Quase todo mundo está cansado, por que será?

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Assista ao vídeo completo de André Trigueiro: Quase todo mundo está cansado, por que será?. Conteúdo publicado no canal oficial de André Trigueiro.

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Tempo. Vamos chegando. Vamos chegando. Vamos chegando. Tem que dar tempo.

Vamos chegando. Vamos chegando. Vamos chegando. chegando. Tem que dar tempo.

Vamos. Vamos cheg. Tem que dar tempo. Vamos. Vamos Tem que dar tempo do povo chegar junto.

Sextestou papo das 9, especial de sexta-feira ao vivaço, direto do meu cafof aqui em Laranjeiras, usando uma camisa que eu gosto, que eu ganhei de presente. A luta pela terra é a mãe de todas as lutas. A gente precisa se dar conta do que isso significa. Tem aqui na camiseta uma estética indígena. Não é por acaso.

A gente tem que aprender com os povos originários a proteger, conservar aquilo que significa para indígenas e não indígenas a possibilidade de termos vida longa e próspera, saúde, longevidade, resiliência. E isso diz muito durante um ano eleitoral, porque a gente precisa saber escolher quem tá sintonizado com essas questões ou não, penso eu, né? A responsabilidade é nossa. As coisas não acontecem do nada. São consequências daquilo que já foi feito.

Numa democracia, o voto pode mudar o rumo das coisas? Pode mudar o rumo de muitas coisas e pode significar manutenção de outras coisas boas ou mais. Existe um conjunto de variáveis que a gente sempre vai considerar, mas a gente precisa ter essa consciência, penso eu. Vamos começar então o papo das ao vivaço, direto do meu cafof em Laranjeiras. Gente, Laranjeiras tá sendo incensado pela grande mídia, o bairro onde eu moro desde que eu nasci.

17º bairro mais cool, C o L, mais bacaninha, mais eh, como é que a gente traduz? com mais charmoso, mais interessante do ponto de vista de opções de eh curtição. Curtição, engraçado, Laranjeiras sempre foi um bairro que não tem praia e é um bairro de passagem. As pessoas gostavam de rotular laranjeiras assim. Eu nunca quis sair daqui.

Aliás, eu estou na rua onde eu nasci e fui criado. Aí me casei, fui para outra rua de laranjeiras, voltei paraa minha rua em outro endereço, outro prédio, outro apartamento e aqui estou. Eh, e adoro. Além do fato de ser o bairro do meu time de coração, que vocês, se não sabem qual é, é semifinalista da Taça Libertadores da América, o Fluminense Futebol Club, que se orgulha de ser um clube de futebol, porque nossos adversários do Rio de Janeiro são clubes de regatas. Flamengo, Vasco e Botafogo são clubes de regatas.

Fluminense Futebol Club só tem um. Ih, deixa esse clubismo para lá, que besteira. Vamos que vamos. Para onde vamos nessa sexta-feira? que a gente possa contar aqui com a ajuda, o apoio indispensável dos amigos invisíveis e que eles nos ajudem a escolher com esse de apasão espiritual, a mensagem com a sintonia adequada para essa manhã.

Então, que eu seja um instrumento maleável, com meio adequado, uma ferramenta útil para esse propósito. Onde a gente vai abrir? Eita, onde vai? que eu vou falar sobre qual mensagem, que que vai bater aqui na minha intuição, que não é, vocês não precisam concordar com a minha mas eu tenho que ser meu compromisso com vocês é ser sincero em relação ao que bate aqui. 227.

Saiba dominar-se e vencer-se a si mesmo. Vitorioso não é aquele que vence os outros, mas o que vence a si mesmo, dominando seus vícios e superando seus defeitos. A vitória sobre si mesmo é muito mais difícil. E quem consegue isto pode ser classificado como verdadeiro herói. Aprenda a dominar-se e jamais desanime.

Se desta vez não conseguiu, recomece e um dia sairá vitorioso. Várias questões assim que vem à tona quando eu reflito sobre as palavras de Carlos Torres Pastorino. A primeira delas é quando no ambiente espírita a gente fala da reforma íntima como uma prioridade existencial. Estamos aqui para nos tornarmos pessoas melhores. A gente fala muito de evolução e esse é um processo solitário.

A evolução ela ocorre de maneira individual e é um processo intransferível. Ninguém evolui pelo outro. Você pode ajudar ou atrapalhar a evolução do outro. Mas o processo evolutivo ele é desencadeado, ele é ou não levado a sério e priorizado por cada um. Então aqui temos a necessidade quando se fala saiba dominar-se e vencer-se a si mesmo é que a gente adora culpar os outros.

A gente adora eleger os inimigos que atrapalham a minha vida. Se não fosse isso, eu seria algo diferente. Se não fosse essa circunstância, eu seria alguém melhor. Ainda que existam e existem impecílios, obstáculos, adversidades, pense apenas pense na possibilidade de isso ter uma conotação espiritual, de fortalecer você exatamente em circunstâncias hostis, de lapidar você, forjar a partir das dificuldades alguém mais apto a lidar com outras circunstâncias mais à frente de maneira mais sábia, porque a gente aprende nas circunstâncias difíceis ou deveria aprender, né? Então essa é uma questão.

A outra, o que é vencer? Quem é o vitorioso na vida? Porque a gente, por exemplo, no universo católico, a gente tem uma constelação de santos, centenas de santos, né? E é curioso, os historiadores do catolicismo, teólogos do catolicismo, costumam dizer: "Olha, esse daí que na época foi eleito santo, né, pelo Papa, não sei das quantas, foi um picareta. Esse daí não merece ser santo em lugar nenhum.

