverá de ter o seu protocolo de resposta Tripe do Sol estamos cansados de muita informação e pouca ação dicas a dica é simples eu vou reproduzir aqui Mahatma Gandhi seja você a mudança que você deseja para o mundo fale menos faça mais simples Kassia Tassano ficou tudo mais claro o bem e o mal se mostraram em sua essência era só uma escolha eu não sei se ela está falando das eleições por aqui das eleições dos Estados Unidos ou as duas eu não gosto, já disse aqui mas cada um com seu cada um de dizer que o bem está aqui e o mal está lá essa maneira de resumir a história eu entendo o sentido disso, mas eu não gosto porque eu não acho que um lado seja a expressão absoluta do mal nem que o outro seja a expressão absoluta do bem. Eu acho que entre o preto e o cinza nós temos pelo menos 50... Entre o preto e o branco.
As cores. Tenhamos 50 tons de cinza. A complexidade... Senão a gente cai no discurso extremista de simplificar os diagnósticos eu tenho a solução para a violência eu sou o bem, ele é o mal bandido bom é bandido morto aí começa essa discussão que tem um apelo emocional muito forte mas é é o discurso fascista totalitário eu tenho um problema quando você fala assim aqui está o povo do bem, aqui está o povo do mal eu conheço muita gente boa que não pensa como eu aliás gente por vezes que eu admiro que não pensa exatamente como eu o que significa das duas uma, ou que eu não sou o que eu acho que eu sou o que é bastante provável ou que há algo que eu preciso aprender na forma como certas questões são compreendidas por alguém que eu admiro, mas não concordo. A gente está falando aqui da comunicação não violenta.
Não estigmatizar por princípio. E você não é igual a mim? Você é do mal. E você não pensa igual a mim? Você é do mal.
Eu me vigio muito em relação a isso. É complexo. Lu Passos. A tempestade pode representar o caos, mas também a limpeza? Ela pergunta, a tempestade na natureza tem a hora e o lugar certos.
Sem aquecimento global, fica ainda mais fácil identificar esses ciclos. Porque aí você ter dois tornados em Santa Catarina não é um desastre da natureza. É um desastre potencializado pela humanidade. Mas, enfim, Eclesiastes, Velho Testamento, quando a gente fala, tem a hora de sorrir, a hora de chorar, a hora de semear, a hora de colher, a hora da alegria, a hora da tristeza. O tempo traz, pelas leis da natureza, os momentos oportunos para diferentes experiências.
E todas elas têm o seu sentido e o seu significado. É como eu faço a leitura. Então, no sentido que você está colocando, Luciano, a tempestade que para uns pode representar o caos, para outros pode representar a salvação. Vou dar um exemplo. Um aguaceiro que cai, destruiu a lavoura, para o agricultor foi ruim, mas encheu o reservatório que estava seco ameaçando de desabastecimento de água potável a cidade.
Ali foi bom. O mesmo fenômeno. Por isso que eu digo, não é simples. A gente precisa ter essa sensibilidade para reconhecer as nuances de cada circunstância, cada coisa. Terezinha Márcia ou Márcia Terezinha continua a luta com mais esperança olhando as dificuldades e com respeito Adriana Correia minha querida amiga do Rio Grande do Sul não sei que sotaque eu estou fazendo gaúcho não é nem sempre vem a bonança às vezes um temporal emenda no outro força e resistência, abraços minha amiga que os políticos do Rio Grande do Sul, do Paraná e de Santa Catarina não neguem a ciência e não depredem a natureza.
É o que eu espero, é o que eu torço, porque um conjunto de leis, especialmente no teu Estado, antes da tragédia de 1924, desconfigurou, no entendimento de alguns acadêmicos da URGS, da Federal do Rio Grande do Sul, e outras instituições do teu Estado, o Estado se vulnerabilizou, ainda mais, com novas formas de promover licenciamento ambiental, novas autorizações para fazer desvio de água, represamento. É complicado. Ação e reação. É complicado. Jorge Paolo.
A bonança veio, a democracia resistiu. Até 2030 poderemos varrer a tempestade fascista. Na natureza tudo se resolve em ciclos, na vida humana também, no mercado financeiro também, na balança comercial também. Todos os setores da vida, é interessante isso, se resolve em ciclos. E eu acho que a gente precisa compreender essa dinâmica.
Nada é, tudo está. Estamos em constante processo de transformação. Democracia não é só, não deveria ser lembrada apenas no dia do voto. Democracia é cidadania plena. Todo dia.
Hoje, no Rio de Janeiro, temos uma questão, a multiplicação de casos de M-pox. E aí surge um incêndio. Está faltando vacina nos postos. Precisa vacinar mais gente para M-pox. surgiu um movimento da sociedade civil informação de hoje aqui no Rio é que está chegando 20 mil doses, que é pouco a vacina é cara, tem alguma questão logística mas isso é democracia, isso é posicionamento posicionamento bom Neca Reckler Olá André, considero que após a tempestade é hora de ficarmos atentos e de não ir para casa.
Ela deve estar falando de rua. Rua é o lugar onde a democracia se materializa. Ah, as redes. As eleições precisam ser definidas pelas redes. Até o Janones, que criou o exército do Lula, que virou assunto internacional, reconhece.
Esse tipo de mobilização não é o mais adequado. Não é o mais adequado. A gente precisa ter debates, troca de ideias com elegância, com respeito. Não houve debate para valer nessas eleições, em nível presidencial. É péssimo para a democracia, péssimo.