Era um período de trocas políticas da igreja, outros interesses. Então você colocou na categoria de santo, quem do lado de lá não deve ser santo coisa nenhuma. Eu tô dizendo isso porque tem muita gente anônima. Olha o que eu vou que isso para mim até me me toca o coração de uma forma diferente. São muitos os anônimos que tem uma vida que a luz da espiritualidade é exemplar.

Não é a perfeição, mas é a boa vontade, a determinação e a disciplina de seguir em frente. Apesar das limitações, das imperfeições, dos erros, é alguém determinado a fazer o melhor de possível, dar o melhor de si. São pessoas anônimas e no plano espiritual certamente ocuparão um lugar, transitarão, exalando e radiando uma luminosidade incrível e ninguém conhece. Aqui não foi famoso aqui. Não é alguém considerado vitorioso aqui.

Mas a régua que vale não é aqui, é lá. E aí vem, pastorino, a vitória sobre si mesmo é muito mais difícil e quem consegue isso pode ser classificado como verdadeiro herói. Então, é interessante, nesse processo solitário, individual, intransferível, das escolhas que a gente faz no dia a dia em favor da própria evolução espiritual, há momentos de júbilo, há momentos de êxtase que ninguém à sua volta tá percebendo, mas você sente esse calor, essa vibração diferenciada quando você realiza uma escolha que faz toda a diferença para você e para os outros. A literatura espírita traz várias situações muito bonitas, assim, romantizadas por vezes, mas que expressam na nossa crença uma realidade. Existem decisões que a gente toma na vida que são determinantes de uma virada de chave em relação a séculos de existências em outras encarnações incorrendo nos mesmos erros.

E aí você vira a chave nessa encarnação depois de vários processos eventualmente dolorosos que permitem que você tenha, portanto, a condição de dessa vez realizar a escolha certa. E golaço, gol. Eu acho isso muito interessante de se refletir. um dia sairá vitorioso. Somos imortais.

A morte não existe. Portanto, o que não se resolve, o que não é possível, porque a vida passa rápido, né, de se resolver em definitivo numa existência, acalma o teu coração. Haverá outra chance ou outras chances de fazer esse movimento. O importante é a gente não ficar na inércia, né? não desperdiçar tanto tempo e energia com aquilo que não vai resultar efetivamente em frutos duradouros.

São frutos perecíveis, descartáveis, né? Os tesouros do céu, como dizia Jesus, né? Que a ferrugem não corrói, as traças não destróem. É, isso, é um investimento de longo prazo. Eu não vou me lembrar exatamente, mas tem uma uma metáfora muito bem sacada, dizendo que o amor é o único investimento que dá o melhor retorno a partir do que você dá.

Quanto mais você dá de si, maior é o retorno que você tem. Eu acho isso fantástico. Então, essa foi a minha reflexão de hoje na página aberta, mensagem 227. Isto posto recomendarei. Olha que interessante, a gente abriu o acaso a mensagem 227, que fala da importância da gente eh dobrar as mais inclinações, que a gente seja um vitorioso sobre si mesmo.

E isso casa com a pergunta que a gente deixou ontem no stories, que já a gente vai trazer as mensagens de vocês sobre essa questão da sociedade do cansaço. E o livro que eu vou recomendar, não é um livro novo, ele foi lançado em 2010 de Joana de Angeles, mentora do médium de Valdo Pereira Franco, que foi um amigo que eu tive nessa vida, devo muito a ele. Eh, vitória sobre a depressão. Que que diz a quarta capa? A saúde emocional e comportamental do homem, homem e mulher, homem de humanidade, nos ditos tempos modernos, deixa muito a desejar.

Um dos maiores vilões responsáveis por esse quadro grave e desalentador é a depressão, cujas causas são numerosas e variadas, enquanto que os efeitos podem apresentar-se arrasadores, culminando muitas vezes no ato irrefletido do suicídio. Preocupada com o alarmante crescimento desse insidioso mal, a mentora Joana de Angeles, com seu vasto e profundo conhecimento sobre o assunto, apresenta-nos as considerações e o contributo terapêutico do Espiritismo para combater e eliminar essa doença da alma, a fim de restabelecer o equilíbrio e a harmonia do ser. Ao ler esta extraordinária obra, o caro leitor estará preparado para evitar as armadilhas cruéis da depressão, conhecendo também as manobras de espíritos infelizes que a alimentam através de mecanismos obsessivos. Deixando claro desde já que o próprio Divaldo, em várias palestras ao vivo presenciais que eu assisti e livros não apenas de Joana de Ângel e sua mentora, mas de outros autores espirituais que através deles dele se manifestaram, reconhece a importância da medicina da terra, da terapêutica aplicada por encarnados fora do espiritismo, mas em obediência. a ciência psicológica, a psiquiatria na busca por um tratamento adequado do da obsessão.

É importante dizer isso. Eu vou ler para vocês apenas um trechinho aqui do capítulo 16 intitulado Fugas pela culpa. Porque no livro Viver é a melhor opção sobre a prevenção do suicídio que eu lancei em 2015. Nós destacamos um trecho de uma das obras de Joana de Angeles, que ela afirma que uma das principais causas da depressão é a culpa. E não apenas a culpa de algo desta encarnação, mas a culpa de atos de outras vidas.

O que torna esse tema ainda mais interessante do ponto de vista de uma resolução que não se revela simples, mas o conhecimento liberta, né? Então vamos lá. Diz Joana: "Certamente a culpa é ao gos impiedoso que se insculpe na consciência e a semelhança do ácido corroia as fibras emocionais da sua vítima enquanto é conservada. Por essa razão, deve ser racionalizada a culpa de maneira tranquila e diluída, mediante as aplicações dos valiosos dissolventes do amor em forma de edificação de outras vidas. Quando alguém se escusa a ajudar, não está sendo impedido pela culpa, mas pelo egoísmo.

Esse genitor insensível da indiferença pelo sofrimento dos outros, distanciando-se na desdita em que se comprasse dos recursos eficientes para a aquisição da paz interior. Todos os seres humanos, de uma ou de outra forma, carregam algumas culpas, inclusive aquelas que lhes foram impostas pelas tradições religiosas absurdas que se compraziam em condenar em vez de orientar a maneira eficiente para a libertação dos equívocos em que se tombavam. Dessa forma, existem marcas psicológicas ancestrais que afligem, mas podem ser anuladas mediante o conhecimento da realidade e dos legítimos valores morais, que são as regras de bem viver exaradas no Evangelho de Jesus e sintetizadas no seu conceito sublime, que é não desejar nem fazer a outro o que não gostaria que lhe fosse feito. É um trechinho do livro Vitória sobre a Depressão, espírito Jana de Angângeles, pela psicografia de Divaldo Pereira Franco, editora Leal. Eu sinceramente sou suspeito para falar porque eh tive o privilégio de acompanhar, como disse, vários seminários presenciais, tive o privilégio de ter conversas pessoais, tive o privilégio de ler livros como esse que trazem informações preciosas para quem está enetando a própria marcha evolutiva com consciência, determinação, uma fidelidade a algo que lhe fez sentido e continua fazendo sentido, porque é uma construção diária tijolinho a tijolinho.

Então, é um livro que ajuda muito quem passa por momentos difíceis, mas também quem está na condição de ajudar. Quando há alguém próximo você, e eu tenho certeza aqui no nosso grupo que é numeroso, quantos de vocês, se não tiveram alguma experiência de transtorno de humor, que é a depressão, mas alguém no círculo familiar, alguém no ambiente de trabalho, alguém na vizinhança, algum alguma pessoa que você nem conhece muito bem, mas por alguma razão eh pode ser o seu porteiro, a mulher do porteiro, eh o o comerciante da esquina. Percebe o que eu digo? De fato, a depressão, ela tem estatísticas que são importantes e que a gente com informação sobre o que diz a medicina da Terra e o que dizem os amigos confiáveis do plano espiritual, você fica bem equipado, você fica bem fornido de informações que se revelarão oportunamente, quem sabe, estratégicas paraa sua tomada de decisão. É por isso que eu estou recomendando a quem se interessar e não precisa ser espírita.

Eu tenho aqui em casa livros que eu já li que versam sobre assuntos à luz do budismo, eh sobre ah o candomblé e a Umbanda, que não tem tanta literatura. interessante, é mais a tradição oral, mas os poucos livros que existem, alguns deles eu tenho e já li. Eh, o judaísmo, existe uma tradição antiga e muito, paradigmática assim para o ocidente. A civilização judaico-cristã, digamos assim, ela tem essa fonte de sabedoria, né? Então, eh, sem me esquecer de outras tradições que são igualmente importantes, mas, eh, existem, por exemplo, na imensa constelação de correntes cristãs inspiradas no protestantismo, os evangélicos, porque, infelizmente, muita gente, de forma preconceituosa rotula o evangélico dizendo assim: "Evangélico, gente, o movimento evangélico contempla centenas, talvez até milhares, se você pegar as pequenininhas, assim, as pequenas igrejinhas que se multiplicam por aí, mas vamos ficar com as centenas, que aí eu me sinto mais confortável, de correntes eh pentecostais e neopentecostais.

Então, a gente tem que ter cuidado, evitar os rótulos, evitar, eu diria, apressadamente, uma maneira de resumir o que que aquilo tá dizendo. Não existem respostas simples para problemas complexos. Não existem respostas simples para questões complexas. Então, falar de espiritualidade, verdades espirituais, não é um tema trivial. Desconfie de quem coloca isso em poucas linhas.

Ah, isso é assim. Não, não, não. Tem que se debruçar sobre isso. Bom, qual é a dica de hoje? É o momento do papo das que a gente ou recomenda aqui apoio a algum projeto, alguma campanha, ou a gente dá uma dica.

A minha dica é a seguinte, se liga na missão. Depressão não é a mesma coisa que estado depressivo. Você sabe qual é a diferença? Eu vou tentar explicar porque esse é um assunto recorrente no Papo das Novas. Estamos no Setembro amarelo, aonde esse gênero de assuntos precisa ser lembrado.

Estado depressivo é algo corriqueiro da vida. Não é doença, não é patologia. Ninguém deve se preocupar porque está triste. A tristeza, ela vem e vai. A tristeza faz parte da vida.

Quem problematiza a tristeza tem um problema, porque a conduta mais sábia diante da tristeza não é fazer de tudo para evitá-la, porque isso não é possível, porque senão você vai ter uma vida artificial, é uma felicidade tóxica, você vai burlar o estado natural das coisas. A tristeza quando vem uma melancolia, um abatimento, um desânimo, isso faz parte. E quando a gente compreende que faz parte, quando a gente não estigmatiza e principalmente quando a gente vai descobrindo meios de lidar com isso que é desconfortável, ninguém quer ficar triste, mas se a tristeza veio, que ela seja, eu diria, elaborada, que você não tendo, naquele momento o que fazer contra a tristeza, se permita entristecer sem maiores preocupações, se é que isso é possível. É, hoje eu tô jururu. É, hoje eu não tô muito legal.

E a vida segue. Estado depressivo não é um problema. Tem gente que vai procurar médico dizendo assim: "Doutor, eu vou facilitar a vida pro senhor, que eu já fiz uma pesquisa aqui na internet e descobri que eu tô depressivo, eu tenho depressão. Então, me dá um remedinho aí." Olha, muita gente. Solução rápida.