A gente tem que ouvir o detalhamento das propostas. E o diálogo, eventualmente até apaixonado, mas respeitando as pessoas físicas. Não é ser contra ele, que é meu oponente. é contra a ideia que ele está defendendo e eu vou tentar construir minha argumentação sem ofender tem que dizer isso nessa altura do campeonato pelo amor de Deus, mas tem que dizer Luciana Becker nos dias de hoje, André, ficamos à espera da próxima tempestade? não, eu estou falando o tempo todo aqui faça você seja você a mudança que você deseja para o mundo se é na parte climática lute pela redução das emissões de gases estufa e pela adaptação da sua comunidade aos eventos climáticos extremos se é na política o risco dos extremistas tomarem conta do galinheiro extremistas de qualquer natureza ideológica se mobilize organize-se vincule-se a grupos instituições, associações que estejam nessa saudável militância.
É o que eu penso. Não tem que esperar, não. Quem sabe faz a hora e não espera acontecer. Ou aquele provérbio africano, enquanto reza, vai fazendo. Ué, não dá pra ficar esperando, não.
Cláudia Pires Prado, será que a tempestade acabou? Ainda dá pra sentir a ira nos ventos que vêm dos dois lados? Os ventos nunca deixam de soprar para os dois lados. Esse é o ponto. existem as circunstâncias históricas em que você vai definir a prevalência de um campo ideológico ou de outro campo ideológico, o que seja Rafaela Drummond após a tempestade vem a hora de colocar as coisas no lugar ou seja, é só o início dos cuidados diários Lisandra Donamore quando foi que essa inversão de valores começou?
essa história vem de longe mas ela vem de muito longe Ela vem antes da descoberta do Brasil. As divergências entre os seres humanos existem desde que os primeiros seres humanos aqui chegaram. À medida que a gente foi se sofisticando enquanto sociedade, civilização, regramento de condutas, o que é legal, o que é ilegal, como é que a gente organiza o nosso sistema político, etc., Isso começou a ficar mais sofisticado e complexo, mas nunca deixou de existir. Isso não cessa, e isso acontece desde sempre, penso eu. Enedina Silveira, recomeçar, força, fé e foco.
Meu amigo Alexandre Anselmo, vozeirão de voz, amigo, depois da tempestade vem a temperança e disse Oscar Wilde a importância de ser prudente fechei contigo é isso que falta fez a temperança nesse ano eleitoral aqui, não vou falar dos outros países não serenidade, temperança ética, respeito é triste isso não vou generalizar mas aconteceu na maior parte dos casos na disputa eleitoral A Dani Marques Costa faz aqui um slogan ligado a um determinado grupo político que eu não vou repetir para não reverberar aqui um posicionamento apaixonado e muito engajado de uma determinada linha ideológica, ok? Mas está registrado. Silvana Campos, corretora. Infelizmente, no momento atual, vamos ter que ficar em alerta. Anete B.
Costa nasce a oportunidade de pensar com calma Cacau Gralha vem a bonança já falamos aqui da bonança a bonança pode vir ciclicamente e ela deixa de acontecer ciclicamente a questão é como nós nos posicionamos diante dos ciclos essa é a lição de sabedoria na minha opinião Gaiatur respiramos aliviados mas devemos nos manter alertas e ir às ruas sempre que precisar. Ana C. Macedo, de Natal, Rio Grande do Norte. Alguns de vocês dizem de onde são e eu gosto de saber. Depois da tempestade vem outra.
Aprendemos onde tem goteira. Cara, achei isso o máximo. Que frase curta, simples e de profunda sabedoria. Achei sensacional. Ana C.
Macedo. Depois da tempestade vem outra. aprendemos onde tem goteiro. Rosângela Machado 11, após a tempestade, sempre há uma noite, um novo amanhecer, basta força, coragem e fé. Ângela Leal MF, é hora de, como nos disse o Mestre Jesus, olhar, orar e vigiar.
Raquel Prudente NI, vem a necessidade da vigilância. Recoutinho após a tempestade continuar interagindo e aprendendo no papo vocês que estão ensinando aqui Tatiana Bicalho Andrade como diz o ditado vem a bonança, será André? Edna Vieira Gonçalves após a tempestade sempre vem o apaziguar Cláudia Barro 0302 após a tempestade temos que continuar vigiando o tempo turbulência à vista Tati Melinho a tempestade só começou e foi a última mensagem, a tempestade só começou mais uma vez eu quero agradecer a participação de todos e lembrar que acho que pelo menos para mim o grande aprendizado de tudo que vocês falaram as mensagens que convergem na direção do entendimento de que tudo passa inclusive a bonança inclusive as tempestades. Como transitar nesse fluxo das boas e das más notícias, dos bons e dos maus momentos? Estou com saúde e estou sem saúde.
Estou bem hoje e estou mal hoje. Estou hoje otimista e estou hoje pessimista. Estou hoje bem-humorado e estou hoje mal-humorado. Tudo, tudo, tudo passa. a grande questão, eu diria a grande chave para a compreensão de como uma pessoa sábia que não sou eu eu estou em busca do que eu vou falar agora deveria se postar diante das circunstâncias da vida é, repito nos momentos ruins eu não vou chafurdar na lama e nos momentos bons eu não vou me perder num êxtase fantasioso não nem uma coisa, nem outra.
Vou me regogizar, vou desfrutar dos bons momentos, porque eu mereço isso. E nos maus momentos, eu vou ter tido a chance de acumular gordura, calorias, para transitar com a temperança e a serenidade possíveis por essas circunstâncias hostis. Elas me servirão para fazer a travessia até que um novo momento luminoso, auspicioso, inspirador aconteça. Fiquem com Deus, tudo de bom. Domingo, estaremos por aqui novamente no Papo das Nove Especial.
Se tiverem dicas sobre o tema do Papo das Nove Especial do próximo domingo, sou todo ouvidos manda pra mim beijo, fica com Deus