Eu não quero sofrer com nada. Farei uso de substâncias, drogas lícitas ou ilícitas. Eu não quero é sofrer. Gente, Aprenda a lidar com as circunstâncias em que a tristeza se apresenta. Ela vai passar.

E isso não é doença. é transtorno de humor, afeta a bioquímica do cérebro. interrompe o fluxo natural das sinses cerebrais e precisa de ajuda especializada. É diferente da tristeza circunstancial. A depressão, alguns definem como a tristeza persistente.

A tristeza persistente é aquela que dura mais de uma semana ou 10 dias, causando algum alguma aflição dolorosa, uma dor difícil de explicar. e que muitas pessoas se envergonham de relatar que estão sofrendo dessa maneira. Não é feio sofrer. Feio é sofrer e não procurar ajuda quando isso se faz necessário. Era isso que eu tinha para dizer.

Se liga na missão. Depressão não é igual a estado depressivo. Vamos aprender a separar as coisas porque isso é um passo importante na vida da gente para nós e para quem está à nossa volta. Deixa eu falar outra coisa antes da gente chegar e chegar rápido e chegar bem, porque teve muita participação de vocês via stories sobre a questão sobre o cansaço, um cansaço que muita gente tá sentindo. Eu acho que é um assunto importante da gente refletir junto sobre vocês estão cansados.

Já já a gente complementa isso, porque estamos no ano eleitoral. Eu preciso que cansa também, né? algumas questões de campanha eleitoral, canção. Mas antes da gente seguir em frente, eu ontem gravei eh o assunto a convite da minha colega Natusa Neri, que me incumbiu e eu aceitei a a o convite, fiquei honrado, de passar o pente fino nas propostas de governo dos cinco principais candidatos à presidência da República e fazer, digamos assim, uma síntese ou de alguma forma, tentar na conversa com ela emitir algumas opiniões, apenas isso. E aí isso ainda vai ao ar, tá, do assunto.

Só dei um spoilerzinho. Eh, eu acessei hoje uma pesquisa que eu achei bem interessante, que foi encomendada pelo Observatório do Clima, que é uma organização que eu respeito para Burgo, e que trouxe a seguinte informação: Observatório do Clima teve o apoio do Instituto IPSUS para entrevistar 100 brasileiros de todas as regiões do país. pesquisa com 1800 pessoas, portanto, uma amostragem desse tamanho. Eu já posso dizer para vocês que é muito cara, é uma pesquisa bem eh referenciada pelo tamanho da amostragem, tá? O que que essa pesquisa traz de informação relevante na minha opinião, 91% dos brasileiros cobram dos candidatos nessas eleições propostas contra a crise climática.

Nove em cada 10 brasileiros cobram dos candidatos. Propostas pro enfrentamento da crise climática. Quais são? Eu não vou dar todas as os percentuais aqui, mas alguns me chamaram atenção. Para 62% dos entrevistados, essa é uma questão muito importante, não é uma questão, é muito importante.

Eh, 85% dos entrevistados consideram que a mudança climática afeta o cotidiano dos brasileiros. 79% acreditam que o tema deve ser priorizado, mesmo que impliquem custos econômicos. 76% dos entrevistados entendem que ainda há tempo para evitar seus piores impactos caso medidas sejam tomadas imediatamente. Portanto, meus amigos, eu eu me apra ver que o povo brasileiro, cada um com sua percepção, seu nível de interesse, seus valores, princípios, nível de escolaridade, tá ligado nesse assunto? Não tem como não tá.

Eu não vou aqui reproduzir o que eu falei paraa Natusa no podcast O assunto tem que ir primeiro ao ar lá para uma questão de ética, mas praticamente todos os candidatos manifestam alguma proposta ligada à crise climática, mas não por igual. E é preciso ver a biografia de cada candidato para ver se o que ele tá falando encontra respaldo em algo que ele já disse ou já fez. É uma maneira da gente aferir credibilidade ao que tá sendo dito. Isso suposto. Vamos, vamos tricolores.

Chegora vamos ganhar a Libertadores. Vamos lá. Onde é que tá aqui? Hoje eu tô meio clubista, quase todo mundo está cansado. Por que será?

Foi a pergunta que eu deixei ontem no stories. Eu fiquei impressionado que a gente só conseguiu postar ontem à noite a pergunta no stories e teve uma participação muito expressiva. Cada tijolinho desse, tá vendo? É um de vocês mandando pergunta para esse que vos fala, ó. Pergunta ou compartilhando opinião.

Eu vou ler todas. A gente não faz mais seleção de pergunta aqui, não. Mandou, saiu. Gerváo Neto, amigo espírita de Campos dos Goitacazes. Gervas, você sabe que eu tenho citado você por aí em palestra que eu falo assim: "Um amigo meu de Campos dos Goitacazes, o Gerváio, eu não sei se a expressão foi criada por você, viu, Gervaso, mas eu ouvi de você aí.

Eu acredito, você fala que se todos somos imperfeitos, que sejamos imperfeitos úteis. Achei isso genial, cara. Genial. A imperfeição pode ser útil. Se eu sou imperfeito, ok, eu sou imperfeito, mas vou ser útil.

Aí o Gaz sobre esse tema do do cansaço. Ele fala onde e como temos priorizado o nosso tempo e nossas emoções. Penso ter ligação com o tema. Acho que o Gervas tá falando de autogestão. Que escolhas realizamos no dia a dia?

que agravam o cansaço ou reduzem o cansaço. Concordo. Esse cansaço invariavelmente passa por escolhas. Invariavelmente passa por escolhas. Iranir Gomes 55, preocupada com o futuro do mundo, na economia e a cobrança da natureza que já chegou.

A Irani tá reportando fatos. É uma situação delicada. Existem evidências que nós estamos num momento particularmente tenso. Eh, o que que é angústia? Angústia é um sentimento muito hostil e desconfortável, que é a antecipação do futuro.

A gente já sofre antecipadamente imaginando eventuais consequências nefastas. Obviamente a gente pode diluir essa angústia, a gente pode ter a vida centrada no aqui, no agora, realizando as escolhas pertinentes a esse momento. Porque a vida real, a vida de verdade é a que tá acontecendo aqui e agora nesse instante. São 9:34 da manhã, horário de Brasília. Estamos ao vivo no Papo das 9.

A vida real tá acontecendo nesse segundo. É esse momento. Esse é o mundo real. Quando a gente fica, eu diria, disperso, fazendo prospecções de cenário, fantasiando o futuro que não chegou, imaginando hipóteses ou probabilidades disso ou daquilo acontecer, a gente entra num labirinto. um labirinto que por vezes é difícil de sair, porque aquilo fica tão eh é um objeto de tanta consagração de energia da gente, que ele passa a ocupar o aqui ou agora deslocado no futuro.

Você tá aqui agora, mas você tá ligado no futuro. Isso é tão arriscado quanto dirigir um carro olhando pro retrovisor. A gente tem que olhar pra direção certa. A direção certa é o que que me cabe fazer aqui agora, Irani, né? Letícia Poco, muito cansada, muito sono.

Eu durmo, mas parece que não dormi. A energia está densa demais. Vamos lá, mais uma vez reportando a parte que nos cabe. Eu já não tenho sono restaurador que eu tive até alguns anos atrás. Eu atribuo isso ao processo de envelhecimento.

E descobri que eu tenho a pneia do sono. Então, passei a ter que dormir com certos cuidados para não parar de respirar à noite, como fazer uso daquele aparelhinho que fica injetando o ar no nariz. Eu tive que me acostumar com isso. Agora, eh, eu consigo dormir. Eu, eu, eu eu tenho feito a minha parte para tentar dormir o melhor possível.

Inclusive, essa semana fiz um reparo nesse aparelhinho, porque tem peças que precisam ser trocadas e tava na hora de trocar uma das peças. Então, por coincidência, hoje eu tô vindo de uma noite mais interessante do que a noite anterior, porque houve a substituição dessa pecinha que faz acoplagem com o meu nariz, com essa napa aqui. Então, cada um com seus problemas. A gente precisa descobrir o que que está atrapalhando o sono, o que que você tá levando paraa cama na hora de dormir. Veja o que não é quem.

Porque às vezes o quem também atrapalha o sono. Então o que você tá levando paraa cama na hora de dormir? Então isso faz parte do problema e precisa inspirar a solução. Rastrear os motivos pelos quais o sono não tá bom. Pode ser consumo de informação nas telas antes de dormir.

Isso excita os sentidos, não é bom. Pode ser dormir num horário que não favorece. Pessoas que dormem muito tarde não vão ter um sono tão restaurador quanto dormir mais cedo. Eu já percebi isso em mim. Pode ser ir dormir com a barriga cheia, alimentação mais pesada à noite ou alimentação com fibras que vão exigir do teu organismo trabalho na hora que o teu organismo tá desligando, né?

ter um face out. Você desativa o organismo para fazer no momento do sono a resetar as coisas, as impurezas, fazer a filtragem das impurezas. Você comer um abacaxi à noite, um abacaxi com fibra alimenta, né, uma uma fruta saudável, mas pesada. Você comeu quatro rodelas de abacaxi, vai dar ruim, não vai ajudar. Então, rastrear isso eu acho importante, viu, Letícia, sem ser médico, tá?

Procure o seu médico, veja o que que ele acha disso. Sandra Basíli 1. Vivemos sob um excesso de estímulos e cobranças por produtividade e perfeição sem fim. É outro fator. Isso remete a workaholic.

Trabalhando, trabalhando, trabalhando. Isso remete a banalização da pausa das férias, do descanso. A pessoa não consegue desligar e isso precipita o burnout, que é o colapso, né? A pessoa colapsa porque você não respeita os limites do próprio corpo, isso tem o preço e o preço é salgado, é alto. Então eu acho que a Sandra tá trazendo outra questão de uma cultura produtivista.

É isso mesmo. É assim que se diz. Eh, eu valho pelo que eu produzo. Eu tenho que produzir muito para me sentir uma pessoa importante. Eu tenho que ficar trabalhando sem parar e eu tenho que mostrar pros outros que eu faço um monte de coisa e faço ao mesmo tempo.

Às vezes não vai dar certo. Acho que vai dar ruim. Então, a gente tem que ter respeito à carcaça. Não dá para falar de sustentabilidade sem ser sustentável. A gente tem que ter o ponto do equilíbrio.

Tem que dizer não para certas propostas que podem ser interessantes, mas vão significar uma um consumo de energia acima da capacidade de suporte. E aí, isso é o convite pro desequilíbrio físico e mental e emocional, né, Sandra? Você sabe disso. Ela fez a pergunta já sabendo a resposta. Obrigado.

Bet em movimento. Estamos unidos para plantarmos mais árvores e flores e menos espinhos. Perceba a necessidade de acordar essas pessoas paralisadas e anestesiadas diante do absurdo. Ela fez vários tijolinhos, eu tô lendo a sequência. As pessoas não estão cansadas dos ciclos que se repetem, elas estão paralisadas.

Então, bom, aí a Betia tá falando de uma leitura dela, de um processo coletivo, né, que em certa medida para mim faz sentido quando a gente fala das redes sociais, do tempo de tela, da hipnose coletiva causada pelos algoritmos, rolagem infinita. Você já ouviu falar dessa expressão? Ela é assustadora. É quando você vai na rede social e fica entretido com várias eh vários conteúdos que foram agrupados pelo algoritmo que já te conhece pelo que você fez de navegação e você fica ali refém da rolagem infinita, não sai dali vendo tudo que te apetece, que gera dopamina, que é o hormônio da felicidade. Isso parece algo interessante, algo atraente, mas isso tem um preço metabólico e isso torna você, em tese, uma pessoa vulnerável.

Há um maior tempo de tela e menos interação social. E isso também não ajuda na saúde mental. Quem diz isso não sou eu. Entre tantos autores, por acaso tá aqui perto de mim. Jonathan Heide, psicólogo social.

A geração ansiosa, como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais. Mas não é só e não é só o jovem que tá nessa armadilha. Tem muito adulto, muito adulto, né? Teresa Orcini, em poucas palavras. Resumi outra coisa interessante, as pessoas não têm tempo para si.

Aí eu só faço uma indagação. As pessoas não têm tempo para si ou não querem ter tempo para si ou não priorizam tempo para si, hein, Teresa? Vamos pensar nisso. Vamos pensar nisso. Lux da Lu.

Excesso de estímulo das redes sociais, comparação com a vida do outro. Falta de rede de apoio. Três tópicos importantíssimos. Lux, obrigado. Daamps, será que a quantidade de informação que consumimos por dia na internet causa esse cansaço?

A resposta é sim. Não vou dizer que é a razão do cansaço, mas que isso consome preciosa energia. Não há dúvida alguma. Você tá lá ligado e você tá consumindo aquilo. Tem energia sua determinando essa essa atividade.

Muito tempo de tela exaure e tem, como disse, um custo metabólico. Somos todos na natureza underline, necessidades básicas prejudicadas. É o que a gente tá falando aqui, o que é básico, o que é fundamental, o que faz a diferença, vai ficando de lado. Luía Carvalho, sou professora de ensino básico de rede privada, tempos sombrios. tô aqui decodificando a mensagem dela, dizendo que ela como professora tá testemunhando situações que a levam a dizer que é um momento de tempos sombrios.

Agora vamos relativizar. Eu entendo o que ela diz, tá? Eu entendo o que ela diz. Outro dia eu li uma reportagem dizendo que há um número cada vez menor de jovens querendo ser professores, seguir a carreira docente, porque não se sentem estimulados a ser professores. Então, o Brasil pode ter um problema sério num futuro próximo de fazer concurso para professora e não preencher as vagas.

Isso, aliás, já tá acontecendo em alguns lugares e isso é algo que alude aos tempos sombrios. Eu só quero aqui dizer uma coisa. E antes, quando não tinha escola para criança no mundo, né, no Brasil, quando não era parte da nossa cultura, entender que a criança precisa ter escola, que a criança não deve trabalhar. No início da Revolução Industrial, no século XIX, criança trabalhava. Fábrica.

Criança era comercializada e não era crime. Você levava filhos e netos na calçada, fal, tô vendendo. Isso não era crime, André. É, então aqueles tempos não seriam mais sombrios do que hoje? É só pra gente colocar em perspectiva.

A humanidade evolui lenta e progressivamente. O que hoje a gente chama de sombrio, qual a palavra que a gente vai usar para essas situações que eu expliquei há pouco que fazem parte da história, Sônia Fajar do Reis. Será que é por estarmos vivendo no modo material e individualista, esquecendo o espiritual e moral? É, também não é tão simples assim, mas eu entendo o que você tá dizendo, né? A gente quando fica no nosso quadradinho, a gente não fica bem ali.

De alguma forma, a nossa consciência reage no mundo com tanta desgraça, tanta desigualdade, insegurança alimentar, miséria, pobreza, intolerância, preconceito, ódio, etc. Eu fico aqui no meu búnker, eu fico aqui cuidando só do meu cantinho. Será que é a melhor maneira de responder a essas situações? Será que eu me sentindo útil de alguma forma, abraçando alguma causa? Isso me coloca numa direção que ocupa minha mente, não só de medo, paranoia, neuroses, mas eu tô ali entretido, envolvido com algo que me motiva, me estimula e me faz acreditar que é possível, Glover SC.

Glover Cri. Muito cedo esse papo das 9. Poderia ser à tarde. Amo te ouvir. Cristina Glover.

Ué, mas aí você pode ouvir no YouTube que fica guardado lá. Pô, 9 da manhã é tarde, filha. 9 da manhã era tarde, quando eu era adolescente, eu dormia bastante, gostava de dormir. Hoje em dia eu tô de pé 5:30, máximo seis eu já tô, ó. Daqui a pouco eu vou fazer o papo das seis.

Vocês topam? Que tal papo das seis? a pergunta que nós fizemos é tentar explicar porque tanta gente está cansada. Por que que isso tá acontecendo? A Joyce de São Paulo diz: "Falta viver com presença e saber aproveitar os pequenos e grandes momentos".

Eu gostei da história Viver com presença. Acho isso bonito. É você tá tá ali inteiro e é você não virtualizar as relações, as coisas. É você entende? Essa semana a gente falou de inteligência artificial, oferecendo serviço de acolhimento para as pessoas desabafarem com robô.

Fizemos essa reflexão na quarta-feira. ontem eu fui na minha terapeuta aqui no no Rio, óbvio, e conversei um pouco sobre isso, sobre as pesquisas que eu fiz, sobre o que que o IA devolve para quem procura querendo desabafar. Ela interrompeu logo no início, falando assim, mas eles não fazem terapia e ela tem razão. Eles eles são programados para ouvir e responder. Mas terapia, outra coisa, terapia é um processo que envolve muita humanidade, cara.

Muita humanidade. Tem que ter gente conduzindo terapia. Ué, presença, né? batendo aqui com a Joice. Elisa na Elisana Morais, tem relação com a nossa rotina com celulares ou por trabalho, por tempo à toa na tela, já falamos disso, né?

O tempo de tela, ele é o tempo que você não tá no mundo real, tangível, sensorial, carnal, material. Não há interação social de verdade. Você pode trocar com a pessoa que você ama mensagens de amor pelo WhatsApp. Outra coisa, você tá falando que você tá escrevendo no WhatsApp para ela assim: "Eu te amo, adoro você, você é importante na minha vida". Hashag, outra coisa, né?

É outra experiência. Alguma dúvida? Na época da pandemia, eu dava aula na PUC e na UFRJ à distância, como a gente tá falando aqui. Tinha que ser assim. Eh, devo dizer para vocês que 2 horas de aula na PUC ou 3 horas de seminário na UFRJ pela tela, essa dinâmica de dar aula é algo muito desgastante para o professor e não menos desgastante pro aluno.

Por quê? Não há uma interação absoluta. Eu gosto e louvo a iniciativa de várias instituições espíritas, mas também de outras correntes religiosas que dizem assim: "Não substitu o exercício da tua fé apenas a eh interações virtuais com aqueles que estão compartilhando conteúdos, o padre, o pastor, o pai de santo, quem quer que seja, porque a presença A presença ela traz outras possibilidades de troca e interação. Acho que vocês sabem disso, né? É fácil verificar isso.

Teodoro Rubrais, todo cansaço advém de esforço. O atual é mental. Neurônios esgotados de tantos estímulos. Essa é uma questão comprovada e isso tem a ver também com tempo de tela. A gente fica exaurido, a gente fica eh sente que perde muita energia e é uma energia que não resultou numa boa semeadura, né?

Rolagem infinita. Vendo todos os conteúdos que o algoritmo trouxe para você, aquilo ao final de horas resultou em quê? Pergunta difícil, dura. Resposta dolorosa, nada, né? Que nem aquela piada, um mês de dieta.

E sabe quanto eu perdi? 30 dias da minha vida. Tem gente que critica dieta para perder peso, dizendo assim: "Fiz um mês de dieta e perdi 30 dias de vida". É mais ou menos isso. Fiquei uma hora na rolagem infinita vendo um monte de bobagem na internet.

E o que eu ganhei ou que eu perdi? 1 hora, 1 hora de tempo de vida. Lua_line Metal 14, mundo em aceleração. Corre pro trabalho, depois para casa, faculdade, casa, dorme, acorda, a rotina. Aí ela bota o emoji da do bichinho assim, da pessoa exaurida, meio doida.

Então, sim, o mundo acelerado não significa que a nossa natureza acompanha essa aceleração. Esse descompasso gera desequilíbrio. Poderíamos resumir assim. Eu concordo. Pelo menos a minha leitura do que você escreveu.

Dais Mascarelo. Tudo é tão líquido. Aludindo aqui, me parece ela botou o líquido, entre aspas, a Zigmon Balman, que fez a série da amor líquido, né, da vida líquida, que se liquefaz. Nada é duradouro, tudo é descartável, tudo é desimportante, tudo é tão líquido e vamos atrás do que achamos ser necessário, sem valorizar o essencial. essencial é uma palavra chave que não foi colocada até agora e a Daisy trouxe, porque o essencial é aquilo que a gente por vezes esquece e quando deixa de lado essencial a gente perece, né?

Você pode ser uma pessoa abastada do ponto de vista de ter recurso para comer o que você quiser comer. Isso é um privilégio. E você vai escolher só delícia para comer no café da manhã, almoço, jantar. Vai comer bem, vai comer bem, vai comer bem. Só que você não tá tendo nutrição espiritual eventualmente.

Então não adianta ter o prazer de comer o que é saboroso, gostoso e saudável. Se você não tiver nutrição espiritual, isso não é trivial, é algo fundamental. Nós somos seres espirituais, nós somos espíritos imortais animando corpos. Cuidar do corpo é importante. Daí alimentação saborosa melhor ainda.

Se você só presta atenção na alimentação material, babal, vai dar ruim. Essa a situação. O o que é essencial não tem esse nome por acaso. É aquilo que está ou deveria estar colocado como prioritário. É essencial.

Não se negocia com essencial. Marjo C. Borges 221. Medo do Eloninho. Medo.

Aí fala de uma pessoa que tá concorrendo à presidência. Medo do Trump, dos negacionistas, das armas. Eh, o medo. Vamos lá. Que que é o medo?

Eu eu vou fazer uma digressão rápida aqui. Espero que vocês compreendam o que eu quero dizer. Tem dois tipos de medo. Tem o medo que nos favorece, que é um medo instintivo. E esse medo tem a função de nos proteger.

Medo que serve de alerta. É, cuidado, presta atenção no que tá acontecendo aí. Isso pode significar um problema para você. Outra coisa é a gente sistematizar o medo aonde ele não deveria estar presente. Eu posso trocar esse medo por preocupação, apreensão, medo remete ou flerta em situações aonde ele não deveria estar colocado com o risco de virar uma fobia, uma nova patologia de ordem mental.

Eu me torno uma pessoa medrosa, porque tudo que eu considero desafio, na verdade, a leitura que eu tô fazendo é que isso ameaça, isso vai contra mim, isso pode me destruir, isso pode significar coisas piores ainda, que eu vou fantasiando e vou elucubrando e vou alimentando esse medo. Eu eu acho importante a gente, eu entendo o que você disse, viu, Marges? Mas muito medo não é bom não. A gente tá aqui para encarar os fatos. Eu me lembro quando eu entrevistei uma das entrevistas que eu fiz com Aton Crenac, foi no auge da perseguição aos indígenas e da depredação dos direitos constitucionais dos indígenas no governo passado.

presidente da FUNAI era um delegado da Polícia Federal que saiu do cargo processado por homicídio do que houve com Bruno Pereira e o Philip, Dom Philips, lá na Amazônia. Aí eu falei: "Crenc, minha solidariedade, eu sei que não tá fácil para vocês, cara". E ele devolveu de Batefronto falou assim: "Para nós não tá muito diferente do que houve nos últimos 500 anos". Eu achei aquela resposta tão surpreendente e sábia, porque os indígenas que conhecem as próprias histórias das suas culturas ao longo do período de convivência com os invasores, que é foram os portugueses lá em 1500, e isso foi se sofisticando, os métodos de perseguição, extermínio, genocídio de povos indígenas, etc. Ele disse: "Eu não tô vivendo nada diferente do que aconteceu nos últimos 500 anos." E ele não demonstrou ter medo.

Ele estava apreensivo, tava preocupado, não tava com medo. Só pra gente refletir sobre o medo que eu acho importante. Teresa Fagund 62: "Eu gostaria de saber em quem você vai votar para presidente. Ando cansada dos políticos." Teresa, eu li a sua pergunta em respeito a você. É óbvio que eu não vou transformar o papo das ve em campanha política ou fazer proselitismo político partidário.

Eu vou defender o voto. Eu vou defender o voto consciente. Mas eu acho que cada um de nós tem que ter a sua própria consciência política e assumir no voto o que lhe pareça ser conveniente o certo. Faz sentido. Desculpa, não faz sentido, né?

Underline Lu Carvalho, por que parece que o homem está indo para trás? Cadê os valores legais que sempre foram legais? Mais uma vez, eh, coloca isso em perspectiva, né, histórica. Os historiadores eles são ótimos para lembrar que quando a gente diz assim, a humanidade tá regredindo o cara vai dizer, não tô falando de espiritualidade, não, tô falando de história. Você pega um materialista que é professor de história ou historiador e vai dizer assim: "A gente tá avançando, a gente tá andando paraa frente".

É que esse passo à frente não é linear. A história ela tem momentos de avanço e momentos do que nos pareça retrocesso, mas a gente avança. A Nádia Cardoso tá aqui. Com todo respeito, André, nesse momento a sua posição é importante. Ela tá falando da minha posição política partidária.

Eh, não só nesse momento, ela é importante para mim. Em público, eu defendo valores e princípios que as pessoas atentas haverão de fazer conexões com certos aspectos da política partidária, porque eu tô expondo ideias, eu tô expondo princípios e valores, eu estou expondo aqui a preços que eu tenho por certas direções na tomada de decisão. Agora, você querer que eu me posicione sendo jornalista, aí eu tenho que fazer uma conta de chegada. Eu me sinto mais útil como jornalista, atuando, respeitando o direito do voto de cada um, ou eu chuto o pau da barraca da minha ética profissional e digo: "Eu, como jornalista, tenho adesão a esta ou aquela candidatura?" Não. Anderson.

Não vejo a hora para participar. Eu não entendi aqui. A pergunta ficou solta. A gente tá falando de cansaço. Porque que tá todo mundo se sentindo muito cansaço?

Aí tem outra amiga aqui do Papo das que tá fazendo uma uma declaração aqui ostensiva contra um determinado candidato a favor de outro candidato. Papa das não tem essa função. Já falei, me perdoe. Cris Caetano da Silva, acesso a muitas informações que, por sinal, são bem ruins. Crise climática, crise política, guerras, crise, isso cansa mesmo.

Te entendo perfeitamente. Imagina eu como jornalista, vivendo a matéria-prima do meu trabalho é informação em diferentes resoluções ou níveis, né? Por exemplo, eu tô chocado com o resultado de uma investigação que resultou em prisões importantes de autoridades em São Paulo, porque nós temos várias empresas de ônibus que são do PCC, várias empresas de ônibus em São Paulo. Isso me cansa. A gente tá falando do risco do Brasil se tornar um país, se a gente não fizer, não der uma pronta resposta, um país subserviente a interesses ainda mais criminosos.

Vamos colocar nesses termos. Eu entendo o cansaço, concordo com ele. Tem que aprender a lidar com isso. Felipe_line UFSC, talvez seja federal de Santa Catarina. Será que é possível desconectar da loucura do mundo externo e seguir olhando para dentro de nós?

É possível sim. E aqui eu vou reproduzir a frase sábia do Krishna Murti, que é não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente. Infelizmente não deu para responder. Foram muitas questões que vocês trouxeram. Uma amiga aqui do Papo das falou: "Olha a hora, trigueiro já deu a hora".

Obrigado pelos avisos papo. Hoje teve 1 hora e 2 minutos e 40 segundos. Beijo. Até o papo das 9 especial de domingo. Se vocês tiverem temas para sugerir, aliás, a gente já vai continuar, desculpa, vai continuar a vibe lá.

Eu já fiz essa pergunta, vocês já disseram, continua falando, continua falando que a gente tá aproveitando setembro amarelo para falar de várias questões existenciais, várias questões espirituais, motivação para viver, desafios da existência, domingão, terceiro papo seguido e tá rendendo, o povo tá assistindo. A gente vê lá como é que tem mais gente interessada no tema. Até domingão. Beijo, fiquem com Deus. Valeu,